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20 janeiro, 2022

Taurus e CBC mostram sua força na Shot Show 2022, maior feira de armas e munições do mundo


*LRCA Defense Consulting - 20/01/2022

A Taurus e a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), esta através da sua marca no mercado civil internacional Magtech, estão presentes na Shot Show 2022, maior feira de armas e munições do mundo que acontece de 18 a 21 de janeiro em Las Vegas (EUA).

A feira conta com quase 2.500 expositores e uma área total de 74.000 m². Esse ano, porém, em função da pandemia de COVID-19, não terá a presença de empresas como Sig Sauer, Ruger, Beretta, Benelli, Steiner Optics, entre outros. A Taurus e a CBC optaram por participar seguindo os rígidos protocolos de prevenção, sendo seus estandes dois dos mais importantes do evento.

No estande da Taurus e da CBC, localizados em uma área de destaque, além do completo portfólio de armas e munições e os produtos de sucesso das marcas voltados aos segmentos de tiro esportivo, caça e defesa, as empresas trazem novidades ao mercado.


Pistola compacta híbrida G3x

A Taurus apresenta a nova pistola G3X, uma configuração híbrida da família G3, contendo um punho full-size, que garante mais capacidade de tiro e controle enquanto seu ferrolho de tamanho compacto traz facilidade e conforto para o porte diário e velado. O equilíbrio perfeito entre poder, desempenho e portabilidade. 

Conheça mais sobre a inovadora G3x nesta reportagem.


Revólveres Defender 605 e compacto 327
A empresa também expõe o revólver Defender 605 calibre .357 Magnum, que conta com uma ousada nova dimensão e cano de 3” para melhor precisão e velocidade, e o revólver compacto no calibre .327 Federal Magnum, ideal para o porte velado diário.



TX22 Competition
Outro produto de destaque no estande da empresa é a pistola TX22 Competition, especialmente projetada para atender as mais rigorosas demandas do tiro esportivo no calibre 22 LR, já preparada para receber miras ópticas de várias marcas e cano de 5” de comprimento na versão bull barrel com rosca, que trazem precisão e versatilidade ao modelo. A TX22 conquistou o cobiçado prêmio Handgun of the Year 2019, da revista americana GUNS & AMMO, por seu design excepcional, confiável desempenho, diversas aplicações e baixo custo.


GX4 TORO (Taurus Optic Ready Option)
Os visitantes da Shot Show também estão conferindo de perto a pistola microcompacta GX4 TORO (Taurus Optic Ready Option), versão com um sistema que permite acoplar rapidamente aparelhos de pontaria ópticos dos mais diversos fabricantes, com o objetivo de aumentar a precisão dos disparos. A GX4 é a menor pistola da categoria e marcou a entrada da Taurus no segmento de microcompactas, tendo conquistado o prêmio NASGW-POMA Caliber, uma das premiações mais importante da indústria de armas dos Estados Unidos, como "Melhor Nova Arma de 2021" e "Melhor Novo Produto Geral".

Revólveres Heritage Rough Rider e Barkeep Boot
Além da linha de revólveres Heritage de ação simples da série Rough Rider com estilo clássico e detalhes que remetem ao Velho Oeste, os revólveres da série Barkeep Boot no calibre .22 LR levam o compacto a um novo nível e são uma versão reduzida do revólver Barkeep, sendo leve e curto, ideal para o porte velado. Já o Rough Rider TC ou Tactical Cowboy engenhosamente mistura o estilo de um revólver de ação única do Velho Oeste tradicional com um toque de modernidade.



 

CBC
A CBC também está expondo seus renomados produtos, incluindo soluções inovadoras e de alto desempenho, com destaque para lançamentos previstos para este ano no segmento civil, tais como as munições .22 Magnum e .460 S&W Magnum, além da linha de munições para treinamento Polymatch, composta por projéteis de chumbo revestidos por uma camada especial de polímero que reduz o desgaste do cano da arma e a emissão de partículas de chumbo no ar.

Expansão de negócios e consolidação de marca
A participação das fabricantes brasileiras na Shot Show é uma oportunidade para expandir os negócios internacionais e fortalecer ainda mais a reputação das marcas no exterior. Consideradas como Empresas Estratégicas de Defesa no Brasil e estando entre as principais produtoras de armas e munições do mundo, a Taurus e a CBC seguem investindo fortemente em tecnologia, modernos equipamentos e automação para suportar e aumentar a velocidade do processo de P&D e assegurar suas posições e reconhecimento no mercado mundial.

“A Shot Show, por ser o evento mais importante do mundo do setor de armas, é uma ótima oportunidade para a Taurus consolidar o DNA da marca e crescer ainda mais no mercado internacional, principalmente no mercado norte-americano. Pretendemos seguir investindo para oferecer produtos ainda mais inovadores e ampliar nossas vendas neste importante mercado. No segmento de revólveres, onde nasceu a sua história, a Taurus já é a líder mundial e a empresa está bem perto de se tornar a maior produtora do mundo de armas curtas. Somos a segunda marca de armas curtas mais vendida nos EUA e temos potencial para crescer cada vez mais”, afirma o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

“Os visitantes têm a oportunidade de conhecer as tecnologias e produtos desenvolvidos por empresas brasileiras que estão entre os líderes mundiais de seus segmentos. A CBC tem um papel de destaque no mercado civil americano, no qual é uma das maiores exportadoras de munição para o país. Este é um evento nos Estados Unidos, porém global, no qual podemos promover a marca e os produtos CBC para clientes do mundo inteiro”, afirma o Diretor Comercial & Marketing da CBC, Paulo Ricardo Gomes.





Grafeno: tecnologia brasileira revolucionária para limpeza de mares, lagoas e rios é apresentada no RJ


*LRCA Defense Consulting - 20/01/2022

No dia 14 de janeiro, durante a Rio Innovation Week (RIW), a  Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (Secti) apresentou um projeto que promete revolucionar os processos de despoluição em ambientes aquáticos. As esponjas hidrofóbicas feitas com grafeno são reutilizáveis e retiram materiais oleosos de superfícies aquáticas com maior rapidez que as tecnologias atuais. O grafeno é forma do carbono que tem propriedades como resistência mecânica e, ao mesmo tempo, leveza, e se apresenta de forma abundante no Brasil. 

A cerimônia de apresentação aconteceu às 11h no estande do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações na RIW e contou com a presença do ministro da pasta, o astronauta Marcos Pontes, o Secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Dr. Serginho, representantes da Universidade de Caxias do Sul, e da empresa Zextec, participantes do projeto. 

"É muito animador ter uma tecnologia dessas chegando ao Rio de Janeiro. A cidade que representa o Brasil tem uma questão a resolver: a despoluição da Baía de Guanabara é um dos nossos principais objetivos, assim que esta tecnologia esteja disponível em grande escala. A ideia é colocarmos esponjas na baía e reutilizar o material e, inclusive, o óleo coletado. A espuma de grafeno pode se tornar nossa grande aliada. É uma solução sustentável e com um custo muito inferior às tecnologias utilizadas até agora para este fim”, disse o Dr. Serginho. "O lançamento deste produto é a prova de que investir em pesquisa de qualidade traz resultados imensuráveis ​​para a sociedade."

Uma balsa elétrica equipada com a espuma demonstrou a capacidade do produto de remover óleos e outras substâncias orgânicas da água e pode ser usada para limpar áreas com derramamento permanente desses produtos, como portos, extração de petróleo e refinarias.

O diretor da Zextec, Hugo Souza, empresa sediada no Rio Grande do Sul e desenvolvedora da tecnologia, aponta que o material pode gerar uma revolução na forma como se despoluem superfícies afetadas por desastres ambientais e pela ação do homem sobre o meio ambiente. 

