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03 fevereiro, 2023

Com participação da brasileira Akaer, novo caça turco tem primeira partida de motor


*LRCA Defense Consulting - 03/02/2023

A Akaer participa do programa HÜRJET, da Turkish Aerospace Industry (TAI), e hoje divulgou a primeira partida de motor do protótipo do novo caça militar turco, acrescentando que este é um marco importante para o Programa, uma vez que os testes em solo foram realizados com sucesso. A Akaer conclui que "é um privilégio participar de um projeto audacioso que vai muito além de nossas fronteiras, firmando e expandindo a parceria entre Brasil e Turquia".

O HÜRJET é uma aeronave de treinamento avançado e ataque leve para dois ocupantes em configuração tandem. Capaz de operar em velocidades supersônicas e equipado com aviônicos modernos, foi projetado para atender a demanda por treinadores capazes de preparar pilotos para os desafios trazidos pelos novos caças de 5ª geração.

A TAI selecionou a Akaer como parceira para o desenvolvimento e detalhamento do projeto estrutural, cálculo estrutural e instalação dos sistemas da fuselagem traseira, partes da fuselagem central e instalação das empenagens do HÜRJET devido à sua reconhecida expertise já demonstrada em programas similares.


“O maior desafio desse projeto foi revisar o projeto e ter toda a documentação do primeiro protótipo lançada em um prazo extremamente desafiador. Enfrentar esse desafio só foi possível devido à nossa comprovada experiência acumulada no desenvolvimento de produtos aeronáuticos complexos para os setores de defesa, aviação executiva e civil, atendendo grandes montadoras como Embraer e Saab. Nosso histórico de sucesso em programas similares e uma equipe qualificada nos permitem assumir compromissos e superar desafios técnicos com o cumprimento dos cronogramas estabelecidos”, destacou o VP de Operações (COO) Fernando Ferraz em 2021.

Este projeto exigiu o envolvimento de uma significativa equipe de engenheiros e técnicos especializados nas áreas de análise estrutural, projeto de estruturas e sistemas, engenharia de sistemas, engenharia de produção, qualidade e certificação, trabalhando de forma integrada com equipes de ambas as empresas localizadas nos escritórios no Brasil e na Turquia.

“O volume de trabalho foi bastante significativo, principalmente considerando várias viagens durante uma pandemia que praticamente paralisou países e dificultou extremamente as viagens das equipes. Porém, com seriedade e responsabilidade, superamos esse desafio e, o melhor de tudo, garantindo a segurança e a integridade de todos os envolvidos. Estamos finalizando os últimos documentos do primeiro protótipo e vamos iniciar os estudos para o segundo, sempre buscando melhorias e otimização do produto”, destacou Ferraz.

A Turquia está rapidamente se tornando um player muito importante no mercado de defesa, com foco preponderante na capacitação e desenvolvimento da indústria local, tendo sempre como referência os mais altos padrões tecnológicos. Nesse cenário, a escolha da Akaer como parceira tecnológica preferencial da TAI em seus mais importantes projetos é um grande reconhecimento e coroa os esforços de internacionalização da empresa, que se consolida como importante fornecedora de soluções integradas.

Sobre o Grupo Akaer
O Grupo Akaer, fundado em 1992, é especializado no fornecimento de soluções tecnológicas em diversas áreas de atuação como aeroespacial, defesa, energia e automotivo. Com mais de 500 colaboradores altamente capacitados, já participou do desenvolvimento de projetos estratégicos para o Brasil como Gripen, KC-390, além de câmeras de satélite. Nos últimos anos, o Grupo Akaer cresceu a uma taxa média anual de 20%, com forte ênfase em sua atuação nos mercados internacionais.

Ocellott recebe representantes da Kotra, plataforma global de negócios da Coreia do Sul


*LRCA Defense Consulting - 03/02/2023

No dia 02 deste mês, a Ocellott, uma Empresa Estratégica de Defesa, recebeu representantes da KOTRA em sua sede no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP).

A Kotra é uma plataforma global de negócios da Coreia do Sul, que apoia e estimula investimentos entre empresas sul-coreanas com o Brasil. Durante a visita, a Ocellott apresentou os seus produtos, infraestrutura e o laboratório de EMI/EMC do Parque Tecnológico.

A Ocellott (antiga LACE) é uma empresa brasileira de engenharia eletroeletrônica especializada no desenvolvimento e fabricação de sistemas para os mercados Aeroespacial, Defesa e T&M (Testes e Medições). Com enorme know-how em EMI/EMC, a Ocellott possui as ferramentas e conhecimentos necessários para apoiar no processo de desenvolvimento dos produtos e sistemas de seus clientes com o mais alto grau de qualidade.

A empresa possui três unidades: Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), Vale da Eletrônica Brasileiro (Santa Rita do Sapucaí – MG) e John Mica Engineering & Aerospace Innovation Complex (MicaPlex) em Orlando, nos Estados Unidos.

Em 27/10/2022, a Ocellott assinou um MoU (Memorandum of Understanding) com o Ministério do Investimento da Arábia Saudita (MISA). O objetivo do acordo é a aplicação de investimentos no desenvolvimento de baterias de propulsão para aeronaves elétricas, os eVTOLs (Electric vertical take-off and landing).

Embraer e estatal HAL já negociam para produzir na Índia o C-390, se a Força Aérea Indiana for adquiri-lo


*LRCA Defense Consulting  - 03/02/2023

Segundo publicou o portal indiano Indian Defence Research Wing no dia 02/02, Bosco da Costa Junior, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança, disse que o C-390 está certificado para operar a uma altitude de 14.000 pés, o que atende aos requisitos operacionais da Força Aérea Indiana (IAF) em grandes altitudes no Setor Norte da Índia.

Junior também apresentou o KC-390, que é uma variante de reabastecimento aéreo, e afirmou que o KC-390 oferece versatilidade devido ao seu design moderno e exclusivo, o que o torna mais adequado para a Força Aérea Indiana, que opera em diferentes tipos de terreno e pode fornecer facilmente reabastecimento aéreo para caças de alta velocidade devido ao seu sistema de sonda e drogue muito flexível.

O CEO da Embraer afirmou ainda que a empresa ofereceu o C-390 à Força Aérea Indiana e terá prazer em fornecer demonstração e personalização de acordo com os requisitos da IAF. 

A Embraer já está em negociações com a estatal Hindustan Aeronautics Limited (HAL) para produzir localmente C-390 no país se a IAF concordar em adquiri-los.

02 fevereiro, 2023

Polícia Militar do Tocantins irá adquirir pistolas Taurus TS9


*LRCA Defense Consulting - 02/02/2023

Depois de mobiliar a Polícia Penal com 935 pistolas TS9 ambidestras, 20 carabinas CTT40 e 10 fuzis T4, o Estado do Tocantins agora se prepara para adquirir 245 pistolas TS9, a fim de começar a repor e/ou completar as armas curtas da sua Polícia Militar (PMTO), já que 1.000 novos PM ingressaram na Instituição.

