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O presidente Jair Bolsonaro ganhou, na última sexta-feira (09), um revolver calibre .38. A arma - personalizada com o nome e a foto do Presidente, além de cabo em madeira e uma referência ao seu número eleitoral e investidura - foi presente do CEO Global da Taurus Armas, Salesio Nuhs, ofertado durante a abertura da 1ª Feira Brasileira do Grafeno, que está sendo realizada em Caxias do Sul (RS) até o dia 16 de julho.
O Revólver Taurus RT838 tem calibre .38 SPL, capacidade de 8 tiros e é produzido com acabamento inoxidado alto brilho e fosco.
O “II Encontro Pró-armas pela Liberdade” ocorreu na manhã dessa sexta-feira (9) em Brasília. O evento, que teve início por volta das 10h da manhã, tinha como objetivo defender o direito do cidadão ao porte de arma para defender a si e sua família. Segundo os organizadores, cerca de 20 mil pessoas estiveram no local.
Após a concentração em frente à Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, os manifestantes caminharam em direção à Esplanada dos Ministérios e terminaram o ato no Palácio do Planalto.
Passaram pelo evento figuras como os deputados Eduardo Bolsonaro, Carla Zambeli, o vereador Nikolas Ferreira e o presidente do PTB, Roberto Jefferson, além de outros parlamentares.
O presidente da Associação e Movimento Pró Armas (AMPA), Marcos Pollon, durante o Boletim da Noite de sexta-feira (9), apontou a importância de conscientizar a população sobre o armamento. O especialista também destacou o constante movimento da esquerda para privar o homem e mulher de bem do direito à liberdade de se defender.
“Até a Convenção Interamericana de Direitos Humanos, que, convenhamos, é progressista, reconhece o direito à legítima defesa, e no Brasil, quando você tenta levar essa discussão para o Congresso, vem um deputado federal, como um que hoje é prefeito de Recife, e diz: ‘Não, na Constituição a legítima defesa é inconstitucional, porque põe em risco a vida do bandido!'”, lamentou o especialista.
Por outro lado, Marcos Pollon também apontou ser possível ver pessoas se levantando e entendendo a importância da pauta do armamento. O especialista ressalta, no entanto, que para brigar por qualquer outro direito faz-se necessário possuir meios eficazes de defender esses direitos.
“Isso é fácil de verificar olhando para a Constituição americana, em que você tem a Primeira Emenda, que lhe assegura a liberdade de expressão. Mas como você vai defender esse direito? Através da Segunda Emenda [onde diz que o direito do povo de manter e portar armas não deve ser infringido]”, concluiu Pollon.
O grafeno é uma das formas alotrópicas do carbono, assim como o
diamante, o carvão e o grafite (do qual é derivado), caracterizando-se
pela organização hexagonal dos átomos. Trocando em miúdos, ele tem a
capacidade de se apresentar sob formas diferentes. Foi isolado pela
primeira vez em 2004, na Inglaterra, pelos cientistas Andre K. Geim e
Konstantin S. Novoselov, em uma pesquisa que ganhou o Prêmio Nobel de
Física.
Tem elevada transparência, é leve, maleável, resistente
ao impacto e à flexão, ótimo condutor térmico e elétrico, em meio a
inúmeras vantagens mais. Ganhou fama e é, hoje, considerado o material
mais leve e forte do mundo, 200 vezes mais resistente do que o aço,
superando mesmo o nobre diamante. Uma folha de grafeno de 1m² pesa
0,0077 gramas, mas, pasmem, é capaz de suportar até 4 quilos.
É
também o material mais fino que existe — tem a espessura de um átomo ou 1
milhão de vezes menor que um fio de cabelo. Sua elevadíssima
condutividade elétrica se deve ao fato de os elétrons se moverem em seu
interior sem, praticamente, nenhuma resistência e, aparentemente, sem
massa.
As propriedades mecânicas, elétricas, térmicas, ópticas do
grafeno superam materiais convencionais em diversas aplicações. Além
disso, tais qualidades podem ser combinadas em um único material,
componente ou sistema.
Assim, diante desse crème de la crème dos
materiais, as aplicações são promissoras tanto para o aperfeiçoamento de
tecnologias existentes, quanto para a criação daquelas disruptivas.
Conheça mais sobre o grafeno na primeira parte do vídeo produzido pela TV Brasil. Na semana que vem, será publicada a segunda parte, vcom ênfase nas suas múltiplas aplicações.
Feira do Grafeno formaliza estímulo a pesquisas com material
Começou hoje e vai até a próxima sexta-feira a Primeira Feira Brasileira do Grafeno, na Universidade de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. A abertura oficial ocorreu durante a tarde, com a participação do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes.
Bolsonaro afirmou ter grande expectativa sobre o desenvolvimento da cadeia produtiva do produto.
Durante a cerimônia, foram assinados quatro documentos. O primeiro foi um convênio para desenvolver o uso medicinal do grafeno, com investimento de mais de 1 milhão e 800 mil reais. O segundo documento foi um acordo de parceria entre diversas instituições de pesquisa pelo país.
O ministro Marcos Pontes também assinou a portaria que instituiu o programa Inova Grafeno, para desenvolver as cadeias produtivas do grafeno e outros materiais à base de carbono. E Bolsonaro criou, por decreto, a Política de Materiais Avançados, para fabricar produtos com o uso de novas tecnologias.