“Nós temos a maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina em Caxias do Sul e a maior iniciativa de geração de produtos com grafeno no mundo. Um deles, a espuma super hidrofóbica, capaz de tirar todos os óleos da água. É um produto completamente diferenciado daquilo que existe hoje no mercado, inclusive lá fora. Ele é muito melhor e reutilizável, além de ter baixo custo.  Pode ser reciclado no final, e, inclusive, podemos reutilizar o óleo e a própria espuma, enquanto, com outros produtos, se perde tudo. Estamos mostrando ao Brasil, primeiro, que o grafeno é uma realidade, não um sonho, que nós somos uma iniciativa de fazer o que o Brasil precisa, que é transformar tecnologia em nota fiscal, gerando renda pra população. Agora, estamos em contato com o secretário Doutor Serginho para, quem sabe, trazer uma planta de grafeno para o Rio de Janeiro.”, afirmou Hugo. 

Diego Piazza, coordenador da UCSGraphene, responsável pelo desenvolvimento da esponja hidrofóbica, considera que, uma das vantagens do material é ser reutilizável e ter manutenção facilitada. 

"Essa é uma esponja modificada em que o grafeno é colocado com a função de tornar ela super repelente onde está o material. Por exemplo, o diesel é puxado pela esponja, mas a água não é absorvida. Então, ela funciona como um filtro que separa tudo que é água dos demais elementos que estão presentes na solução, como por exemplo o óleo que está na Baía da Guanabara. A nossa tecnologia é simples, eficiente, e principalmente consegue ser reaproveitada inúmeras vezes e ela tem uma capacidade de absorver, de puxar esse óleo em 70 vezes o próprio peso da esponja, então essa é umas das principais características de diferença nas demais tecnologias e a outra é o custo dessa tecnologia., que é mais barato que as tecnologias usuais, atualmente, além do fato de ela ir ao encontro do óleo, sendo um recurso ativo”, disse o cientista.

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Brasil é referência em grafeno
Há dois anos, os responsáveis ​​se dedicam ao desenvolvimento da tecnologia no âmbito do programa de pós-graduação em Engenharia de Processos e Tecnologia da Universidade de Caxias do Sul (UCS), a partir de um projeto de pesquisa sobre espumas hidrofóbicas.

Segundo os cientistas, o material tem muitas aplicações além da limpeza de superfícies de água e pode ser usado tanto em novos projetos para comunicações ópticas quanto em adesivos de rastreamento de saúde, por exemplo.

O novo centro tecnológico, que será instalado na cidade de Niterói, será denominado Centro Tecnológico Enéas Carneiro, em homenagem ao professor Enéas Carneiro, ex-candidato do Prona à presidência da República nas décadas de 1980 e 1990 e famoso pelo slogan "Meu nome é Enéias".

"Graças ao esforço conjunto de pesquisadores, autoridades e empresas brasileiras, hoje o Brasil já produz diversos produtos a partir do grafeno, transformando conhecimento e tecnologia em emprego e renda para o país", sublinhou o ministro Marcos Pontes.

WEG é a fornecedora exclusiva de estações de recarga para veículos elétricos da Neoenergia

WEG é a fornecedora exclusiva de estações de recarga para veículos elétricos da Neoenergia


*LRCA Defense Consulting - 20/01/2022

A WEG S.A. acaba de anunciar a assinatura do contrato para ser a fornecedora exclusiva de estações de recarga para veículos elétricos da Neoenergia.

No escopo da parceria serão contempladas as estações de recarga da linha WEMOB (WEG Electric Mobility), desenvolvidas e fabricados no Brasil pela WEG. Todos os modelos possuem medição de energia e são inteligentes, com protocolo de comunicação aberto e conexão à internet e a plataformas de gestão de recarga.

As soluções para mobilidade elétrica, resultado da parceria WEG e Neoenergia, são voltadas a clientes residenciais, comerciais e empresas que desejam eletrificar as suas frotas. O portfólio é completo e atendem diversas aplicações, com produtos de configurações diferentes conforme necessidade do cliente, incluindo vistoria técnica e instalação que podem ser solicitados no site da Neoenergia.

“Nossa parceria com a Neoenergia busca fomentar e fortalecer projetos referentes a soluções para recarga de veículos elétricos e modelos de negócio relacionados a soluções sustentáveis de energia. Queremos não só avançar na nossa estratégia de tornar a mobilidade elétrica uma realidade no Brasil, como também atender de forma estrutural toda a cadeia necessária para a viabilização dos veículos elétricos”, explica Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

Segundo o diretor de Negócios Liberalizados da Neoenergia, Hugo Nunes, a parceria com a WEG está alinhada aos compromissos da Neoenergia com o desenvolvimento sustentável ao estimular a cadeia produtiva local e a mobilidade elétrica, para, com isso, fomentar a descarbonização eficiente da economia e o combate às mudanças climáticas. “Com a WEG, estamos demonstrando as nossas ações para estimular a produção nacional, gerando emprego e renda para o país. Essa é uma parceria estratégica, com uma empresa que atende todos os requisitos técnicos e tem vasta experiência e credibilidade no mercado”, afirma o diretor.

O contrato entre as empresas prevê o fornecimento de estações de recarga WEMOB Wall com potência de 7,4 kW e que podem ser alimentados em redes monofásicas ou bifásicas (127 ou 220V). Esse é o modelo ideal para residências ou condomínios.

Há também estações de recarga WEMOB Parking com 22 kW de potência. Estas possuem uma ou duas saídas, podendo recarregar dois veículos elétricos simultaneamente. Com alimentação trifásica de 220V ou 380V, é voltado para uso individual ou compartilhado em empresas ou comércios. Os dois modelos operam com conector tipo 2, o mais utilizado no mercado.

O Ecossistema de soluções inclui, além das estações de recarga, plataforma de gestão para cobrança ou rateio do consumo de cada usuário, acesso controlado via cartões de proximidade (tags RFID) e sistema para controle de demanda – WEMOB Smart Charging System – para os casos em que a potência consumida pelas estações excedem a demanda contratada no local de instalação.

Sobre a Neoenergia
Companhia de capital aberto com ações (NEOE3) negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Parte do grupo espanhol Iberdrola, a empresa atua no Brasil desde 1997, sendo atualmente uma das líderes do setor elétrico do país. Presente em 18 estados e no Distrito Federal, seus negócios estão divididos nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização. As suas distribuidoras, Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Brasília (DF) atendem a mais de 15 milhões de clientes, o equivalente a uma população superior a 37 milhões de pessoas. A Neoenergia possui 4 GW de capacidade instalada em geração, sendo 88% de energia renovável, e está implementando mais 1 GW com a construção de novos parques eólicos. Em transmissão, são 1,4 mil km de linhas em operação e 5,3 mil km em construção. Por meio do Instituto Neoenergia, fomenta o desenvolvimento sustentável a partir de ações socioambientais e, assim, contribui para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde a empresa atua, sobretudo, pessoas mais vulneráveis, visando sempre pelo desenvolvimento sustentável.

19 janeiro, 2022

Atendendo aos consumidores, Taurus lança a pistola compacta híbrida G3x

Nota da LRCA Defense Consulting
Na Shot Show - maior feira do mundo para a indústria de tiro, caça e armas de fogo - iniciada ontem nos Estados Unidos, a Taurus Armas está realizando o lançamento de oito modelos de armas, sendo quatro pistolas e quatro revólveres (dois são Heritage), que serão mostrados aqui em breve. O primeiro é a pistola híbrida G3x, detalhada em reportagem da Ammoland, abaixo.