A Portaria foi publicada no Diário Oficial do Estado de 26 de janeiro deste ano, sendo chancelada pelo Comandante-Geral da PMTO, Coronel QOPM Márcio Antônio Barbosa de Mendonça.

A última venda de pistolas para a PMTO ocorreu em 2010 e, em 2014, a corporação adquiriu submetralhadoras SMT40.


Arma nacional ou arma importada?
Embora hoje tenham acesso ao arsenal internacional de pistolas, carabinas e espingardas que têm sua importação permitida, a polícia militar, a polícia civil e a polícia penal de muitos Estados, bem como a maioria das cidades que possuem uma Guarda Municipal, fazem a opção pelo armamento da Taurus Armas, pois, desde 2017, esta empresa oferece produtos que, pela qualidade e inovação que passaram a embutir, hoje competem em igualdade de condições com as grandes empresas do setor no mercado mundial, onde tem vencido diversas licitações internacionais e conquistado importantes prêmios de qualidade.

Embora a Lei que disciplina as Licitações e Contratos no âmbito da Administração Pública favoreça a empresa nacional em casos de materiais similares, quando os representantes públicos pesam os custos e benefícios entre o material importado e o nacional, um dos itens que mais avulta de importância (ou deveria avultar), além da qualidade e dos requisitos específicos, é a logística de pós-venda.

Devido ao alto padrão de qualidade e tecnologia que caracteriza o moderno armamento da Taurus (pistolas, submetralhadoras, carabinas e fuzis) e da CBC (espingardas táticas), a opção por armas dessas empresas embute uma completa logística de pós-venda, haja vista que não adianta adquirir um produto se a empresa vendedora não puder, com oportunidade, oferecer suporte, manutenção e assistência técnica, seja na própria região onde as armas estarão em serviço, seja em local relativamente próximo ou seja, no mínimo, em território nacional.

Revendedor e assistência técnica em Alta Floresta D'Oeste, Rondônia. Taurus e CBC estão nos mais distantes rincões do Brasil.

Ao contrário do que entenderam alguns administradores públicos, muitos comandantes estaduais de Polícia Militar e chefes de Polícia Civil/Penal, assim como a maioria dos prefeitos brasileiros, estão focados em realmente prover a segurança de seus cidadãos, de forma prática e objetiva, oferecendo às respectivas corporações (PM, PC, PP e GCM) equipamentos e armamentos modernos, tecnológicos, de custo mais acessível e com uma eficiente logística de pós-venda, a fim de que o órgão policial ou guarda municipal possa cumprir sua missão da maneira mais eficaz possível.  

Via de regra, quando uma corporação adquire um grande lote de armamentos, o contrato também estabelece as cláusulas que regem o pós-venda em termos de treinamento de pessoal e de manutenção.

Diferentemente do que acontece com empresas que apenas exportam para o Brasil ou somente têm escritório no País, a Taurus e a CBC investem pesadamente na qualificação dos armeiros das entidades de segurança pública e privada, bem como no treinamento técnico de sua equipe de representantes, que está capilarizada por todo o país, o que lhes permite resolver rápida e oportunamente os eventuais problemas que surjam.

Além disso, o grupo oferece ao consumidor uma ampla e ágil rede de distribuidores, pontos de venda e assistência técnica treinada em todo o território nacional, além de uma equipe de instrutores credenciados e peças de reposição rapidamente acessíveis.

Um grupo do Programa de Instrutores Credenciados Taurus & CBC em visita técnica à Taurus


Stella Tecnologia surpreende o Setor de Defesa com o desenvolvimento de munições vagantes

Drone Atobá com munição planadora Siopi


*LRCA Defense Consulting - 01/02/2023

A Stella Tecnologia surpreendeu o Setor de Defesa brasileiro e mundial quando, no mês passado, o jornalista e pesquisador de Defesa Roberto Caiafa divulgou que a empresa está preparando seus drones para o emprego de loitering munitions (munições vagantes, vadias ou de vadiagem).

Esse tipo de munição, também conhecida como "drone kamikaze ou suicida", têm a capacidade de rondar durante algum tempo a área que foi identificada como potencial alvo e de atacar apenas quando é encontrado algo compensador. Na maioria dos casos, são pequenas, portáteis e fáceis de lançar, mas a sua maior vantagem é serem difíceis de detetar e poderem ser disparadas à distância.

Essa característica das munições vagantes as difere dos mísseis e foguetes mais tradicionais, pois conseguem operar como pequenas aeronaves em atividades de vigilância e reconhecimento antes de impactar seu objetivo como um míssil ar-terra comum.

Podem ser lançadas a partir de múltiplas plataformas: desde as mais simples, como o ombro de um soldado ou um pequeno morteiro, até outras mais sofisticadas, como viaturas de combate, drones, aviões e navios.

Revolução no Setor de Defesa
A Stella Tecnologia - fundada em 2015 para desenvolver aeronaves não tripuladas de grande porte - desenvolve, fabrica e opera sistemas aéreos não tripulados para emprego no setor de defesa e em setores industriais que necessitam de produtos de alto desempenho.

Seus projetos aeronáuticos utilizam recursos de última geração altamente configuráveis para atender a uma ampla gama de requisitos operacionais de missões táticas e estratégicas, com o emprego dos melhores sensores e subsistemas, escolhidos com isenção, para compor sistemas integrados de altíssimo desempenho e confiabilidade. 


Sistema Aéreo Não Tripulado Atobá - Stella Tecnologia

Percebendo que o mercado necessitava de armamentos leves para serem embarcados em  drones (VANTs, ARP, SARP) e que os armamentos disponíveis no mercado internacional eram de difícil acesso devido a questões geopolíticas, a Stella iniciou o desenvolvimento de uma linha de munições vagantes para serem embarcadas em suas plataformas.

O primeiro exemplar dessa linha é a munição planadora Siopi, com uma razão de planeio máxima de 20:1, ou seja: a cada 20 metros de deslocamento, perde 1 metro de altitude. Desta forma, se lançada a 10.000 metros, ela poderá planar 200 km levando uma cabeça de guerra de 4 kg. 

Essa munição tem uma assinatura acústica praticamente nula, uma assinatura de radar mínima e uma assinatura térmica também próxima a zero. Desta forma, torna-se muito difícil de ser detectada.

Para atingir o alvo com precisão exata, a Stella trabalha em um sistema de guiamento que utiliza medições inerciais combinadas com visão computacional. Além do mais, o operador poderá corrigir o curso da munição, ou destruí-la, se assim o desejar, até muito perto do momento da detonação da carga.

A munição vagante terá um custo de aquisição baixíssimo e poderá também operar por enxame (sworm), pois a empresa está trabalhando em parceria com um importante pesquisador nessa área. 

A ideia é criar um produto barato, eficaz e disruptivo que permitirá o armamento de pequenos e grandes drones fabricados pela Stella Tecnologia ou por outras empresas brasileiras ou estrangeiras.