Marcos Pontes afirmou que o grafeno tem grande potencial de retorno financeiro.
Em entrevista à TV Brasil Gov, o coordenador-geral de Tecnologias Habilitadoras do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Felipe Belucci, explicou o que é o grafeno e como o material pode ser usado.
O evento também marcou a inauguração da UCSGraphene. É a primeira fábrica de grafeno em escala industrial da América Latina.
No âmbito do programa Sea Sultan, a Marinha do Paquistão busca converter até 10 Embraer Lineage 1000 em aeronaves de patrulha naval (MPA) e de guerra anti-submarina (ASW), para substituir sua frota de 6 Orions P-3A.
Segundo a A / I Board PSF, a Marinha do Paquistão concedeu o contrato à empresa Leonardo, da Itália, para a conversão das 3 aeronaves executivas Embraer Lineage 1000 para MPA / ASW. Um dos aviões já está no Paquistão.
O contrato inclui inicialmente a aquisição de duas aeronaves Embraer Lineage 1000 de fornecedores internacionais e o projeto, modificação, instalação, integração e comissionamento das três aeronaves em sua nova função.
O contrato de manutenção, reparo e revisão (MRO) para as três aeronaves, antes da modificação, foi concedido ao Grupo Paramount da África do Sul. Pode incluir opções para fazer as mesmas modificações em sete outras aeronaves que a Marinha do Paquistão pretende comprar no futuro.
Embraer Lineage 1000, uma plataforma poderosa e espaçosa para conversão para várias funções militares.
A notícia havia sido noticiada pela Aviacionline em outubro do ano passado, quando o chefe naval da Marinha, almirante Zafar Mahmood Abbasi, informou que a Marinha substituiria sua frota P-3C Orion por 10 aviões comerciais convertidos, o primeiro dos quais já havia sido encomendado. Porém, na época, ele não identificou o tipo de aeronave.
Sea Sultan A primeira etapa do projeto foi a publicação de uma licitação para um avião bimotor a jato com peso máximo de decolagem (MTOW) de 54.500 a 63.500 quilos e autonomia de mais de 4.000 milhas náuticas (6.437 km).
A PN (Marinha do Paquistão) também acrescentou que os 'principais componentes' da aeronave, como motores, sistema de controle de vôo, trem de pouso e outras peças críticas, devem estar livres da cobertura ITAR (Regulamento de Tráfego). Armas internacionais dos EUA )
Para a segunda etapa, o PN modelaria a suíte a bordo do novo Sea Sultan após a do RAS-72 Sea Eagle. O RAS-72 é uma aeronave de patrulha marítima (MPA) baseada no ATR-72; a PN contratou a Rheinland Air Service (RAS) GmbH na Alemanha para o trabalho de conversão em 2016.
Mas parece que agora os planos mudaram, já que a Leonardo foi a empresa escolhida para realizar as modificações e, com certeza, para integrar seus próprios equipamentos de sensor, comando e controle e comunicações.
A empresa italiana também oferece uma versão de patrulha marítima derivada do ATR-72-600, o ATR-72MP (da Patrulha Marítima); então, parece que a oferta de Leonardo acabou superando o RAS alemão.
Será muito interessante se, desse programa, surgir uma família de aeronaves que possa ser colocada, no mercado de aeronaves de missão especial, como uma etapa intermediária entre os Boeing P-8 e E-7 e os derivados do ATR-72 e C295 Persuader.
*LRCA Defense Consulting - 09/07/2021 (atualizado às 18h16)
O CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, e o reitor da Universidade de Caxias do Sul, Evaldo Antonio Kuiava, receberam, nesta sexta-feira (09), o presidente da República, Jair Bolsonaro, na abertura da 1ª Feira Brasileira do Grafeno, que acontece de 09 a 16 de julho em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.
A abertura oficial do evento contou com a presença também do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, além de diversas outras autoridades, que conheceram os projetos que estão sendo feitos com grafeno, material à base de carbono que está revolucionando a indústria mundial, considerado um dos mais fortes e leves do mundo, tido como 200 vezes mais resistente que o aço e o mais fino que existe, entre outras propriedades.
Logo após fazer a abertura da fita de inauguração da Feira e descerrar a placa comemorativa ao evento, o Presidente Jair Messias Bolsonaro visitou os estandes da Taurus Armas e da Taurus Helmets.
No primeiro, o CEO Global da empresa, Salesio Nuhs, apresentou algumas armas que já estão sendo testadas com a adição de grafeno, explicou sucintamente as vantagens do revolucionário material para a indústria de armamento e presenteou o Presidente com um protótipo de uma pistola Taurus G3 já fabricada com o produto em sua composição.
No estande da Taurus Helmets, fabricante de capacetes subsidiária do grupo Taurus, o CEO da empresa apresentou alguns capacetes fabricados com grafeno e também presenteou Jair Bolsonaro com um exemplar personalizado com a Bandeira do Brasil e com a assinatura do Presidente do Brasil, que fez questão de colocá-lo na cabeça e posar para fotos. Este capacete deverá ser usado pelo Presidente Bolsonaro na "motociata" prevista para amanhã (10/07) em Porto Alegre.