Taurus anuncia a pistola compacta híbrida G3x

*Ammoland - 18/01/2022

A Taurus, fabricante de pistolas premium para defesa, caça e tiro esportivo, mais uma vez responde ao feedback do consumidor. Para melhor atender às necessidades de conforto, desempenho e estilo de transporte de sua diversificada base de consumidores, a Taurus apresenta a nova pistola G3x 9mm.

A arma representa uma mistura de design de duas de suas pistolas semiautomáticas mais recentes - a G3 de tamanho normal de 9 mm e a G3C compacta de 9 mm. Ao ouvir a opinião do consumidor sobre as populares pistolas G3 e G3C, a empresa identificou a necessidade de uma pistola que seja fina e facilmente escondida no espírito da Taurus G3C, mas com maior capacidade e um comprimento de empunhadura mais substancial para atiradores com mãos maiores, ou que simplesmente preferem uma aderência mais completa sem abrir mão do conforto ou ocultação da EDC (arma para transporte diário).

O resultado é a nova Taurus G3x em 9x19mm.


A Taurus G3x é construída em um quadro de tamanho normal semelhante ao da G3, com uma largura de aderência de 1,1 polegadas e uma altura total de 5,2 polegadas com o carregador de 15 cartuchos incluído. Essa empunhadura é uma mistura ergonômica e funcional de tamanho, contorno da alça traseira e pontilhado agressivo que fornece ao atirador controle sem comprometimento e retenção máxima em qualquer condição de disparo. A principal diferença é o comprimento total da Taurus G3x. Com 6,5 polegadas, essa arma é mais de três quartos de polegada mais curto que a G3, equiparando-a ao modelo G3C compacto e oferecendo um perfil mais baixo para transporte oculto.

Com seu comprimento menor em relação à Taurus G3 de tamanho normal, a nova G3x é compatível com os kits de ferrolho G3 e G3C TORO. Este último é a opção de atualização perfeita (disponível através da Taurus USA) para quem deseja instalar uma óptica red dot. O sistema TORO apresenta um corte óptico com placas de montagem variadas que são compatíveis com eletro-ópticas comuns do mercado de reposição. Além disso, a Taurus G3x vem com um corte de cauda de andorinha para a visão traseira, permitindo que os consumidores instalem miras noturnas de trítio no mercado de reposição para melhorar o desempenho com pouca luz.


Especificações da Taurus G3x
Calibre:  9mm Luger
Capacidade:  2×15 (compatível com carregadores Taurus G3 17 rodadas)
Sistema de tiro:  atacante
Tipo de ação:  ação única apenas, com capacidade de re-ataque
Visão frontal:  aço de ponto branco fixo
Visão traseira:  desvio serrilhado ajustável
Segurança:  segurança do gatilho, bloqueio do pino de disparo
Tamanho do quadro:  compacto com alça alongada
Material da armação:  polímero
Material do slide:  aço inoxidável fosco
Acabamento do slide:  tennifer preto
Comprimento do cano:  3,2 pol.
Comprimento total:  6,3 pol.
Largura total:  1,2 pol.
Altura total:  5,2 polegadas (carregador de 15 rodadas)
Peso:  22,60 onças. (com carregador de 15 rodadas)
MSRP:  $ 342,98

Gerdau Graphene fecha contrato com a Embrapii/SENAI-SP para explorar o grande potencial do grafeno em resinas poliméricas

Gerdau, grafeno, senai


*Click Petróleo e Gás, por Roberta Souza - 18/01/2022

A Gerdau Graphene e a Embrapii/Senai-SP firmaram um contrato de parceria para desenvolvimento de materiais avançados de masterbatches com grafeno em resinas termoplásticas. A unidade localiza-se dentro do SENAI Mario Amato, em São Bernardo do Campo (SP), e compõe um centro focado em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, credenciado pela EMBRAPII (Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), uma referência no estado de São Paulo.

O projeto é a terceira frente de pesquisa da Gerdau Graphene, que tem um posto avançado no Centro de Inovação de Engenharia de Grafeno (GEIC) da Universidade de Manchester, no Reino Unido, e um novo centro tecnológico de aplicação industrial em parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), em São Paulo.

Com o SENAI, a meta é explorar o grande potencial do grafeno em resinas poliméricas, um dos principais campos de aplicação do nanografeno. Partindo da tecnologia desenvolvida pelo GEIC, a parceria irá trabalhar em fórmulas de dispersão para aplicações industriais. Os desenvolvimentos serão focados em resinas virgens, pós-industriais e PCRs nos polímeros PE, PP, PVC, PA, ABS, PS, PC, entre outros.

As propriedades do grafeno (altíssima área superficial, baixa densidade, alta razão de aspecto, alta propriedade mecânica, elétrica e térmica e boa compatibilidade com variadas matrizes poliméricas) possuem competência de revolucionar o setor, podendo ser aplicado em diversos  setores da indústria de plástico: embalagens rígidas e flexíveis, peças técnicas, eletrodomésticos, indústria automobilística e aeroespacial, entre outros.

Como atua a tecnologia
A tecnologia age em duas frentes: minimização do uso de grafeno para produzir e potencializar a utilização de materiais recicláveis, ambas com ganho na resistência e na sustentabilidade. Além de melhorar as características físico mecânicas, o grafeno apresenta também propriedades de barreira, proteção a intempéries, oxidação e UV e aumento de condutividade elétrica e térmica.

“Seremos referência em produtos de grafeno em escala industrial no Brasil e no mundo e, para isso, estamos criando uma rede de centros de pesquisa, um ecossistema de desenvolvimento do grafeno e de sua aplicação”, declarou Alexandre de Toledo Corrêa, diretor-geral da Gerdau Graphene.

“O SENAI, por sua expertise em polímeros, é um forte parceiro nesse sentido e constitui mais um passo para transformar ciência em aplicação, produzindo conhecimento, capacitando pesquisadores e construindo soluções junto à indústria nacional. Os primeiros produtos estarão no mercado ainda no primeiro trimestre de 2022 e teremos entregas de pesquisas com esta parceria a cada seis meses”, complementou.

O coordenador de Tecnologia do Instituto SENAI de Inovação em Materiais Avançados e Nanocompósitos, Gustavo Spina Gaudencio de Almeida, afirma que a unidade EMBRAPII SENAI/SP – Materiais Avançados participa da Rede de Institutos SENAI de Inovação e da Rede EMBRAPII/MCTI Grafeno, desenvolvendo pesquisa aplicada em Materiais Avançados, com amplo foco em grafeno, para utilização em diversas matrizes e aplicações.

“A Gerdau Graphene e o SENAI estão neste projeto para alavancar o uso do grafeno na indústria brasileira, aumentando seu nível de competitividade frente às oportunidades decorrentes dessa macrotendência mundial. A parceria firmada no final de 2021 proporciona grande oportunidade de desenvolver novos materiais, especificamente masterbatches para uso em polímeros de grande aplicação industrial, ressaltando a relevância do grafeno para o mercado”, afirmou.

Relação entre a Gerdau e o grafeno
Em menos de um ano de existência, a Gerdau Graphene já opera como integrador de toda a cadeia do grafeno, através de empresas, fornecedores, investidores, cientistas, potenciais clientes e órgãos públicos para tornar este nanografeno uma realidade nos mais variados processos industriais.

Além da tecnologia, a Gerdau opera focando em sustentabilidade. A Gerdau Graphene faz parte do portfólio de empresas da Gerdau Next, divisão de novos empreendimentos da Gerdau que tem por meta a diversificação do portfólio da multinacional brasileira com negócios adjacentes ao aço. Além de polímeros, atua também em produtos para construção civil, lubrificantes, elastômeros e tintas.