Em contato com a empresa, a LRCA apurou que todos os seus três modelos de drones de defesa poderão ser utilizados para o uso desse tipo de munição.  

Com isso, a empresa revoluciona o Setor de Defesa brasileiro, com reflexos na América do Sul e no mundo, haja vista ser a primeira fabricante sul-americana de drones a desenvolver tal recurso.



Munição planadora Siopi, da Stella Tecnologia
 
Atobá, Albatroz e Condor: os três principais drones da Stella Tecnologia

A empresa produz três tipos de aeronaves remotamente tripuladas (ARP, VANT), popularmente conhecidos como drones:

Atobá
O ARP Atobá voou em 2020, sendo a maior plataforma aérea desse tipo já desenvolvida na América Latina, possibilitando o monitoramento de fronteiras e áreas extensas com sua surpreendente autonomia de 28 horas.

Dados técnicos:
MTOW: 500 kg
Comprimento: 8 metros
Envergadura: 11 metros
Motorização: 60 hp
Carga-paga: 150 kg
Autonomía: 20 horas
Alcance do datalink: 250km
Decolagem e pouso: 400 metros
Possibilidade de embarcar múltiplos sensores. 

Drone Atobá com munição planadora Siopi

Albatroz
O Albatroz é uma plataforma aérea extremamente versátil, com uma autonomia surpreendente, que pode ser operada a partir de pistas não preparadas com menos de 150 metros. Foi desenvolvido para atender uma demanda da Marinha do Brasil, para operações a partir do Navio Aeródromo Multipropósito Atlântico.

Dados técnicos:
MTOW: 500 kg
Comprimento: 4 metros
Envergadura: 7 metros
Motorização: 25 hp
Carga-paga: 6 kg
Autonomía: 28 horas
Alcance do datalink: 250km
Decolagem e pouso: 150 metros
Possibilidade de embarcar múltiplos sensores.


Drone Albatroz com munição planadora Siopi

Condor
O Condor é uma plataforma em desenvolvimento para atender as necessidades de monitoramento persistente de fronteiras com habilidade de embarcar múltiplos sensores e subsistemas com até 390 kg por 40 horas. Além disso, um outro diferencial é o alcance ilimitado do seu datalink (quando são utilizandas informações satelitais). Quando estiver operacional, ocupará o lugar do Atobá como a maior plataforma aérea do tipo já desenvolvida na América Latina.

Dados técnicos:
MTOW: 1400 kg
Comprimento: 9 metros
Envergadura: 15 metros
Motorização: 145 hp
Carga-paga: 390 kg
Autonomía: 40 horas
Alcance do datalink: 250km
Alcance do datalink satelital: ilimitado
Decolagem e pouso: 600 metros
Possibilidade de embarcar múltiplos sensores.

Drone Condor, em desenvolvimento

Interesse do Exército Brasileiro e possibilidade de exportação
As munições vagantes receberam, no EB, a designação de Munições Remotamente Pilotadas (MRP), que, à semelhança dos SARP, configura-se como Sistema de Munições Remotamente Pilotadas (SMRP).

O Exército Brasileiro está buscando adotar efetores táticos de combate não tripulados, como munições vagantes  e veículos aéreos não tripulados armados (VANTs). A aquisição de munições vagantes está planejada para o curto prazo, enquanto os UAVs de categoria 0, 1, 2 ou 4 armados com capacidade além da linha de visão visual (BVLOS) já começaram a ser adotados.

Em breve, a Stella Tecnologia se reunirá com militares do Exército Brasileiro para apresentar o produto. No entanto, como as vendas para as Forças Armadas nacionais, embora muito importantes, são apenas eventuais e em quantidades limitadas, a empresa está voltada também para a exportação, haja vista que é isto que dará perenidade ao negócio. Neste foco, já há diversos países que demonstraram um grande interesse na munição vagante em desenvolvimento.


Munição vagante da família HERO da UVision



01 fevereiro, 2023

WEG recebe reconhecimento de Excelência de Fornecedores da Caterpillar


*

Parceira há mais de 20 anos da Caterpillar, a WEG, que já foi premiada em edições anteriores, novamente foi agraciada, desta vez no nível “Excelente”, sendo a primeira e única companhia brasileira de máquinas e equipamentos eletroeletrônicos a receber este reconhecimento até o presente momento. A entrega da condecoração aconteceu em Piracicaba/SP, no mês de novembro de 2022 e reuniu representantes WEG e Caterpillar.

“Para a WEG, esta premiação reforça a qualidade de seus produtos, bem como, fortalece os investimentos constantes em pesquisa, desenvolvimento e inovação para ofertar ao mercado produtos e soluções de alta performance e otimizados com a máxima eficiência”, destaca João Paulo Gualberto da Silva, Diretor Superintendente da WEG Energia.
 

Colaboradores CBC realizam o Treinamento Lean, com foco na competitividade


*LRCA Defense Consulting - 01/02/2023

No dia 26 de janeiro, um grupo selecionado de colaboradores CBC participou da formatura do curso Treinamento Lean, acontecido durante todo o ano de 2022 e ministrado por profissionais do Lean Institute Brasil.

Este curso teve como foco o aumento da competitividade, sendo uma estratégia de sucesso utilizada pelas indústrias para aprimorar os processos de manufatura.

O Lean é uma das mais poderosas metodologias utilizadas para aumentar a produtividade, reduzir tempos de ciclo e os custos da operação de forma simples e rápida. Desenvolvida e aperfeiçoada pela Toyota nos últimos 60 anos, tem sido a grande estratégia competitiva de empresas líderes globais.

WEG fornece equipamentos para projeto de expansão do Aqueduto Metropolitano de Cúcuta, na Colômbia


*LRCA Defense Consulting - 01/02/2023

A WEG foi a fornecedora de soluções para o projeto de expansão da infraestrutura do aqueduto na cidade de Cúcuta, uma das 13 cidades mais importantes da Colômbia.

Este projeto visa construir uma infraestrutura para garantir o abastecimento normal de água bruta à usina El Pórtico na cidade de Cúcuta, que nesta nova etapa beneficiará aproximadamente 800 mil habitantes da região metropolitana com a melhoria do abastecimento de água.

Confirmando sua experiência em soluções com equipamentos de média tensão para o segmento de Água e Saneamento, a empresa forneceu três motores de média tensão W60 de 1.575 CV e 6,6kV W60 e três cubículos de média tensão com conversores de frequência da linha MVW3000 que terão importante papel na atuação da unidade de bombeamento do aqueduto, contribuindo para aumentar a vazão de água que abastece a região.

Os equipamentos WEG foram selecionados pela ByV Engenharia, empresa responsável pelo fornecimento das bombas para este importante projeto liderado pela Ecopetrol, principal empresa de extração e transformação de petróleo da Colômbia.

As soluções WEG, além de serem de grande importância para garantir o abastecimento de água potável na região, representam retorno do investimento e segurança na operação para o cliente, pois a linha W60 foi projetada para atender aos mais rigorosos critérios de eficiência e confiabilidade.