Segundo Salesio Nuhs, a utilização do grafeno na produção de armas de fogo será uma revolução neste mercado e as pesquisas estão bastante avançadas, com testes já sendo realizados e apresentando bons resultados. "O desenvolvimento de aplicações de grafeno nas armas de fogo será um divisor, um fato muito relevante para o mercado mundial de armas curtas. O principal pilar estratégico da Taurus é a pesquisa, desenvolvimento e inovação. Neste sentido, um dos grandes diferenciais é o nosso Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia (CITE), que possibilita a empresa ter agilidade no desenvolvimento de produtos e tecnologia, sempre com foco nos desejos dos clientes e em linha com as mais avançadas soluções tecnológicas do mundo. A aplicação do grafeno elevará ainda mais a qualidade e eficiência na fabricação dos nossos produtos", afirma Nuhs, CEO Global da Taurus.
Em mais uma ação de responsabilidade social, a Taurus, uma das principais fabricantes de armas leves do mundo, doará 96 toneladas de alimentos e produtos de higiene/limpeza para ajudar famílias carentes cadastradas pelas Prefeituras de São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Esteio e Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, diante da pandemia de COVID-19.
Campanha Solidariedade em Dobro - 2ª edição Os produtos foram arrecadados de 16 de junho a 1º de julho na campanha
"Solidariedade em Dobro", realizada pela Taurus com seus colaboradores,
que doaram 21 toneladas, e fornecedores, que contribuíram com mais 11
toneladas. A Taurus dobrou o total angariado na ação (mais 64
toneladas). A doação dos mantimentos ocorrerá em três etapas, sendo 32
toneladas entregues no mês de julho e o restante em agosto e setembro.
Nesta quinta-feira, 8 de julho, a empresa realizou em sua sede, em São Leopoldo, uma cerimônia simbólica para a entrega das doações às autoridades dos municípios. Na ocasião, estiveram presentes o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, o prefeito de Cachoerinha, Miki Breier, o prefeito de Sapucaia do Sul, Volmir Rodrigues, e o vice-prefeito de Esteio, Jaime da Rosa.
A iniciativa foi realizada por meio do Comitê de Prevenção ao COVID-19 da Taurus, criado em março de 2020, no início da pandemia no Brasil, e que se dedica a proteção dos funcionários, seus familiares e da sociedade.
"Estamos muito felizes com o resultado de mais esta campanha, com o forte engajamento dos nossos colaboradores e fornecedores e, principalmente, em saber que tantas famílias que estão passando por momentos difíceis serão beneficiadas. Como Empresa Estratégica de Defesa, a Taurus tem um forte compromisso com a sociedade brasileira e iniciativas como essa fazem parte da nossa responsabilidade social. Queremos devolver para a sociedade parte daquilo que ela nos dá como empresa. O crescimento da Taurus está diretamente relacionado com desenvolvimento de seus funcionários, fornecedores, comunidade, acionistas e clientes", afirma Nuhs.
Esta é a 2º edição da campanha solidária promovida pela empresa que, consciente da importância de seu papel na atividade empresarial e na sociedade, vem ampliando seu trabalho de responsabilidade social com ações voltadas para atender as demandas das comunidades próximas de sua unidade.
Em 2020, a Taurus realizou a doação de 14.310 quilos de alimentos e produtos de higiene e limpeza para cinco entidades assistenciais de São Leopoldo (Fundação Casa Aberta, Turma do Sopão, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE de São Leopoldo, Lar São Francisco de Assis, CCEI Talitha Kum e Instituto Educacional Espírita - IEDE).
Em abril de 2021, a empresa também entregou mais de 1.500 cestas básicas e 260 caixas de bombom para entidades assistenciais da região do Vale dos Sinos, com o intuito de ajudar as famílias que mais necessitam e minimizar, dentro do possível, os impactos sociais e econômicos nesse momento de pandemia. Uma empresa voltada para a solidariedade A Taurus promoveu, durante esse momento difícil da pandemia de COVID-19 no Brasil e no mundo, diversas outras ações com o intuito de contribuir socialmente e economicamente com o Estado do Rio Grande do Sul.
Foram mais de 90 ações de prevenção implementadas que envolvem desde medidas de distanciamento social e de higiene, consumo de 6 mil litros de álcool gel disponíveis em 420 diferentes pontos na companhia, sanitização semanal em todos os ambientes feita por empresa especializada com a utilização de quase 150 mil litros de desinfetante, doação de equipamentos para aumentar a capacidade dos leitos de UTI da região do Vale do Sinos, doação de 6 mil testes de diagnóstico do COVID-19 para Fundação Hospital Centenário de São Leopoldo e de um tanque de 1,5 mil metros cúbicos de oxigênio, em parceria com outras empresas, produção e doação, em trabalho conjunto com o Exército Brasileiro e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de 500 mil protetores faciais modelo Face Shield para nove estados brasileiros, entre outras. Ao todo, foram mais de R$ 15 milhões em doações realizadas pela Taurus.
Recentemente, a Elbit Systems confirmou a venda de um lote de veículos blindados de rodas (VCBR) para a República de Gana. No total, serão fornecidas 19 unidades ao Exército de Gana para serem utilizadas no transporte de tropas, missões de reconhecimento e combate ao terrorismo, bem como outras ameaças que incidem na fronteira com o Burkina Faso.