Taurus entrega 43 fuzis T4 à Polícia Penal de Rondônia

 

*LRCA Defense Consulting - 19/01/2022

O Diário Oficial do Estado de Rondônia, em edição de 14 de janeiro de 2022, publicou a aquisição de 43 fuzis T4 produzidos pela Taurus Armas S.A., no valor de R$ 381.871,39.

As armas serão destinadas ao Grupamento de Ações Penitenciárias Especiais (GAPE) de Rondônia.

A conclusão do projetos foi possível por meio de recursos obtidos com uma emenda parlamentar do policial penal deputado Anderson Pereira. 

No dia 30 de novembro, o Governo de Rondônia havia entregue, para a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), 852 pistolas Taurus TS9 calibre nove milímetros semiautomáticas destinadas aos profissionais que trabalham com escoltas, capturas, fiscalizações de apenados, e segurança nas unidades prisionais do Estado.

A Polícia Penal de Rondônia foi oficialmente criada através de lei estadual em 27 de outubro de 2021.

 



18 janeiro, 2022

Embaixador do Brasil nos EUA busca abordar estados após tensão com Congresso

Embaixador do Brasil nos EUA busca abordar estados após tensão com Congresso – 18/01/2022 – Mundo


*News.TVs-24 - 18/01/2022

O embaixador do Brasil em Washington, Nestor Forster, tem apostado na aproximação com governos e entidades estatais dos Estados Unidos, em uma estratégia para melhorar o diálogo e desviar a pressão que o Brasil vem sofrendo no Congresso americano. Vários parlamentares criticaram fortemente o presidente Jair Bolsonaro (PL) e pediram um esfriamento na relação entre os dois países.

Nos últimos meses de 2021, Forster fez pelo menos quatro viagens. O diplomata alternou viagens a estados governados por democratas (como Connecticut e Carolina do Norte) com áreas sob domínio republicano (como Carolina do Sul e Geórgia), mas é nestes últimos que tem obtido mais resultados.

Na Carolina do Sul, por exemplo, o embaixador assinou um memorando de entendimento para ampliar o intercâmbio comercial e de investimentos entre o estado e o Brasil No final de outubro – em 2020, as negociações entre os dois movimentaram US$ 910 milhões. Foi o primeiro mandato desse tipo já fechado com uma entidade subnacional dos EUA. “Continuaremos a trabalhar juntos em comércio e investimento e fortaleceremos nossa parceria”, disse o governador republicano Henry McMaster ao assinar o documento.

Crítico do presidente Joe Biden, McMaster vem lutando contra os mandatos obrigatórios de vacinação impostos pela Casa Branca para controlar a pandemia de coronavírus. A Carolina do Sul foi um dos estados que processou o governo federal e conseguiu barrar a demanda na Justiça.

“Estamos chocados com os excessos do governo Biden. Eu nunca vi um presidente agir além da lei assim. Nenhum residente da Carolina do Sul deveria ter que escolher entre seu trabalho e uma vacina contra a Covid-19”, disse o governador em novembro. . Ele também assinou uma portaria para proibir as agências estaduais de exigir que os funcionários vacinem.

O republicano ainda se mantém como defensor das agendas conservadoras. Ele pediu publicamente ao superintendente de educação do estado para investigar alegações de “trechos obscenos” em bibliotecas de escolas públicas; como exemplo, ele citou reclamações de pais sobre o livro “Gender Queer: A Memoir”, de Maia Kobabe, uma história em quadrinhos sobre transição de gênero. Ele também defende que a Suprema Corte revogue o direito ao aborto.

Na vizinha Geórgia, cujo governo também processou a Casa Branca para suspender os requisitos de vacinas, Forster se reuniu com representantes dos departamentos estaduais de Agricultura e Desenvolvimento no início de novembro.

Pat Wilson, comissário do Departamento de Desenvolvimento Econômico, disse à Folha ter sido homenageado pela visita do embaixador. Segundo ele, a relação do estado com o Brasil é antiga, pois a Geórgia tem um escritório em São Paulo há 25 anos. “Um grande número de empresas brasileiras emprega milhares de georgianos. A Taurus [fabricante de armas], a Guidoni [de recebimento de rochas ornamentais] e a Embraer [aviação] se tornaram uma parte importante da nossa comunidade”, disse.

Em estados sob comando democrata, como Carolina do Norte e Connecticut, a agenda do embaixador concentrou-se em visitas a fábricas – como a da Gerdau –, universidades e centros de pesquisa locais. “Assim como o Brasil, os EUA são um país complexo, com grande diversidade regional, e é importante que a embaixada busque ampliar sua presença junto às comunidades locais”, disse Forster.

As visitas fazem parte de um plano para ampliar o diálogo do Brasil com estados americanos e buscar mais parceiros fora de Washington. A determinação foi incentivada por Bolsonaro, que antes da pandemia também fazia visitas aos EUA em cidades distantes da capital.

O presidente esteve na Flórida em 2020 e um ano antes foi ao Texas – nesta última viagem, para receber um prêmio que seria entregue inicialmente em Nova York, mas teve a cerimônia alterada após pressão pública do prefeito democrata Bill de Blasio para que Bolsonaro não fosse à cidade. Os movimentos também buscaram reforçar o alinhamento com o ex-presidente Donald Trump; o brasileiro fez campanha abertamente pela reeleição do republicano, que acabou derrotado por Biden em novembro de 2020.

Para Fernanda Magnotta, pesquisadora do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), essa atuação de Forster pode fazer parte de um novo cenário global, em que as lideranças locais ampliam sua presença internacional, e também uma resposta às ações recentes dos governadores brasileiros. “Eles assumiram a liderança na importação de vacinas e buscaram ter protagonismo em pautas como a ambiental. Em Glasgow [na COP26], estava a delegação brasileira e representantes dos estados, muitas vezes dissonantes”, avalia.

Funcionários da embaixada também esperam que as viagens de estado ajudem a fortalecer as relações com os legisladores americanos no Congresso. Forster teve reuniões recentes com o senador republicano Lindsey Graham da Carolina do Sul e com o deputado democrata Bill Keatind, de Massachusetts.

O governo brasileiro tem sido alvo de fortes críticas no Congresso americano. Desde setembro, democratas do Capitólio enviaram pelo menos três cartas ao governo Biden, pedindo um distanciamento na relação entre os dois países. Na mais recente, no início de dezembro, oito senadores democratas pediram um “reset” diplomático e acusaram Bolsonaro de ser o responsável pelo aumento do desmatamento no Brasil e por ameaçar a democracia no país.

Como mostrou a Folha, os textos estão inseridos em um contexto de pressão feita por ativistas e grupos progressistas do partido do presidente americano.

O embaixador respondeu às críticas ao governo brasileiro, também com cartas, nas quais defendeu as ações de Bolsonaro e chegou a dizer que os parlamentares americanos estavam mal informados.

17 janeiro, 2022

Embraer, Boeing e Airbus disputam a renovação da frota da Croatia Airlines

 Croatia Airlines reduces operations amid coronacrisis


*EX-YU Aviation - 17/01/2022

A Croatia Airlines está em discussões com a Boeing sobre o possível pedido de aeronaves da família MAX como parte de seu processo de renovação de frota. De acordo com o portal “AvioRadar”, os dois lados estão conversando, pois a transportadora nacional croata deve selecionar qual tipo de aeronave será o núcleo de sua futura frota, após negociações semelhantes com a Airbus e a Embraer. 