Com uma ampla linha de produtos para o segmento de água, as soluções WEG também se destacam pela flexibilidade de seu projeto elétrico e mecânico, adaptando-se às mais diversas aplicações.

31 janeiro, 2023

Akaer vence Seleção Pública para desenvolvimento de tecnologia aeronáutica


*LRCA Defense Consulting - 31/01/2023

A Akaer, por meio de sua unidade de negócios Equatorial Sistemas S.A., foi a vencedora da Seleção Pública MCTI/FINEP/FNDCT nº 13/2022, referente ao projeto "Plataformas Demonstradoras de Novas Tecnologias Aeronáuticas". A publicação do resultado foi feita pela FINEP, no último dia 19 de janeiro.

Na Linha Temática I da seleção, denominada "Aeronave demonstradora de tecnologias com foco no transporte de passageiros", a Embraer foi a vencedora do certame, e liderará o projeto contando com o apoio de empresas coexecutoras do setor espacial, como: a Equatorial Sistemas, ALLTEC, XMobots, Stella Tecnologia dentre outras.

O projeto tem o objetivo de desenvolver e validar um conjunto de plataformas demonstradoras de novas tecnologias, que visa acelerar e incrementar ações de pesquisa e desenvolvimento tecnológico para o ecossistema aeronáutico brasileiro.

Como uma das coexecutoras, a Equatorial fornecerá a bateria para a propulsão elétrica da aeronave utilizando células eletroquímicas de última geração e sistema de gerenciamento eletrônico avançado. 

Já na linha temática II, chamada “Aeronave demonstradora de tecnologias remotamente pilotada e com peso máximo de decolagem maior que 150 kg”, a Akaer foi classificada em primeiro lugar, sendo a líder e principal executora do projeto, comprovando mais uma vez a competência e dedicação de todos os profissionais envolvidos.

A Akaer usará sistema de propulsão elétrica híbrida com células de hidrogênio para voo horizontal e bateria eletroquímica para decolagem e pouso verticais. O projeto prevê também a operação BVLOS (Beyond Visual Line of Sight) para aumentar o alcance do voo além do horizonte, assim como o teste e validação de múltiplos subsistemas viabilizadores do voo autônomo.

Em cooperação com o Campus Integrado de Manufatura e Tecnologia (CIMATEC SENAI BA) o projeto integrará um sistema para teste e validação de tomada de decisão autônoma em tempo real baseado no sensor LIDAR (Light Detection and Ranging).




30 janeiro, 2023

Taurus Armas: os motivos de ser uma empresa antifrágil


*LRCA Defense Consulting - 29/01/2023

Como o erro e o imponderável são fatores sempre presentes na vida, não há como evitá-los, por melhor, mais detalhado e mais ponderado que o planejamento seja feito. No entanto, o caos, o imprevisto e o indesejado gerados por tais situações podem ser positivos, desde que sejam bem aproveitados, e é nisso que se baseia o conceito de antifragilidade.

Antifrágil é um adjetivo utilizado para descrever organizações ou pessoas que se fortalecem e florescem com o caos. A antifragilidade é uma característica diferente da robustez e da solidez, porque além de serem fortes o suficiente para aguentar um choque, tais organizações e pessoas se desenvolvem devido aos choques e crises.

O conceito foi desenvolvido por Nassim Nicholas Taleb, professor, trader e gerente de um hedge fund, em seu livro "Antifrágil: coisas que se beneficiam com o caos", lançado em 2012.

A antifragilidade consiste em uma característica pela qual as adversidades, especialmente as imprevistas, não são superadas por uma reação, que pode ser impensada e não planejada, mas pela aceitação estratégica. Nesse caso, aceitar não significa permanecer resignado perante um problema, mas entender o contexto em torno de um imprevisto no menor prazo possível, aprender com isso e tomar as melhores decisões consequentes.

A questão aqui é entender que certas coisas, depois que acontecem, provocam mudanças tão profundas que não há remédio que não seja se ajustar rapidamente, encarando o indesejável não como um problema, mas sim como uma oportunidade.

Ser antifrágil, portanto, significa se colocar em posição proativa e consciente, aceitando que a vida, o trabalho e os negócios sempre apresentam fatos novos e inesperados.

A antifragilidade, então, é a resposta mais indicada para lidar com situações que fogem à previsibilidade, à compreensão ou ainda são complexas demais para ser entendidas, pelo menos no curtíssimo ou curto prazo. Trata-se de um novo parâmetro comportamental e estratégico, uma vez que sua premissa é: "não rejeite o imprevisto, mas o abrace quando ele aparecer".

Assim, ser antifrágil significa aceitar a realidade tal como ela se apresenta e não como gostaríamos que fosse, lidando com as situações imprevistas, na vida e nos negócios, de maneira a aprender com elas, assimilando os impactos, extraindo lições valiosas, melhorando as habilidades e aptidões pessoais e/ou da equipe e se mantendo fiel aos seus objetivos.

Quanto mais houver exposição às incertezas, mais utilidade será encontrada no conceito antifrágil. E se as coisas vão bem, ele também serve como um poderoso antídoto contra a acomodação, evitando consequências às vezes irreversíveis.


O caso da Taurus Armas
Na primeira década deste século, a Taurus Armas (então Forjas Taurus) era uma empresa pujante com unidades fabris no Brasil e nos EUA, para onde exportava cerca de 85% de seus produtos. Nos Estados Unidos, seus revólveres e pistolas já eram um sucesso, especialmente os disruptivos revólveres das séries Judge e Taurus Bull, e a pistola PT92.

Em 2007, as ações da empresa bateram recordes de valorização, embaladas pelo melhor  desempenho  comercial  de  sua  história até então, chegando ao pico de R$ 58,88 ou cerca de US$ 30,00 em valores da época.

No entanto, em 2008, a Taurus começou o seu "inferno astral", que se estenderia até 2014/2015, quando, em meio a escândalos administrativos, com uma dívida elevada e em vias de pedir recuperação judicial, foi vendida para a CBC.

É relevante lembrar que em 2008 aconteceu uma das maiores crises financeiras internacionais desde o crash da bolsa em 1929, atingindo em cheio os Estados Unidos e impactando duramente as vendas da Taurus naquele país, seu maior cliente, causando também grandes perdas nas principais ações brasileiras.

Junto com um cenário internacional totalmente adverso e com uma grande retração nas vendas nos EUA, a empresa passou a sofrer também graves problemas administrativos diversos que causaram repercussões na imprensa e fizeram com que as ações fossem desvalorizadas. Além disso, a partir de abril de 2010, as ações sofreram com alguns mal planejados desdobramentos e grupamentos. Com outros graves problemas administrativos vindo à tona, entre altas e baixas, as ações atingiram um valor mínimo de apenas R$ 1,00 no final de 2015, permanecendo na faixa de R$1,xx a R$ 2,xx por quase três anos.