O lote de 19 unidades é dividido em duas versões na configuração 6 × 6 e 8 × 8. No caso da primeira, a Elbit Land Systems fornecerá o VBTP-MR Guarani fabricado pela Iveco Defense Vehicles em sua fábrica em Sete Lagoas (MG), Brasil. Os veículos blindados serão equipados com a estação de controle remoto de armas REMAX, projetada e fabricada pela empresa brasileira Ares.
O modelo e a versão do resto dos veículos na configuração 8 × 8 não foram confirmados. No entanto, provavelmente irá equipar algumas das soluções que a Elbit Land Systems oferece no segmento. Nesse sentido, vale destacar a torre não tripulada UT30MK2, projetada para uso em veículos blindados de transporte de pessoal.
Ao longo de 2020, diversos meios de comunicação noticiaram as negociações entre as autoridades ganenses e representantes da empresa israelense. Informavam que a venda, recentemente confirmada, seria realizada por meio de um empréstimo oferecido pelo Banco de Desconto de Israel ao governo de Gana, exigindo seu tratamento e aprovação do Parlamento. A operação, que giraria em torno de US$ 74 milhões, teria o apoio da Corporação Israelense de Seguros de Riscos de Comércio Exterior, agência estatal cujo objetivo é reduzir os riscos econômicos e políticos para aumentar as exportações do Estado de Israel.
Com a confirmação da operação pela Elbit Systems, a República de Gana acrescentará ao Exército o VBTP-MR Guarani, de fabricação brasileira. Atualmente, além do Brasil como principal usuário, deve se juntar as Filipinas, que confirmou a aquisição de 28 unidades da Guarani em fevereiro de 2021.
*LRCA Defense Consulting, com Marco Nepomuceno - 08/07/2021
Em live hoje com a Necton Investimentos, o CEO Global da Taurus Armas S.A., Salesio Nuhs, discorreu sobre a revolução que o grafeno poderá trazer à indústria de armamento leve, pois, além do emprego direto nas armas, poderá também ser aplicado em parte dos equipamentos da linha de produção, o que reduzirá ainda mais os custos finais da empresa.
O CEO também afirmou que a Taurus já estava pesquisando sobre o grafeno quando descobriu que a Universidade de Caxias do Sul possuía um projeto em fase adiantada de desenvolvimento. Então, foi só oficializar a parceria e unir os esforços.
Ao explicar em maiores detalhes sobre o emprego do grafeno, Salesio afirmou que a Taurus trabalha em três cenários, todos muito positivos:
1. Nos revestimentos de peças, em substituição ao tratamento superficial, proporcionando uma dissipação de calor mais rápida, menor desgaste e maior proteção contra corrosão.
2. Nos equipamentos que produzem as peças (Metal Injection Molding): o grafeno sendo usado na injeção das peças leva a um desgaste muito menor nos moldes e, também, à diminuição do tamanho das máquinas.
3. Com o grafeno misturado aos polímeros há muitas vantagens, como: aumento de resistência, menor peso e maior resiliência do material (maior flexibilidade, ou seja, menor deformação).
Complementarmente, Salesio também discorreu sobre outros aspectos atuais da empresa, como endividamento, caixa, etc.
O primeiro carro-forte 100% elétrico do mundo foi lançado neste mês e irá operar sem emissão de poluentes, equipado pela WEG, com o sistema Powertrain, formado por um motor elétrico que entrega 330 KW de potência mais o inversor de frequência automotivo. O protótipo foi concebido pelo Grupo Protege em parceria com a Eletra, responsável pela engenharia, integração e desenvolvimento do projeto.
Com autonomia de 75 quilômetros, tempo de recarga plena de 2h30 e emissão zero de gases poluentes na atmosfera, o veículo quando se encontra em operação, o sistema de baterias é continuamente recarregado pela tecnologia de frenagem regenerativa. Essa tecnologia amplia a sua autonomia e consome menos energia elétrica para o abastecimento.
Um dos principais impactos do carro-forte elétrico é o benefício para o meio ambiente. A redução média na emissão de carbono será de 1,4 toneladas de CO² por mês.
Inspirado na evolução da indústria automobilística, com a fabricação de ônibus e caminhões elétricos, o carro-forte elétrico é tracionado por um Powertrain WEG cuja única fonte de energia é um banco de baterias, instalado a bordo do veículo.
A substituição do diesel por tração puramente elétrica também refletirá em redução dos custos operacionais: o Grupo Protege tem uma expectativa de redução de 65% no valor gasto por km rodado. Além da economia de combustível, outra possível vantagem que será estudada no projeto piloto é a performance operacional do veículo, uma vez que o sistema de tração elétrica requer menor tempo de parada para manutenções.
Com longa tradição no fornecimento de sistemas de tração elétrica para caminhões, ônibus, trólebus, trens e navios, a WEG agora insere em seu portfólio mais um importante projeto de mobilidade elétrica. “Este é mais um importante projeto para nossa consolidação no fornecimento de powertrain para as mais variadas aplicações e tipos de veículos elétricos”, afirma Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.
Durante 18 meses, profissionais da Protege em conjunto com a Eletra Industrial, investiram mais de R$ 1 milhão no desenvolvimento do veículo blindado elétrico.