“A Boeing está atualmente conversando com a Croatia Airlines sobre a renovação de sua frota de corredor único. Acreditamos firmemente que a família 737 MAX é a escolha perfeita para a rede de curta e média distância da Croatia Airlines. O 737 MAX oferece desempenho inigualável para mercados menores, com a possibilidade de aumentar a capacidade de aeronaves dentro da mesma família de aeronaves para atender ao aumento da demanda, que esperamos que ocorra no mercado croata nos próximos anos”.

A Croatia Airlines planeja renovar sua frota como parte de sua estratégia pós-Covid, que pode incluir a substituição de suas aeronaves Airbus e Dash 8 Q400. Tanto a Airbus, com seu jato A220, quanto a Embraer, com sua família E2, lançaram seus produtos para a transportadora croata. 

Espera-se agora que a companhia aérea tome uma decisão final sobre o tipo de jato antes de ter sua estratégia pós-Covid aprovada por seu proprietário - o governo croata. A Croatia Airlines operou pela última vez aeronaves Boeing no final da década de 1990, antes de mudar para a Airbus. A frota da companhia aérea uma vez consistia principalmente de Boeing 737-200s e turboélices ATR.

16 janeiro, 2022

Com grafeno, pistola Taurus GX4 é atração na Rio Innovation Week

O uso do grafeno na arma proporciona um melhor desempenho contra oxidação e dispensa a necessidade de lubrificação constante, evitando a corrosão e aumentando sua vida útil. Além disso, reduz o peso da arma e potencializa suas propriedades mecânicas, proporcionando maior dissipação de calor e resistência ao impacto.


*LRCA Defense Consulting - 16/01/2022

Entre os dias 13 e 16 de janeiro de 2022, a cidade do Rio de Janeiro recebe o Rio Innovation Week – RIW. A agenda conta com mais de 500 palestrantes, além da presença de 1.200 startups e 190 expositores. Considerado o mais completo evento de inovação e tecnologia para diferentes mercados já realizado na América Latina, o RIW está sendo realizado em espaço de 40 mil metros quadrados, no Jockey Club Brasileiro.

O Rio Innovation Week trouxe, para o mesmo espaço, segmentos do mercado que utilizam a tecnologia como base para crescimento dos negócios e expansão, além de criação de novas oportunidades e cenários. Assim, o evento é o grande palco para o que há de mais moderno no mercado de tecnologia e inovação. Inteligência artificial, tecnologias 4.0, construção de foguetes, biotecnologia e energia renovável, por exemplo, são apenas alguns desses segmentos.

Ministro Marcos Pontes e autoridades no estande da UCSGraphene e Zextec nano
 

Parceiras da Taurus estão expondo
A UCSGRAPHENE e a Zextec nano, empresas ligadas à UCS - Universidade de Caxias do Sul e parceiras da Taurus no desenvolvimento de armas com grafeno, também marcam presença no evento, com estandes para divulgação dos produtos e soluções relacionadas ao grafeno, criadas e desenvolvidas na Serra gaúcha. Entre os diferenciais, está a tecnologia com grafeno para limpeza e filtragem de água, retirando óleo e outros resíduos, bem como o emprego do material na fabricação de armamentos inovadores.

A UCSGRAPHENE é primeira e maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina instalada por uma universidade e faz parte do TecnoUCS – Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação. A estrutura – junto aos demais laboratórios de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico de toda a universidade, assim como a atuação do centro de tecnologia e equipe técnica das empresas parceiras Zextec e Znano – permite a rápida realização de testes e desenvolvimento de protótipos de armas.

A Zextec, que atua em parceria com a planta industrial da UCS em dezenas de outros projetos envolvendo o material, é uma empresa especializada em melhoria de processos industriais com foco no desenvolvimento de nano soluções relacionadas ao grafeno. Segundo o diretor da Zextec, Hugo Sousa, além da tecnologia com grafeno para limpeza e filtragem de água, estão sendo apresentados diversos outros avanços em projetos com o revolucionário material, como na área de vestuário e de armas. Ele destaca ainda que estão previstos para os próximos anos mais de R$ 2 bilhões de investimentos em projetos inovadores em parcerias da UCSGraphene com empresas.

Taurus GX4 - atração na Rio Innovation Week - é a primeira arma do mundo com grafeno

GX4 T.O.R.O. - Imagem apenas ilustrativa

Em breve, a Taurus lançará a pistola microcompacta GX4 T.O.R.O. Graf., uma nova versão do modelo de sucesso lançado em meados de 2021 no Brasil e nos Estados Unidos, desenvolvida pelo CITE - Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia BR/EUA da empresa. Nessa versão, a pistola estará pronta para óptica e será a primeira arma no mundo com o revolucionário grafeno na composição de seus componentes injetados e no tratamento superficial das peças metálicas. 

Um protótipo dessa arma (em versão sem óptica), exposto no estande da Zextec nano e da UCSGraphene, está atraindo a atenção dos visitantes da Rio Innovation Week.

O uso do grafeno proporciona um melhor desempenho contra oxidação e dispensa a necessidade de lubrificação constante, evitando a corrosão e aumentando a vida útil da arma. Além disso, potencializa as propriedades mecânicas, proporcionando maior dissipação de calor e resistência ao impacto, além de reduzir o peso da arma. Conforme informou a Taurus, o tratamento com grafeno tem um diminuto impacto no custo e agrega um alto valor ao produto.

Inovações não param por aí
Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus Armas, informou que a pistola GX4 TORO Graf terá um revestimento formado por uma nova e importante tecnologia: Cerakote composto com grafeno. O executivo informou também que sua empresa obteve exclusividade, com a Cerakote Brazil, para uso desta tecnologia  por um período de tempo que poderá ser de dois anos, garantindo assim mais uma vantagem competitiva.

O Cerakote, um produto de alta tecnologia desenvolvido nos EUA e já em uso pela Taurus Armas, era considerado, até então, o melhor revestimento do mundo contra abrasão, corrosão e ação de produtos químicos, proporcionando uma maior dureza e proteção ao material contra impactos de qualquer tipo. A adição do grafeno ao Cerakote maximiza essas propriedades, legando à arma uma robustez e uma rusticidade sem iguais no mundo.

Diferenciais da Taurus em futuras licitações
Tais características, aliadas à também revolucionária concepção tecnológica da Plataforma GX4 e ao seu protocolo militar de fabricação, irão ombrear com o imbatível custo de produção da Taurus e serão os grandes diferenciais da arma para disputar as cobiçadas licitações americanas e outras licitações internacionais que forem do interesse da empresa, como as da Índia e de outros países. 


Vídeo: Senador Flávio Bolsonaro conhece a pistola Taurus com grafeno

 


15 janeiro, 2022

Comandante da Aeronáutica recebe Embaixador da Índia

 


*Centro de Comunicação Social da Aeronáutica - 14/01/2022

O Embaixador da Índia, Suresh Reddy, foi recebido pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, em seu gabinete, no prédio do Comando da Força Aérea Brasileira (FAB), em Brasília (DF). O encontro aconteceu nesta quinta-feira (13/01) e tratou acerca do fortalecimento e da cooperação entre Brasil e Índia.

O Tenente-Brigadeiro Baptista Junior destacou a importância da visita do Embaixador. "O Embaixador da Índia é uma pessoa muito especial e ativa na relação com nossa Força Aérea e vem colocando-se na vanguarda dos nossos assuntos. Temos muita vontade de estreitarmos essa relação, tanto na parte tecnológica, quanto na espacial e de hipervelocidade, com meios materiais e treinamentos. Foi um grande prazer recebê-lo.