Em 2015, a CBC – Companhia Brasileira de Cartuchos passou a exercer seus direitos como controladora da Taurus, resultado de um movimento que teve início em 2014 com a compra de ações da companhia e, posteriormente, com um processo de aumento de capital.

Quando a CBC adquiriu o controle da Taurus, Salesio Nuhs era o Vice-presidente Comercial e de Relações Institucionais da CBC e passou a ocupar também o cargo de Vice-presidente de Vendas e Marketing da empresa gaúcha, sendo promovido ao cargo de CEO Global em janeiro de 2018.

Experiente, dinâmico, proativo e um grande estrategista, o executivo atua há 32 anos no segmento de armas e munições e é uma das mais importantes referências nesse mercado, possuindo um amplo e profundo conhecimento de sua operação e dos mercados brasileiro e internacional. Nuhs é também Presidente Taurus Holdings, Inc. (Taurus USA), da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições – ANIAM desde 2012 e membro do Conselho Consultivo do Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro.

Em 2005, quando o governo pretendia acabar com o comércio e o uso de armas no Brasil através de um referendo, Salesio Nuhs - como é do seu feitio arrojado - assumiu a liderança nacional do movimento contrário, resultando em uma esmagadora vitória do "Não" com a maior votação que um pleito já teve no País.


Após fazer um diagnóstico inicial da Taurus e retirá-la das antigas instalações em Porto Alegre no ano de 2015, centralizando a produção em São Leopoldo, a CBC, tendo Salesio como ponta de lança, passou a promover uma robusta reengenharia na filosofia empresarial e nos processos tecnológicos, operacionais e administrativos que acabaram por transformar radicalmente a “velha Taurus".

A "nova Taurus" atuou de forma decisiva na redução de custos e desperdícios, realizando análises dos giros de estoques de matérias primas e maior frequência de inspeção para redução de perdas, bem como constantes auditorias e identificação de oportunidades com fornecedores e outros parceiros.

O moderno mix de armas, especialmente as desenvolvidas a partir de 2017, passou a ter foco no tripé Inovação, Tecnologia e Qualidade. Neste último quesito, a empresa estabeleceu padrões superiores às normas técnicas exigidas pelo mercado internacional.

Em termos operacionais, as diversas mudanças focaram em oferecer produtos de qualidade, com tecnologia incorporada, competitivos no mercado mundial e que proporcionassem maior rentabilidade para a operação. Foram adotados e desenvolvidos processos operacionais eficientes e robustos, proporcionando estabilidade na produção. Foi também retirada a interferência de colaboradores no ajuste de peças na montagem das armas, de modo que o processo de produção garantisse a máxima qualidade.

Assumindo como CEO Global da empresa em 2018, Salesio Nuhs montou uma competente equipe de executivos e impulsionou decisivamente as transformações, realizando o mais icônico turnaround empresarial deste século no Brasil, tanto na unidade brasileira como na americana, onde mudou a sede para a Georgia em 2019 (com muitas vantagens), trocou o CEO local por um executivo dinâmico e experiente, e dinamizou os processos de produção, vendas, marketing e inteligência de mercado, passando a responder prontamente às necessidades e desejos dos consumidores.

Com relação à dívida, desde que a nova equipe assumiu, estabeleceu um rígido controle de despesas e do custo final, que começa já no Departamento de Engenharia, quando novos produtos são planejados e desenvolvidos. Aliando este fato a toda uma reengenharia financeira, o que se vê hoje é que a alavancagem da companhia, medido pela relação do EBITDA dos últimos 12 meses sobre a dívida líquida em 30/09/22, caiu de um índice de 11,2 (em 2014) para apenas 0,23 ao final do 3T22, mostrando que 23% da geração de caixa anual medida pelo EBITDA seria suficiente para quitar a totalidade da dívida bancária registrada em 30/09/2022.


Salesio também criou o CITE - Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/EUA, centralizando no Brasil todo o desenvolvimento de novas armas e tecnologias disruptivas, como grafeno, nióbio, DLC e polímero de fibras longas. O CITE é alimentado pelo Setor de Inteligência de Mercado da empresa, que procura antecipar tendências e necessidades dos consumidores.

Em 2020, a empresa firmou uma joint venture com o poderoso Grupo Jindal para produzir armas leves na Índia. A fábrica, que deverá entrar em operação em breve, já está participando de vultuosas licitações para fornecer armas às enormes forças armadas, policiais e paramilitares desse país, bem como a seu inexplorado e gigantesco mercado civil.

O executivo e sua equipe criaram um projeto estratégico de expansão 2020/2025, com o objetivo de tornar a Taurus a maior e melhor fabricante mundial de armas leves, o que já foi alcançado com três anos de antecedência. Nesse bojo, foi estabelecido um Condomínio de Fornecedores junto à empresa e estão para entrar em operação as moderníssimas Células de Manufatura Autônomas, baseadas em robotização e inteligência artificial, que trabalharão por meio de Processos Tracionados de Valor.

Juntamente com o processo de Trem Logístico que está sendo estabelecido e a construção de novas instalações (CITE, Estande de Tiro, Centro de Logística, laboratórios e administração), a síntese culminará na transformação da Taurus em uma Indústria 4.0, possibilitando que a empresa passe a ser também um hub de fornecimento de produtos acabados, kits e peças para as unidades dos EUA e da Índia.


O elevado padrão de qualidade, tecnologia e inovação que passou a caracterizar a Taurus, especialmente a partir de 2018, já recebeu diversas premiações nacionais e 38 prêmios internacionais, entre eles os mais importantes da indústria de armas dos Estados Unidos. A marca é detentora de sete prêmios concedidos pela National Rifle Association, uma das premiações de maior prestígio na indústria de armas de fogo nos Estados Unidos, e seus produtos foram eleitos 14 vezes como a arma do ano. Desde 2018, a Taurus vem conquistando aproximadamente três grandes prêmios americanos a cada dois anos.

Recentemente, em face da inequívoca intenção do governo de desarmar o cidadão de bem e de desarticular a indústria e o comércio de armas leves, Salesio Nuhs - fazendo jus ao seu passado de lutas em prol do mercado brasileiro de armamento leve e do direito inalienável de os cidadãos poderem exercer com liberdade a legítima defesa pessoal, de sua família e de seus bens - chamou para si a difícil missão de tentar salvar o mais importante, ou seja, procurar preservar e defender o setor, lutando pela manutenção de dezenas de milhares de empregos e pelo direito de milhões de brasileiros que não estão no meio dessa discussão, mas agindo com oportunidade, racionalidade, coragem e responsabilidade para fazer o certo e conquistar o que é possível dentro do atual cenário.