Todo o projeto foi concebido para valorizar a sustentabilidade e ser uma alternativa para os próximos anos. O modelo foi estruturado em um chassi de carro-forte retirado de circulação, mitigando danos ambientais e incentivando o reaproveitamento de peças. Todos os elementos que não foram contemplados no novo projeto, como motor a diesel, por exemplo, foram destinados para reciclagem. O novo layout também foi elaborado para propiciar maior segurança, mobilidade e conforto a equipe de vigilantes.
“Trata-se de um projeto olhando para o futuro, alinhado com uma tendência mundial de pensar em soluções de menor impacto ambiental”, diz Marcelo Baptista de Oliveira, presidente do Grupo Protege. “Além da emissão zero e investimento em tecnologia 100% nacional, fizemos o retrofit de um chassi desmobilizado e encaminhamos o motor diesel e o sistema de transmissão anteriores para reciclagem.”
Sobre o Grupo Protege Fundado em 1971, com cerca de 12 mil colaboradores e presente em todas as regiões do país, o Grupo Protege tem atuação diversificada que engloba logística, processamento e custódia de valores, serviços aeroportuários, segurança patrimonial e eletrônica, além de formação de profissionais e terceirização de mão de obra para as atividades relacionadas à segurança. O Grupo Protege é formado por quatro empresas: Protege, Provig, Proair e Protege Serviços Especiais.
Sobre e-retrofit Eletra A Eletra é uma empresa brasileira com mais de 20 anos de experiência na fabricação de ônibus elétricos, híbridos e trólebus, com tecnologia 100% nacional. A Eletra oferece também os serviços mais rápidos e econômicos do mercado para a conversão de caminhões a diesel em veículos 100% elétricos ou híbridos – o Retrofif Eletra. É uma empresa brasileira de tração elétrica fundada em 1999, em São Bernardo do Campo (SP), por um grupo empresarial com um século de atuação em transporte público. Essa experiência garante soluções completas e flexíveis para todo tipo de operação de transporte sustentável de passageiros e de carga.
O serviço prestado pela Guarda Civil Municipal de Vitória (GCMV) agora conta com uma nova ferramenta para continuar contribuindo com a segurança da capital. O Cerco Móvel, lançado na tarde desta terça-feira (6), na Prefeitura de Vitória, passa a fazer parte das operações.
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (Semsu) vai disponibilizar uma ferramenta que faz a leitura de placas de veículos, checando irregularidades e emitindo alerta para que os agentes de rua realizem a abordagem para averiguação.
"Atualmente, o dispositivo foca na questão do furto e do roubo de veículos, identificando as placas com restrição. Contudo, em breve, queremos identificar, também, veículos com documentos irregulares, sem licenciamento, sem pagamento de IPVA, o que vai contribuir para evitar que isso atrapalhe a arrecadação do município", afirmou o secretário municipal de Segurança Urbana, Ícaro Ruginski.
"Estamos desde o dia 9 de junho sem crime violento na cidade. É mérito da união das forças de segurança, é um dado de cidade europeia. A Guarda Municipal deu um salto de qualidade e, hoje, apresenta índices. Queremos colocar a Guarda a dispor de vocês, das instituições de segurança. Sozinhos não chegaremos a lugar nenhum", disse o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini.
Queda nos números Em comparação com o primeiro semestre de 2020, a GCMV registrou um aumento de 66,7% no número de veículos recuperados este ano. Foram 80 veículos em 2021, contra 48 de janeiro a junho do ano passado.
Na agenda, estiveram presentes membros das polícias Civil e Militar, da Polícia Rodoviária Federal, vereadores e representantes de entidades ligadas ao transporte por aplicativo.
Armamento No lançamento do Cerco Móvel, também foi entregue novo armamento não letal para a GCMV. São 60 armas de choque Spark fabricadas pela Condor Tecnologias Não Letais, que estarão disponíveis para o trabalho de rua.
A Spark é um dispositivo elétrico incapacitante que emite pulsos elétricos à distância, a partir de dois dardos disparados, conectados ao suspeito por meio de fios. A Spark atua sobre o sistema neuromuscular causando fortes contrações musculares, permitindo a incapacitação temporária do suspeito pelo Agente da Lei.
Arma de choque Spark
Investimento Desde o início da gestão, os agentes de Proteção Comunitária da Guarda Municipal foram equipados com novo armamento - pistolas Taurus Hammer TH.40 e espingardas CBC Pump Military calibre 12 - e instrumentos não letais (espargidores de pimenta) fabricados pela Condor Tecnologias Não Letais. Para os agentes de Trânsito, foram adquiridos etilômetros.
Pistola Taurus Hammer TH40
Espingarda CBC Pump Military
A logística das equipes de rua foi reajustada com a definição dos pontos base e ações prioritárias elencadas de acordo com as demandas.
Seis carros para atividades administrativas da Guarda foram adquiridos com recursos obtidos pelo senador Marcos do Val.
A Ronda Ostensiva Municipal (Romu) foi oficializada e está em processo de formação, com turma prevista para se formar na segunda quinzena de julho. Ela vai atuar em situações de conflito e em locais de maiores riscos, o que vai contribuir para reduzir cada vez mais os índices de violência na capital.