Em uma deferência especial, ele fez questão de trazer, pessoalmente, o convite para a Feira de Defesa e Segurança que vai acontecer em março na Índia. Trata-se de uma das maiores feiras do mundo, e certamente vamos enviar uma comitiva para nos representar e nos atualizar”, garante o Comandante.

O Embaixador salientou a parceria entre os dois países, bem como o fortalecimento nesta cooperação, que envolve a área de defesa. “Venho aqui para estender um convite pessoal do Comandante da Força Aérea Indiana ao Comandante da Força Aérea Brasileira para visitar a Índia. Que tenhamos sucesso nas atividades de cooperações bilaterais, incluindo tecnologia, treinamento de pessoal e muitas outras áreas”, finaliza.

Defesa e desenvolvimento: as faces de uma mesma moeda

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Prof. Dr. Marcos José Barbieri Ferreira


*SAAB - 17/12/2021

O brasileiro passa, em média, 10 horas e oito minutos conectado, segundo um estudo da Hootsuite em parceria com a We Are Social. É fato e de conhecimento público que a internet está incorporada ao cotidiano da sociedade. Mas, o que se sabe do nascimento desta rede que a cada dia ganha mais adeptos?

Sua origem se deu em 1969, na indústria de defesa e no mundo acadêmico. A conexão em rede, então chamada Arpanet, surgiu para transmitir dados militares sigilosos e interligar departamentos de pesquisa nos Estados Unidos. Além da internet, o desenvolvimento de outras importantes inovações a partir do setor de defesa, transbordaram para o mercado civil.

Para detalhar a temática de investimento em Defesa para o desenvolvimento de um país, conversamos com o Prof. Dr. Marcos José Barbieri Ferreira da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FCA/Unicamp) e coordenador do Laboratório de Estudos das Indústrias Aeroespaciais e de Defesa (LabA&D) da Unicamp. Especialista em indústrias aeroespaciais e de defesa, ele também ministrou duas aulas do módulo Economia de Defesa no curso de extensão universitária em Relações Internacionais, com foco em Defesa, promovido pela Saab em parceria com o Programa Interinstitucional (Unesp, Unicamp e PUC-SP) de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas.

1.    Qual a importância do investimento em Defesa para um país e sua população?


O investimento é essencial para fornecer meios de defesa de forma autônoma e garantir a soberania, integridade e capacidade de desenvolvimento para um país e a sociedade. O Brasil, que tem necessidades amplas e heterogêneas, precisa de equipamentos de defesa que estão na fronteira tecnológica. Assim, precisamos que os investimentos sejam ainda mais prementes. Além disso, os recursos financeiros na área de Defesa podem levar a uma capacitação direta da indústria, tanto pelo desenvolvimento e pela manutenção dos equipamentos militares, quanto pelo efeito de transbordamento para o restante da estrutura produtiva, o que chamamos de spin-offs. Como exemplo, temos os primeiros computadores do Brasil, que surgiram na década de 1970 em grande parte decorrentes dos aportes da Marinha e depois da Força Aérea, na busca pela autonomia de uso. O investimento em Defesa não se reflete necessariamente no PIB, mas as atividades de pesquisa e desenvolvimento na área de Defesa, envolvendo empresas, centros de pesquisa e universidades foram fundamentais para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países mais avançados.

2.    Qual é a sua avaliação quanto à inovação e ao processo de transferência de tecnologia do Programa Gripen brasileiro?

Temos uma dupla vantagem em relação ao Gripen. Primeiro, ele atende as nossas necessidades de plataforma aérea de combate com excelente relação custo-benefício. Segundo, trata-se de um projeto que vem permitindo a transferência de tecnologia por meio da participação de destacadas empresas brasileiras em diversas etapas de desenvolvimento da aeronave, incluindo engenharia estrutural, sistemas de visualização de interface homem-máquina e integração de armas, graças à parceria do Brasil com a Suécia. A execução do programa tem demonstrado que foi uma escolha acertada e uma parceria benéfica para todos. O Brasil se beneficiou do projeto Gripen e da transferência de conhecimento sueca. Por outro lado, acredito que a Suécia, a Força Aérea Sueca e a Saab também foram favorecidas pela capacitação e exigências brasileiras em todo o processo.

3.    Em julho, o senhor ministrou aulas no curso de Relações Internacionais, com foco em Defesa, do Programa Interinstitucional de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas, em parceria com a Saab. Qual a sua opinião sobre essa iniciativa que contemplou jornalistas da imprensa nacional?

Uma das funções básicas da universidade é informar à sociedade. Particularmente na área de Defesa, em que o acesso a informações é muito restrito a determinados grupos. Então, a aproximação com jornalistas é essencial para que possamos promover o conhecimento nesta área. Ao mesmo tempo, tivemos a oportunidade de aprender com eles, ouvir suas demandas e compreendendo melhor o tipo de informação que a sociedade necessita. Além de formar profissionais de comunicação, contribuímos para que eles, por meio de seu trabalho, levem informações de alto nível sobre o setor de Defesa à sociedade. Espero que iniciativas como essa também sejam feitas em outras áreas.

4.    Ainda sobre o curso de Relações Internacionais para jornalistas, qual a sua avaliação sobre a aula e a participação dos alunos?

Espero que todos tenham gostado e aproveitado tanto quanto eu. Foi uma excelente oportunidade para troca de ideias, com jornalistas especializados no setor contribuindo para o debate com perguntas técnicas, e os da imprensa tradicional trazendo questões-chave relacionadas ao contexto macro da Defesa. Foi muito proveitoso participar de uma iniciativa de fomento do conhecimento para imprensa e, consequentemente, para o país. O desenvolvimento da indústria da Defesa gera demanda, conhecimento, emprego e renda para toda sociedade. Por isso, terminei minha aula com a reflexão sobre o binômio “defesa e desenvolvimento são duas fases da mesma moeda”. Nenhum país do mundo conseguiu ter um, sem o outro. Por isso, espero que essa iniciativa contribua para que a sociedade brasileira veja a importância do setor da Defesa.

5.    A Suécia é reconhecida mundialmente pelo sucesso da execução do modelo tripla-hélice de inovação. Na sua opinião, como o Brasil poderia intensificar a conexão entre academia, indústria e governo?

Em uma ponta, temos que ter um setor público com efetivo poder de compra, isto é, com recursos e capacidade de demandar adequadamente. Isso significa ter uma estrutura de análise para definir o produto de acordo com a real necessidade do país. A indústria aeronáutica é um exemplo bem-sucedido desta prática. Em outra ponta do tripé, temos as empresas que precisam ser tecnologicamente desenvolvidas. No Brasil, há poucas. Um exemplo é a Embraer, única grande empresa nacional do segmento de alta intensidade tecnológica. Precisamos ter empresas desenvolvidas no país, como ocorre na Suécia. Não adianta ter capacidade de engenharia e de conhecimento se não há mercado para os profissionais trabalharem ou aplicarem as tecnologias desenvolvidas. As universidades e centros de pesquisa, por sua vez, precisam de recursos quando surge uma demanda do governo e do setor privado. No Brasil a Academia tem grande capacidade de formar recursos humanos, além realizar pesquisas básicas e, mesmo, aplicadas. Mas quando pensamos em inovação, não será a Academia a aplicá-la. São as empresas que ficam com esse papel, como vemos na aeronáutica. Neste segmento, temos uma grande empresa brasileira, em parceria com uma companhia estrangeira bem estabelecida. O Estado e a Força Aérea têm atuado de forma exemplar por meio da COPAC (Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate) e do IFI (Instituto de Fomento e Coordenação Industrial). Por fim a Academia, que participa ativamente deste processo.