Em síntese, sob a proativa liderança de seu CEO Global e de seus executivos, a Taurus está fazendo com maestria o seu dever de casa, ou seja:
- completou seu turnaround, focando em qualidade, tecnologia e dinâmica de vendas/distribuição;
- aumentou significativamente seus números (produção, vendas, lucros, EBITDA), a ponto de se tornar referência mundial no mercado e a maior vendedora de armas leves do mundo;
- diminuiu drasticamente seu endividamento e alavancagem para números totalmente confortáveis;
- surfou nos anos atípicos de 2020 e 2021, obtendo resultados históricos;
- aumentou seu market share no atual maior mercado mundo (EUA);
- em breve começará a produzir na Índia, país que representa o maior e mais inexplorado mercado mundial militar e civil para armas leves modernas;
- recomeçou a pagar dividendos significativos a seus acionistas em 2022 e tornou isso um objetivo estratégico daqui para a frente, inclusive com pagamentos trimestrais;
- pretende realizar eventuais recompras de ações para valorizar o capital de seus acionistas;
- está se organizando para ingressar no cobiçado mercado de Law Enforcement (agências de aplicação da lei) nos EUA.

Antifragilidade
Uma empresa com mais de 3.000 funcionários que, em 2014, estava em estado pré-falimentar, enfrentando um caos de dívidas e problemas administrativos de toda a ordem, só sai dessa situação e se torna a maior vendedora de armas leves do mundo (com alavancagem inexpressiva, com múltiplos prêmios de qualidade no mais exigente mercado mundial e com tecnologias disruptivas) se tiver uma característica decisiva: a antifragilidade.

É por ser antifrágil que a Taurus não somente enfrentou e sobreviveu à grave crise que a assolava, como cresceu e floresceu com ela. Entendendo o que se passou e aceitando essa condição, a empresa, com uma atitude proativa, oportuna e consciente, aprendeu com seus erros e evoluiu a partir disso.

Um dos mais recentes exemplos de sua antifragilidade aconteceu quando o mundo enfrentava a maior das pandemias e, concomitantemente, os EUA tiveram uma conturbada eleição presidencial, gerando algo como uma "tempestade perfeita" que levou os norte-americanos a adquirir armas em volumes muitos superiores à antiga normalidade. Nesse caso, em uma perspectiva antifrágil, a Taurus percebeu a crise e, rapidamente, respondeu com as medidas logísticas e operacionais necessárias, surfando nessa demanda e obtendo seus melhores e históricos resultados. Graças a isso, aumentou decisivamente seu market share nos EUA e se tornou a maior vendedora de armas leves do mundo.

No entanto, como afirmava Oliver Wigh, mesmo com a transformação digital (e todos os demais processos ultramodernos), nos dias de hoje são as pessoas que continuam tomando decisões e fazendo a diferença nas empresas.

No caso da Taurus, não há dúvidas de que um nome se destaca. Além de sua competência, proatividade, senso de estratégia, capacidade de enfrentar as crises e de aprender com os erros, Salesio Nuhs se enquadra perfeitamente no conceito de uma pessoa e de um administrador antifrágil, capaz de tomar decisões acertadas no meio do caos, de modo a torná-lo uma oportunidade, como fez com a Taurus.

Além disso, Salesio também se caracteriza por saber escolher, liderar e motivar os principais colaboradores da empresa, haja vista ter montado uma invejável equipe de competentes e dinâmicos executivos que colaboram decisivamente para que os objetivos da Taurus sejam atingidos. Os permanentes exemplos de trabalho, de dedicação e de seriedade de Salesio Nuhs e de seus executivos são os faróis que estimulam e  conduzem os mais de 3.500 colaboradores da empresa, engajando-os e os tornando partícipes decisivos nas inegáveis conquistas da empresa.

*Esta matéria contou com a colaboração do engenheiro e investidor Christian Lima.

*Os conceitos sobre antifragilidade foram recolhidos, compilados e adaptados de publicações existentes na Internet.

Embraer anuncia Andreza Alberto como vice-presidente de Pessoas, ESG e Comunicação


*LRCA Defense Consulting - 30/01/2023

A Embraer anunciou hoje (30) que Andreza de Souza Alberto, atual diretora de operações da unidade de Gavião Peixoto (SP), será a nova vice-presidente de Pessoas, ESG e Comunicação Corporativa. O atual VP da área, Carlos Alberto Griner, anunciou em dezembro sua decisão de deixar a companhia. A mudança passa a valer a partir de 1º de fevereiro.

Com 17 anos de atuação na Embraer, Andreza é formada em engenharia mecatrônica, com cursos de especialização em gestão pela Fundação Dom Cabral e governança pelo IBGC. Na empresa, lidera hoje a unidade de Gavião Peixoto (SP), dedicada principalmente à produção de aviões de Defesa e jatos executivos, e que conta com mais de 2 mil colaboradores. Anteriormente, já atuou como gerente de produção e supervisora de engenharia de manufatura, com forte atuação em gestão de pessoas, segurança e qualidade, melhorias de processos e implementação Lean.

“Andreza é uma grande líder de pessoas e uma profissional focada em resultados e na busca constante pela eficiência. Suas competências estão totalmente alinhadas com a nova cultura organizacional que estamos implantando na companhia”, disse Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer. “Tenho certeza de que ela irá dar continuidade à transformação em andamento na área e irá nos desafiar a acelerar ainda mais as ações e processos voltados à gestão de pessoas, meio ambiente, saúde e segurança”.

Griner, que anunciou sua decisão de deixar a empresa em dezembro, liderou a área nos últimos 5,5 anos. “Agradeço mais uma vez ao Griner por todas as suas contribuições na transformação da área de Pessoas e desejo muito sucesso em sua nova fase de carreira”, disse Francisco.

29 janeiro, 2023

Às armas. Pacifistas juntam-se à tendência de investimento na defesa

Japão e Alemanha, em resposta à China e à Rússia, revertem décadas de políticas de secundarização das forças de segurança e de defesa motivadas pelo expansionismo que desembocou na Segunda Guerra. Tóquio e Berlim validam máxima do chanceler Bismarck: "A diplomacia sem armas é como uma orquestra sem instrumentos".

Miniatura de um tanque soviético T-80BV. Indiferente às sanções económicas, Vladimir Putin diz não haver restrições de financiamento aos militares.© NATALIA KOLESNIKOVA/AFP

*Diário de Notícias, por César Avó - 29/01/2023

Há coisa de 11 meses, dias depois de Vladimir Putin ter dado ordem para a "desmilitarização" e "desnazificação" da Ucrânia, o chanceler alemão proferia um discurso no parlamento sobre os "tempos de mudança" (Zeitenwende) e no qual anunciou cem mil milhões de euros para reequipar o exército. O Japão, outro país que carrega o peso do militarismo associado a um regime totalitário, respondeu ao fortalecimento militar da China (e à contínua ameaça da Coreia do Norte) com uma nova estratégia de segurança nacional e um orçamento a condizer. Não por acaso, Zeitenwende foi a palavra de 2022 para os alemães e os monges japoneses do templo de Kioymizu escolheram como ideograma do ano o que significa batalha ou guerra.

Estes são os exemplos de maior simbolismo e que implicam movimentos tectónicos nas respetivas sociedades. Porém, da América do Norte ao Extremo Oriente está em curso, se não uma corrida ao armamento, pelo menos um movimento de investimento militar, que não foi desencadeado com a invasão russa, antes ganha novas dimensões.