Dois cães da raça pastor-belga-malinois, que também vão participar das ações da Romu, foram adquiridos por doação da Polícia Militar do Rio de Janeiro e estão em fase de treinamento para faro de entorpecentes em operações.
No dia 29 de junho, a IMBEL, por meio da Fábrica de Itajubá, realizou a entrega de um lote do Fuzil de Assalto 5,56 IA2, referente ao Termo de Execução Descentralizada (TED) nº 01/2020, firmado entre ela e o Comando Logístico do Exército Brasileiro - COLOG.
O objeto desse TED é a fabricação e distribuição de 5.308 (cinco mil trezentos e oito) unidades do Fuzil de Assalto 5,56 IA2 e dos respectivos conjuntos de manutenção de 1° escalão (57 unidades), 2° escalão (07 unidades) e 3° escalão (03 unidades).
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, se reuniu nesta terça-feira (6) com executivos da AVIBRAS Indústria Aeroespacial. Com 60 anos de experiência, a empresa aposta na parceria entre o setor público, a indústria e a academia para desenvolver o mercado espacial no país. Parte da diretoria participou da reunião de forma remota e o diretor de Relações Institucionais da empresa, Eduardo Leonetti esteve presente no ministério.
Durante sua fala Leonetti apresentou o “Programa de Incentivo ao Mercado Espacial Brasileiro – PRO ESPAÇO”. Segundo ele o projeto se inspira no PROINFA Eólica que apresentou um conjunto de iniciativas no setor que colaboraram para que o Brasil ocupe atualmente, a 7ª posição no ranking mundial de capacidade instalada de produção e energia eólica.
O PRO ESPAÇO sugere um círculo virtuoso com a capacitação, aumento de competitividade e acesso ao mercado. Previsibilidade com a criação de mercado de longo prazo. Incremento na economia com a consolidação da indústria nacional e geração de empregos, domínios de tecnologia e inovação. Além da promoção da sustentabilidade com a encomenda de serviços e produtos que geram benefícios para a sociedade.
Dentre os desafios do setor a empresa citou restrições orçamentárias, falta de financiamento, falta de demanda organizada, necessidade de programas de Estado, dentre outras. “Queremos aumentar a competitividade da indústria brasileira, assegurar o domínio de tecnologias críticas, reduzir a dependência de serviços do exterior e criar um mercado sustentável”, afirmou Leonetti.
O diretor-presidente da Avibras, João Brasil Carvalho Leite, fez questão de reforçar que o PRO ESPAÇO é um projeto da indústria. “Prevemos ações em parceria com o governo, mas essa é uma proposta de cunho privado. Existe um potencial muito grande no setor aeroespacial. E projetos como este expandem nossa capacidade de fazer pesquisas e desenvolvimento numa maneira fantástica”, declarou Leite.
Para o ministro do MCTI, a proposta da AVIBRAS chegou na hora certa. “Estamos vivendo um momento diferenciado no programa espacial brasileiro. Programas como o PRO ESPAÇO vão de encontro ao que propomos que é o fortalecimento de uma cadeia inteira de produção. Eu sempre digo que não tem como um projeto ir para frente se depender apenas do setor público. Existe a necessidade de investimentos privados em parcerias”, avaliou Pontes que ainda acrescentou a similaridade do projeto com o que o governo vem trabalhando no setor aeroespacial brasileiro.
“É isso que buscamos. O conjunto de Centro Espacial, com estrutura de lançamento, com o desenvolvimento de uma cadeia produtiva para veículos lançadores para satélites ou cargas úteis que podem ser desenvolvidas”, declarou.
Presente na reunião o secretário de Estruturas Financeiras e de Projetos do MCTI, Marcelo Meirelles, lembrou que apesar da proposta estar alinhada ao que o governo planeja é preciso haver demandas. “Temos diversos instrumentos que podem ajudar este projeto, mas é muito importante que a empresa tenha a resposta da necessidade de financiamento para qual produto ou serviço. E o mais importante, vai vender para quem”, indagou.
Também presente na reunião, o coordenador-geral de Tecnologias Estratégicas do MCTI, Ricardo Mangrich destacou que o governo vem realizando conversas com o Congresso Nacional e com o Ministério da Economia para melhorar a segurança jurídica, modernizar a legislação do setor para estimular investimentos do setor privado. “Estamos totalmente alinhados neste sentido para o setor aeroespacial não depender tanto de orçamentos públicos. Nossa intenção é trabalhar simultaneamente em três ações. Na modernização das questões regulatórias, no mapeamento das iniciativas existentes e nas estratégias do que realmente queremos para o futuro”, finalizou.
*LRCA Defense Consulting - 07/07/2021 (atualizado às 10h06)
A Gerdau lançou, em abril deste ano, uma nova empresa, batizada de Gerdau Graphene, focada no desenvolvimento e comercialização de produtos com a aplicação de grafeno.
A Companhia, que terá operação independente das divisões de negócio de aço, já nasce com objetivo de ser uma empresa referência na comercialização de produtos com aplicação de grafeno em escala no Brasil e com foco em atingir mercados globais. O material apresenta benefícios de propriedades mecânicas, como a redução de peso e de atrito, maior eficiência em lubrificação, maior condutividade térmica e elétrica, entre outras.