6.    Quais são as principais necessidades da indústria de Defesa do Brasil?

As necessidades são amplas e heterogêneas. Temos de ter condições de operar na Amazônia, que é totalmente diferente de atuar na Caatinga, na área urbana do Sudeste ou no Sul. O Brasil é um país continental que tem uma população relativamente grande, com recursos naturais e estrutura produtiva complexa. Ademais, faz fronteira com dez países da América do Sul e possui uma costa marítima imensa. Essas características fazem com que tenhamos uma grande importância do ponto de vista geopolítico, particularmente no Atlântico Sul. Para que o Brasil possa se desenvolver, é preciso ter uma estrutura de defesa que dê retaguarda para que se faça de maneira autônoma. Por isso, precisamos de equipamentos e de meios de defesa sofisticados, que estão na fronteira tecnológica, como meio de fortalecer as Forças Armadas em todas as áreas. Entretanto, quanto mais estratégico for o produto, maior a dificuldade para adquiri-lo no exterior. Nós podemos, no limite, até importar coturnos ou munições, mas não devemos importar equipamentos estratégicos como aviões de caça, submarinos e sistemas de comando e controle. Entendo que devemos desenvolver e produzir esses equipamentos estratégicos no Brasil e, quando não tivermos condições nesse sentido, possamos firmar parceria com países aliados e importantes estrategicamente para a nação, como dispõe a Estratégia Nacional de Defesa de 2008.

7.    Qual a relevância da indústria de Defesa para as inovações do mundo?


Existem dois tipos de inovação: a disruptiva, que rompe com o que existe, que cria o novo, e a complementar, também importante. Primeiro temos uma ruptura e depois de estabelecido o novo modelo, temos as inovações complementares ao longo do tempo, como vemos com no contínuo aprimoramento dos celulares e automóveis. A inovação disruptiva tem um grau de incerteza extremamente elevado. Por isso, quem promove essas inovações é o Estado, em grande parte através das aquisições militares. A necessidade de ser superior ao oponente – que pode ser real, mas em geral é potencial – fica à frente do risco econômico. Uma parcela significativa de inovações disruptivas provém da Defesa. Por exemplo, 10 entre 13 das tecnologias disruptivas integradas nos IPhones tiveram origem neste setor. É um pouco como funciona a indústria farmacêutica. Bilhões e bilhões de dólares foram investidos por governos ao redor do mundo para financiar universidades e empresas no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19. Não por acaso, as indústrias da Defesa e Farmacêutica são de altíssima intensidade tecnológica e estão entre as que mais promovem as inovações disruptivas.

8.    Nos últimos anos, tivemos uma redução em inovações advindas do setor de Defesa. Qual sua avaliação sobre esse cenário? Pode exemplificar soluções desenvolvidas com foco na indústria de Defesa Naval e que, a partir do transbordamento de tecnologia, foram incorporadas ao cotidiano da sociedade? (Exemplos de spillovers).

Estamos em um processo de transformação e grande parte das inovações disruptivas ao longo da história surgiu da área de Defesa. No século XV, Henrique VII, investiu na produção de canhões dentro do processo de centralização do Estado, alavancando a indústria de ferro da Inglaterra para o que seria a base para a Revolução Industrial. No século XIX, a necessidade do exército estadunidense de ter rifles com componentes padronizados que pudessem ser intercambiados foi a base da produção em massa da Segunda Revolução Industrial. E a própria internet nasceu no final da década de 1960, quando a Advanced Research Projects Agency (ARPA) do Departamento de Defesa dos EUA desenvolveu uma rede descentralizada de computadores para conter situações de ataque a uma central. Essas inovações tiveram papel-chave e decisivo no processo de evolução da estrutura produtiva.

9.    Comumente, as inovações surgem do setor de Defesa para o ambiente civil. Mas, há exemplos de situação inversa?

Geralmente, o fluxo maior da inovação disruptiva é do militar para o civil. O inverso, ou seja, civil para militar ocorre quando precisamos de produção em maior escala e custos menores. Parte considerável do desenvolvimento de componentes microeletrônicos teve significativo avanço com a expansão dos bens de consumo. A Defesa, por exemplo, realizou altos investimentos que permitiram criar os primeiros componentes microeletrônicos, utilizados inicialmente nos sistemas de guiagem de mísseis. Posteriormente, os componentes microeletrônicos passaram a ser utilizados em celulares, computadores e diversos outros bens de consumo, sendo produzidos em alta escala. Então, dependendo do equipamento de defesa, fica muito mais barato utilizar componentes civis quando possível.

10. Quais são as suas expectativas para o setor de Defesa e/ou de Aeronáutica para os próximos anos?

Depende fundamentalmente de como a economia brasileira vai reagir a profunda estagnação econômica pela qual passa desde 2015. A pandemia da Covid-19 agravou ainda mais a crise econômica, o que vem sendo prejudicial, principalmente, para os projetos na área de Defesa. É fundamental ao país recuperar a capacidade de crescimento e, mais do que isso, que se tenha um projeto nacional de desenvolvimento. Isso porque, como já foi dito, defesa e desenvolvimento são faces de uma mesma moeda. Como é que se justifica gastos crescentes em defesa, se não há recursos para isso. Nós temos potencial e essa é a palavra-chave neste processo. Temos potencial para fazer o país voltar a crescer e se desenvolver. E não só potencial por ser um país grande, com recursos naturais, mas o potencial da capacidade de criação, de inovação, de empreendedorismo, de conhecimento. Na Academia, batalhamos para que esse potencial torne algo efetivo.

14 janeiro, 2022

Guarda Municipal de Timon recebe armamentos Taurus e CBC



*Portal R10, por Blog do Lucão

Após conseguir autorização da Superintendência de Polícia Federal do Maranhão, a Guarda Civil Municipal de Timon passa a usar armas de fogo do tipo Carabina Taurus CTT40 e Espingarda CBC Pump Military calibre 12. O investimento em armamento foi efetivado com recursos próprios da Prefeitura.

“O reforço no preparo técnico dos guardas municipais e a aquisição de novos armamentos vêm para  melhorar a logística da GCM, com a finalidade de garantir um maior poder de resposta no combate à criminalidade. A comandante da Guarda Municipal, Kelle Veras, tem buscado de forma permanente os meios necessários para aperfeiçoar o trabalho dos agentes, fortalecendo assim a corporação”, disse Júnior Bacelar, secretário de segurança pública de Timon

Ressalta-se que todos os guardas municipais passaram por treinamento e capacitação para o uso e manuseio dos armamentos.



Equipe de Certificação de Produtos Controlados da ABIMDE visita a Indios Pirotecnia

A partir da direita: Sr. Pedro Miranda, Diretor da Indios Pirotecnia; Cel Armando Lemos, Diretor Técnico; Cel Marcio Schiavon, Coordenador de Certificação; Mirian Pereira, Executiva Comercial; Carla Amorin, Coordenadora de Planejamento, e Lauro Favoreto, Gestor de Qualidade

*ABIMDE - 13/01/2022

A equipe de Certificação de Produtos Controlados da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa) visitou, na última terça-feira (11), a Indios Pirotecnia, em Arujá (SP). A empresa é fabricante de sinalizadores de salvatagem, sinalizadores náuticos, fumígenos, munições menos letais e pirotécnicos.

A equipe, coordenada pelo Diretor Técnico da ABIMDE, Coronel Armando Lemos, foi recebida pelo Diretor da Indios, Sr. Pedro Miranda. O grupo apresentou à empresa o novo ambiente regulatório e as vantagens de fazer a certificação de Produtos Controlados pelo Exército (PCE) por meio da ABIMDE.

A ABIMDE é acreditada pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e designada pela Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército para certificar todo escopo da Portaria Nº 189-EME, DE 18 DE AGOSTO DE 2020.