Em 2021, os gastos combinados das forças armadas ultrapassaram os 2,1 biliões de dólares, um crescimento de 0,7 pontos percentuais em relação ao ano anterior e um máximo de sempre, segundo contabilidade do Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo (SIPRI). E a tendência é para agravar.

A ascensão da China a potência militar desencadeou uma resposta musculada dos Estados Unidos e do Japão, mas também da Índia, cujos cidadãos veem agora Pequim como a maior ameaça militar e não o arqui-inimigo Paquistão.

O país que mais gasta em defesa, os Estados Unidos, tem um orçamento para 2023 de 858 mil milhões, um aumento de oito pontos percentuais. O seu grande rival económico, a China, aprovou para 2022 um orçamento de 229 mil milhões de dólares, um aumento de 7,1 pontos percentuais. A desaceleração económica - o produto interno bruto cresceu 3% em 2022, o valor mais baixo desde 1976 se excluirmos 2020, marcado pela pandemia - trará um dilema aos decisores do regime comunista, que por norma fazem acompanhar o crescimento orçamental militar a par do económico.

Nos últimos meses, e em particular depois da visita da então presidente da Câmara dos Representantes dos EUA Nancy Pelosi a Taiwan, Pequim respondeu com uma agressividade inédita. As demonstrações de poderio militar chinês sucederam-se no estreito de Formosa ou na zona de identificação aérea e o líder chinês Xi Jinping não excluiu o uso da força para tomar a ilha, ao que o presidente norte-americano Joe Biden disse que as forças do seu país apoiariam Taipé.

O contratorpedeiro de mísseis guiados INS Mormugao é o segundo da sua classe da Marinha indiana, construído em Mazagão. O seu nome presta homenagem ao porto de Mormugão, em Goa.© THOMAS KIENZLE / AFP


A fechar o pódio dos mais gastadores em defesa (e o maior importador de armamento) está a Índia. A maior democracia do mundo, que historicamente olha com desconfiança para o Paquistão, está agora mais preocupada com a China. É o que revela uma sondagem recente, segundo analisa a Foreign Policy: 43% dos inquiridos veem em Pequim a maior ameaça, e 22% em Washington, ficando Islamabade a par de Moscovo, com 13% de respostas.

A Índia é o país que mais armas adquiriu no estrangeiro entre 2017 e 2021, 11% do bolo total. O PM Modi quer a indústria indiana a produzir tudo e cancelou compras de aviões e helicópteros, mas peritos avisam que o país pode ficar sem equipamento suficiente.

O que leva a estes resultados explica-se em parte com as recentes disputas fronteiriças, ao que não ajudará o facto de a linha ao longo de mais de 3400 quilómetros entre ambos os países não estar definida - o problema que levou à guerra de 1962 e que terminou com uma vitória chinesa. Por outro lado, Nova Deli vê com preocupação a presença crescente da marinha chinesa no Índico, enquanto Pequim se prepara para ter um terceiro porta-aviões.

A China, uma vez mais, é também o fator decisivo para a viragem histórica do Japão. Nos últimos anos, o primeiro ultrapassou o segundo na vice-liderança económica enquanto os orçamentos militares também acompanharam essa expansão. Sete décadas de pacifismo não chegam ao fim no papel, uma vez que a Constituição não foi objeto de mudança e mantém-se o princípio de umas forças de defesa e sem recurso a armas nucleares.

Artigo 9.º A Constituição japonesa estipula que "renuncia para sempre à guerra como um direito soberano da nação e à ameaça ou uso da força como meio de resolução de disputas internacionais".

No entanto, a aprovação da nova estratégia de segurança nacional, que premeia o esforço de anos de Shinzo Abe, o ex-líder japonês assassinado no ano passado, aponta o dedo a Pequim: "um inédito e maior desafio estratégico" para a paz e a segurança do Japão e da região. Em concreto, Tóquio vê com preocupação as atividades militares chinesas em redor das ilhas Senkaku, que a RPC reclama suas (bem como Taiwan) e o lançamento de mísseis balísticos que caíram em águas próximas do Japão.

O PM japonês Fumio Kishida e o presidente norte-americano Joe Biden na Casa Branca.© EPA/JIM LO SCALZO

O governo de Fumio Kishida apresentou o orçamento da defesa de 2023 para um recorde de 55 mil milhões de dólares, mais 20% que no ano anterior. Além disso planeia quase duplicar o orçamento dentro de cinco anos. As prioridades passam por melhorar a cibersegurança e os serviços de informações, e pela aquisição de centenas de mísseis de cruzeiro Tomahawk, que podem ser instalados nos navios e ter capacidade para atingir locais de lançamento de mísseis, seja na China, seja na Coreia do Norte, uma permanente ameaça à paz na região.

500 Tomahawk. Entre outros investimentos, o plano japonês a cinco anos passa pela aquisição de meio milhar de mísseis de longo alcance Tomahawk, de fabrico norte-americano.No final do período, o país deverá ter o terceiro maior orçamento em defesa.

O norte-coreano Kim Jong Un quer um "aumento exponencial" do arsenal de armas nucleares do país já nos próximos meses, e Pyongyang está a construir uma frota de lança-foguetes móveis de grandes dimensões com a capacidade de atingir qualquer ponto do Sul com uma ogiva nuclear. A febre atómica do ditador pode traduzir-se em até 300 armas nucleares nos próximos anos.

A reação de Seul não se fez esperar e, pela primeira vez, o presidente Yoon Suk Yeol sugeriu a entrada no clube nuclear, enquanto afirmou que o caminho para prevenir ataques passa por ter uma capacidade para "ripostar cem vezes ou mil vezes mais". Contas feitas, o orçamento da defesa para 2023 sofre um aumento de 4,6% em relação a 2022 e situa-se nos 42 mil milhões de dólares.

A Rússia, na sequência do ataque lançado em larga escala à Ucrânia, viu-se na obrigação de rever em alta o orçamento da defesa, que é agora de 84 mil milhões de dólares. Vladimir Putin, que disse não haver "restrições de financiamento" para os militares, planeia gastar um total de 600 mil milhões de dólares na defesa nacional, segurança e ordem pública entre 2022 e 2025.

O chanceler Scholz, de visita às instalações da empresa Hensoldt, observa um sistema de vigilância.© THOMAS KIENZLE / AFP

A Alemanha, que desde a reunificação apostou no desenvolvimento de relações económicas com a Rússia como um fator de mudança pró-ocidental, ou pelo menos de estabilidade, em especial com os gasodutos Nord Stream, acordou para a realidade e o chanceler Olaf Scholz denunciou o "imperialismo" de Putin. Anunciou também um pacote de cem mil milhões de euros para investir em equipamento militar e em cumprir de então em diante, o compromisso de reservar o equivalente a 2% do PIB em despesas de defesa.