A nova unidade de negócios nasce posicionada como uma relevante desenvolvedora de grafeno das Américas. Com seu escritório principal em São Paulo e uma filial nos Estados Unidos, a Empresa prevê oferecer mais tecnologia para os setores da construção civil, lubrificantes industriais e automotivos, borracha, termoplásticos, tintas e sensores, no Brasil e em países da América do Norte.
A nova companhia faz parte do portfólio de empresas da Gerdau Next, divisão de novos negócios da Gerdau lançada no segundo semestre de 2020, que tem o objetivo de empreender em novos segmentos, além do aço, com participação relevante nas receitas da Gerdau.
“A Gerdau Graphene entra no mercado de forma singular por sua aposta em tornar a produção do material viável comercialmente e em larga escala. Estamos chegando ao mercado com o diferencial de sermos parte de um grupo sólido e de forte credibilidade internacional, mas com a filosofia embarcada de Open Innovation, em colaboração com múltiplos ecossistemas. Nossa proposta de valor, diferenciada, é de fornecer ao mercado aditivos, boosters e soluções com o grafeno que sejam plug-and-play para os processos industriais de nossos clientes. Ou seja, iremos comercializar tanto o produto quanto o serviço e know-how em grafeno e, para isso, contamos com alianças estratégicas com parceiros globais e nacionais. Por fim, temos como primeiro cliente, a própria Gerdau e suas usinas de aço, que permite a criação e testes de novos produtos e soluções com velocidade e intimidade de aplicação”, explica Alexandre de Toledo Corrêa, diretor-geral Gerdau Graphene.
“O lançamento da Gerdau Graphene é mais um passo estratégico da Gerdau Next, diversificando os negócios do Grupo em complementaridade a cadeia do aço e dos nossos clientes. Já trabalhávamos com o grafeno em Manchester, na Inglaterra, desde o ano 2019. O grafeno é o material mais forte já encontrado, um dos melhores condutores que existem, com inúmeras aplicações potenciais. Com parcerias estratégicas já estabelecidas neste novo negócio, estamos confiantes de que a Gerdau Graphene será um player relevante nas Américas”, diz Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau.
Nessa primeira etapa, a Gerdau Graphene focará nos mercados da construção civil, lubrificantes industriais e automotivos, borracha, termoplásticos, tintas, baterias e sensores nas Américas.
Histórico de inovação A Gerdau pesquisa grafeno há quatro anos. Em 2019, a Gerdau firmou parceria com o Centro de Inovação de Engenharia de Grafeno (GEIC, na sigla em inglês) da Universidade de Manchester, no Reino Unido, para desenvolver pesquisas envolvendo o grafeno. Na época, a companhia entrou para o seleto grupo global de empresas com cadeiras exclusivas na instituição para o desenvolvimento de pesquisas, que é uma das referências globais no tema.
Para iniciar uma unidade de negócio com um posicionamento estratégico e capilaridade, a Gerdau Graphene já nasce com parcerias estratégicas com grandes desenvolvedores de grafeno. E, mais especificamente no mercado brasileiro, tem parcerias estratégicas no setor automotivo com Baterias Moura e SKF do Brasil para desenvolver aplicações em armazenagem de energia, artefatos de borracha, compósitos e tintas.
Sobre o grafeno e suas aplicações O grafeno é um nanomaterial composto apenas por carbono, em que os átomos se ligam formando estruturas hexagonais. Em outras palavras, refere-se a uma das formas cristalinas do carbono, assim como o diamante e o grafite. Por apresentar características únicas, tornou-se o maior condutor elétrico, um dos melhores condutores térmicos e um dos materiais mais resistentes e duros da atualidade. Suas propriedades óticas permitem a passagem de quase 98% da luz incidente, além de ser extremamente flexível e impermeável.
Para Alexandre de Toledo Corrêa, diretor-geral da Gerdau Graphene, as aplicações de grafeno vão além de revestimentos anticorrosivos e compósitos poliméricos para os mercados automotivo e de construção civil, química, plástico e borracha. “Desenvolver uma unidade de negócio com base no grafeno por conta das múltiplas aplicações e inúmeras oportunidades de inovação está alinhado com o DNA da Gerdau, que está constantemente se reinventando. O grafeno, por ter uma dimensão física a menos, nos permite uma dimensão visionário e de negócio adicional. A Gerdau Graphene inicia sua operação como um hub consolidador de toda a cadeia e pesquisa existente no Brasil e no mundo para acelerar e facilitar a sua aplicação nos processos e produtos de nossos clientes”, complementa o executivo.
Corrêa afirma ainda que a nova empresa irá propor soluções e aplicações para os atuais clientes e fornecedores da Gerdau, gerando sinergia entre as operações futuras de grafeno e os canais já existentes de vendas, compras e aplicação técnica. “Ao nos apoiarmos em toda a estrutura Gerdau, garantiremos eficiência, excelência e velocidade, nessa etapa inicial, nas entregas com as parcerias que estamos firmando”, comenta Corrêa.
Potencial de US$ 1 trilhão em 5 anos Segundo o Graphene Report (Basck, 2020), o grafeno se apresenta como uma das frentes mais rentáveis do setor, com potencial de US$ 1 trilhão em 5 anos, o que demonstra a força deste material para revolucionar a indústria.