Entre os PCEs que podem ser certificados pela ABIMDE estão armas de fogo, munições, coletes e capacetes balísticos, blindagens automotivas, armas e munições menos letais, espargidores de pimenta, explosivos e pirotécnicos.

“Enquanto OCP (Organismo de Certificação de Produtos), a ABIMDE possibilita que as empresas ligadas à BID tenham seus produtos certificados com maior rapidez, agilizando o lançamento de novos produtos no mercado, aumentando a competitividade da indústria”, afirmou Coronel Lemos.

A partir de setembro de 2022, todos os PCE importados terão que ser certificados, seguindo as mesmas normas aplicadas aos produtos nacionais, uma antiga reivindicação da BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança). Este novo ambiente regulatório trará isonomia de tratamento dos produtos nacionais com os produtos importados.

EUA: Embraer busca marcas para família de aeronaves Energia

 


*AINonline, por Charles Alcock - 13/01/2022

A Embraer está buscando pedidos de registro de marca para sua família Energia, de aeronaves de emissões reduzidas, com advogados da fabricante brasileira lidando este mês com a recusa inicial do US Patent and Trademark Office (USPTO) de alguns aspectos das designações propostas com base em “risco de confusão”. Os aplicativos, publicados em 14 de dezembro de 2021, abrangem quatro modelos de nove a 50 assentos a serem movidos por uma mistura de sistemas híbridos elétricos, hidrogênio, turbina a gás de combustível duplo e sistemas de propulsão elétrica.

As solicitações que estão sendo processadas abrangem o avião regional E50-H2GT de 50 assentos movido a hidrogênio e o E19-H2FC de 19 assentos. A Embraer espera que eles entrem em serviço, respectivamente, em 2040 e 2035 e atendam rotas entre 200 nm e 500 nm.

A Embraer também está buscando a confirmação de marca registrada para um par de aeronaves de nove lugares que podem ser usadas para uma variedade de negócios, utilitários e aplicações sub-regionais. Ela espera obter a certificação do E9-HE híbrido elétrico de 500 nm até 2030 e ter o E9-FE totalmente elétrico de 200 nm pronto para entrada em serviço em 2035.

Em novembro, o USPTO publicou um pedido de patente cobrindo os planos da Embraer para uma nova aeronave vertical de decolagem e pouso curtos. O design, que difere drasticamente do modelo eVTOL de quatro passageiros em desenvolvimento por sua divisão Eve Urban Air Mobility, mostra dois conjuntos de aerofólios, um estendendo-se da seção dianteira da fuselagem e o outro servindo como uma empenagem. Entre os dois aerofólios, os desenhos mostram dois conjuntos de hélices, cada um conectado diretamente a uma unidade de propulsão não especificada.

O resumo do pedido de patente não especifica a fonte de energia proposta para a aeronave. Também não indica quantos assentos o modelo pode transportar, embora, sem que as dimensões sejam claras, o tamanho aparente da cabine pareça sugerir que é uma aeronave de aviação geral com talvez não mais do que meia dúzia de assentos.

13 janeiro, 2022

EUA: Taurus se une à FPC Constitution Alliance para apoiar programas pró 2ª Emenda


*FPC - Firearms Policy Coalition - 12/01/2022

Hoje (12), a Firearms Policy Coalition (FPC) anunciou que a Taurus, com sede em Bainbridge, Geórgia, uma holding que possui algumas das marcas de armas de fogo mais robustas disponíveis atualmente nos EUA, aderiu à família da FPC’s Constitution Alliance como Membro Benfeitor em apoio às ações legais e programas de advocacia da FPC para defender e avançar no direito de manter e portar armas.

Por meio de suas contribuições, a Taurus está apoiando ações legais pró-direitos, advocacia, engajamento de base e iniciativas educacionais em todo o país, incluindo a FPC Law - a primeira e única equipe jurídica de interesse público de escopo completo do país focada exclusivamente no direito de manter e suportar armas e direitos adjacentes.

“Os proprietários responsáveis ​​de armas de fogo estão envolvidos em uma batalha contínua com as forças anti-armas e anti-Segunda Emenda nos Estados Unidos há quase um século. Como proprietários de armas e defensores da defesa pessoal, estamos acostumados a defender e lutar por nossos direitos constitucionais em todas as frentes – desde o nível municipal e estadual até a mais alta autoridade judicial do país. O que não estamos acostumados é com a incrível escalada de ameaças contra nossas liberdades que está ocorrendo agora. Mais do que nunca, é vital que todos na comunidade da Segunda Emenda e na indústria de armas de fogo em geral coloquem seus ombros na tarefa de garantir que nossa segurança e liberdades individuais e coletivas permaneçam agora e para as futuras gerações de americanos", explicou Bret Vorhees, presidente e CEO da Taurus Holdings, Inc.

“Esse apoio generoso da Taurus ajudará a garantir que nossas equipes possam continuar a avançar agressivamente nos programas líderes de classe da FPC que lutam pela liberdade humana e pelo direito de manter e portar armas”, disse o presidente da FPC, Brandon Combs. “Desejamos agradecer à Taurus por se juntar à crescente coalizão de membros da FPC Constitution Alliance que estão comprometidos com o avanço dos direitos, liberdade e propriedade do povo.”

Organizações e parceiros do setor que desejam saber mais sobre como se tornar um membro da FPC Constitution Alliance são incentivados a entrar em contato com Lauren Hill, diretora de relações corporativas da FPC, por meio do site da FPC em https://www.firearmspolicy.org/alliance .

Indivíduos que gostariam de se juntar ao Exército de Base FPC ou doar para apoiar programas pró-Segunda Emenda para proteger e restaurar o direito de manter e portar armas devem visitar JoinFPC.org . Para saber mais sobre as ações judiciais da FPC e outras iniciativas pró-Segunda Emenda, visite FPCLaw.org e siga a FPC no Instagram, Twitter, Facebook e YouTube.

Sobre a Taurus

Com sede operacional e administrativa em uma nova fábrica de última geração em Bainbridge, Geórgia, a Taurus é líder do setor na fabricação de pistolas e revólveres inovadores para defesa pessoal, caça e tiro esportivo. De propriedade da Taurus Armas S.A., uma empresa brasileira de capital aberto, as armas de fogo Taurus estabeleceram novos padrões nos últimos anos para EDC e desempenho de pistolas e revólveres esportivos com modelos como as pistolas 9mm de polímero da série G, revólveres Raging Hunter e a Pistola de competição TX22, para citar alguns. Visite https://www.taurususa.com para saber mais e ver a incrível variedade de produtos disponíveis.

Sobre a FPC


A Coalizão de Política de Armas de Fogo (Firearms Policy Coalition - armaspolicy.org ), uma organização sem fins lucrativos 501(c)4, existe para criar um mundo de liberdade humana máxima, defender os direitos constitucionais, promover a liberdade individual e restaurar a liberdade. Os esforços da FPC estão focados no direito de manter e portar armas e questões adjacentes, incluindo liberdade de expressão, devido processo legal, buscas e apreensões ilegais, separação de poderes, confisco de ativos, privacidade, criptografia e governo limitado. Os integrantes da equipe FPC são defensores da próxima geração que trabalham para alcançar os objetivos estratégicos da Organização por meio de litígios, pesquisas, publicações acadêmicas, amicus briefing, ação legislativa e regulatória, ativismo de base, educação, divulgação e outros programas. FPC Law ( FPCLaw.org), é a maior equipe jurídica de interesse público do país focada no direito de manter e portar armas e líder no espaço de pesquisa e litígio da Segunda Emenda.

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