A Gerdau Graphene afirma que, para isso acontecer, o desafio não está apenas na parte de desenvolvimento de produtos, mas também na fase de aplicação. Assim, seu objetivo é utilizar o grafeno, transformá-lo em um aditivo e levá-lo para que os clientes possam usá-lo sem mudar a cadeia produtiva, proporcionado soluções prontas para aplicações que já existem no mercado, como na construção civil e lubrificantes.
Sobre a Gerdau Graphene Gerdau Graphene é uma empresa lançada pela Gerdau, por meio da Gerdau Next, braço de novos negócios da empresa. Em 2021, a Gerdau Graphene passa a atuar como uma companhia focada na produção, desenvolvimento e comercialização de produtos com a aplicação de grafeno no Brasil e no continente americano, gerando mais valor para seus produtos e clientes a partir do benefício de propriedades mecânicas do nanomaterial. Para saber mais, acesse http://www2.gerdau.com.br/graphene
No vídeo abaixo, o Diretor Geral da Gerdau Graphene, Alexandre de Toledo Corrêa, em conjunto com o Diretor Executivo do The Graphene Council, Terrance Barkan, realizou um webinar apresentando a empresa e comentando sobre seu início e principais objetivos, bem como sobre a revolução que o grafeno está trazendo para a indústria.
A cooperativa de Eletrificação Anita Garibaldi - Cergal, é um cliente que já possui histórico de parceria com a WEG. E agora, com o objetivo de continuar garantindo o nível de qualidade em sua distribuição de energia, adquiriram dois transformadores de 26.670kVA em 69kV com comutação automática sob carga, sendo os principais equipamentos da subestação, localizada na cidade de Tubarão (SC). Esses equipamentos foram fabricados em Blumenau (SC), transportados, descarregados, comissionados e já estão operando.
Os transformadores fazem parte de um projeto especial para o cliente, pois energizarão a primeira subestação em 69kV da cooperativa, trazendo como vantagem a garantia de qualidade e confiabilidade para a área de abrangência da cooperativa.
Consequentemente a Cergal terá mais competitividade em todo seu sistema elétrico, proporcionando confiança aos seus associados e consumidores. Já para a WEG, esse fornecimento representa a presença e consolidação em um segmento muito competitivo, além de fortalecer os laços com os clientes do estado de Santa Catarina.
Em mais uma iniciativa no eixo Investimento Qualificado do programa RS Seguro, o governo do Estado realizou, na manhã desta terça-feira (6/7), no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), a entrega de 20 fuzis, 150 espingardas e seis ônibus para reforçar o trabalho da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), vinculada à Secretaria da Administração Penitenciária (Seapen).
“No dia seguinte à formatura de novos 426 agentes penitenciários e agentes penitenciários administrativos, nos reunimos novamente com a Secretaria da Administração Penitenciária para fazer entregas importantes de investimentos em armamentos e viaturas para reforçar o funcionamento do nosso sistema prisional, que é estratégico dentro da segurança pública”, destacou o governador Eduardo Leite.
“Afinal, segurança pública passa pelo policiamento ostensivo nas ruas, mas também pelo sistema prisional, que a população acaba não vendo, mas que é estratégico para que quem cometeu crime cumpra a sua pena e também passe pelo processo de ressocialização”, acrescentou.
Com recursos próprios, o Estado adquiriu 20 fuzis [Taurus T4] de calibre 556 e 150 espingardas [CBC Pump Military] de calibre 12, que serão distribuídas por todo sistema prisional gaúcho, bem como aos Grupos de Intervenção Regional da Susepe.
Os seis ônibus adaptados para o transporte de até 28 presos, equipados com cela, circuito fechado de televisão, sinalização acústica e visual, ar-condicionado e compartimento de escolta, foram recebidos do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Cada veículo custou R$ 400 mil – adquiridos com recursos do Fundo Penitenciário Nacional –, totalizando uma doação de R$ 2,4 milhões.
Governador Leite e o secretário da Administração Penitenciária, Mauro Hauschild, em frente aos ônibus recebidos do Depen - Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
“Começamos este projeto pelo Rio Grande do Sul, que é um grande parceiro, para tentar auxiliar nas demandas que o Estado mais precisa”, disse o agente federal de execução penal, Helder Antônio Jacoby dos Santos, representante do Depen na entrega.
O Estado não teve contrapartidas para a aquisição dos veículos. O único custo do governo gaúcho foi no pagamento de R$ 109.790 na contratação de caminhão-cegonha para o transporte dos ônibus de São Paulo para Porto Alegre.
A partir de agora, os seis ônibus serão distribuídos para o Núcleo de Segurança e Disciplina, e para a 4ª Delegacia Penitenciária Regional (sede em Passo Fundo), 6ª delegacia (Santana do Livramento), 7ª (Caxias do Sul) e 9ª (Charqueadas).
“É um reforço importante no importante trabalho que a Susepe exerce em todo o RS, tanto para o transporte seguro de presos, com os veículos, quanto os armamentos para a proteção das nossas unidades prisionais e auxiliar no deslocamento de detentos”, afirmou o secretário da Administração Penitenciária, Mauro Hauschild. Texto: Vanessa Kannenberg Edição: Marcelo Flach/Secom