67% de apoio. Segundo sondagem publicada em junho no portal T-online, dois terços dos alemães aprovam o pacote de cem mil milhões para equipar o exército, mas as regiões orientais mostram-se divididas.

Mas é mais fácil de dizer do que fazer num país que carrega às costas o passado nazi, ao que se juntam repetidos escândalos de neonazis infiltrados nas forças armadas. A isto acrescente-se uma burocracia tão extensa como o nome do departamento responsável pela aquisição (Gabinete Federal de Equipamento, Tecnologias de Informação e Apoio ao Serviço do Exército). Uma encomenda de um artigo como uma mochila tem de passar por 12 repartições, segundo revela a NPR. Um funcionário da empresa construtora dos tanques Leopard, KMW, diz que nem um euro foi encomendado, o que ajudará a explicar porque nem o orçamento anual de 50 mil milhões foi gasto na totalidade (300 milhões a menos) e que, em consequência, o objetivo de atingir 2% do PIB esteja muito longe de alcançar.

Na sexta-feira, o novo ministro da Defesa, Boris Pistorius, mostrou que quer agitar as águas: disse que o processo de aquisição tem de ser mais rápido, é da opinião que os cem mil milhões não chegam para as encomendas, nem o orçamento.

Na base aérea de Mont-de-Marsan, o presidente Macron anunciou que o orçamento da Defesa vai aumentar em um terço em sete anos.© EPA/Bob Edme/POOL

O par de Berlim na construção europeia pós-guerra, Paris, não é indiferente aos desafios da Rússia. E estes não se restringem ao continente europeu. Em África, o presidente Macron anunciou o fim da operação Barkhane, de combate aos grupos jihadistas, com os mercenários russos a preencherem o vazio.

Mais concentradas na Europa, as forças armadas francesas vão receber mais de 400 mil milhões de euros para o período 2024-2030, um aumento de 30% em relação ao período em vigor. "Depois de repararmos as forças armadas, vamos transformá-las", prometeu o líder francês, apostando na rapidez de ação e no incremento da força, em paralelo com um maior investimento nas defesas aéreas, na cibersegurança e nos serviços de informações militares.

Investimentos no Programa Espacial Brasileiro

Imagem: Expansão Astronauta

*LRCA Defense Consulting - 29/01/2023

O consultor independente e especialista no setor aeroespacial Fernando Ikedo - com a grande expertise adquirida em suas passagens por empresas como Embraer, Avibras, Mectron, AEl Sistemas e Rockwell Collins - publicou no LinkedIn uma reflexão interessante sobre os investimentos no Programa Espacial Brasileiro, à luz de suas postagens sobre o orçamento dos principais projetos estratégicos de Defesa para 2023.

Referindo-se à Lei Orçamentária Anual (LOA 2023), Ikedo afirma que o orçamento dos projetos voltados ao tema "Espaço" vêm, majoritariamente, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com 87% dos recursos, sendo o restante complementado pelo Ministério da Defesa (MD).

Ao observar os números, o especialista conclui que, em termos comparativos, o valor destinado a projetos na área espacial em 2023 corresponde aproximadamente a:
- 1/8 do programa Gripen
- "meio KC-390"
- 50% do projeto SISFRON
- 20% do Forças Blindadas
- 6% do projeto das fragatas

28 janeiro, 2023

Governo de Rondônia adquire fuzis Taurus T4 para a Polícia Militar do Estado


*Diretoria de Comunicação Social da PMRO - 26/01/2023

Na manhã de hoje (26), o Governo de Rondônia entregou 69 fuzis Taurus T4 calibre 5,56 para a Polícia Militar. O material adquirido com recursos de emendas parlamentares alocadas no Fundo de Modernização e Reaparelhamento da Polícia Militar (Fumrespom) custou cerca de R$ 760.000,00 e será distribuído para o 6°, 8º, 9º, e 10° Batalhões, além dos Batalhões de Polícia Ambiental (BPA) e de Fronteira e Divisas (BPFron). A solenidade de entrega aconteceu no hall de entrada do Quartel do Comando Geral em Porto Velho-RO.

“O Governo de Rondônia proporcionou para as unidades operacionais e especializadas da PMRO um armamento moderno com características mais adequadas para o emprego da tropa, uma maior capacidade de operação, proporcionando melhor segurança ao policial e aumento do poder de fogo” disse o comandante-geral da Polícia Militar, coronel PM James Padilha, explicando que o nível de segurança da arma é elevado, considerando a modernidade do projeto.

O comandante-geral também destacou a gestão do governador Marcos Rocha que tem proporcionado mais e melhores condições de trabalho, atuando em várias frentes para aquisição de equipamentos de segurança à Polícia Militar.

A compra do material foi fruto de emendas parlamentares do deputado estadual Alex Silva e ex-deputado estadual Jesuíno Boabaid, o qual se fez presente ao evento e parabenizou o Governo do Estado pelo investimento realizado na segurança pública, especificamente na Polícia Militar, com a autorização das emendas para a compra dos armamentos: “durante o meu mandato na Assembleia Legislativa, fiz questão de ajudar nesse propósito em equipar nossa Polícia Militar. Agradeço ao Governador do Estado por estar realizando essa entrega tão importante aos nossos policiais militares” disse Jesuíno Boabaid.

Representando a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania, o tenente-coronel PM Jeferson Leandro Machado, Gerente de Integração e Segurança de Fronteiras, disse que a compra do material por emendas parlamentares demonstra a integração e preocupação de todos os órgãos, inclusive do Legislativo com a segurança pública. “Este armamento significa segurança ao policial que está na ponta da linha e terá um equipamento com melhor tecnologia. A preocupação do governo de Rondônia, ao longo de quatro anos, foi e continuará sendo uma política de investimentos e valorização às forças de segurança do Estado” disse o Gerente.


Para o Governador Marcos Rocha, que por questões de agenda em Brasília-DF, não pôde comparecer ao evento, disse que os armamentos fazem parte da política de investimentos na segurança pública em Rondônia e que as armas serão importantes para o combate ao crime organizado: “Continuamos investindo na segurança pública pois acreditamos que a Polícia Militar necessita estar sempre pronta para combater a violência em nosso Estado. Os armamentos adquiridos são avançados tecnologicamente. E essa característica fará com que a atuação dos policiais militares seja com mais segurança durante o policiamento ostensivo” enfatiza o Governador Marcos Rocha.

Saiba mais:

- Taurus entrega 43 fuzis T4 à Polícia Penal de Rondônia

- Taurus entrega 1.787 pistolas TS9 para as Polícias Penais de Rondônia e do Tocantins

- Taurus e CBC têm na logística de pós-venda um dos seus grandes diferenciais Taurus e CBC têm na logística de pós-venda um dos seus grandes diferenciais

Curso de Extensão em Defesa Nacional será realizado em Porto Alegre, presencial e online


*LRCA Defense Consulting - 28/01/2023

A Escola Superior de Defesa (ESD), por intermédio da Divisão de Extensão, Pesquisa e Pós Graduação, oferece, a partir de 2023, o Curso de Extensão em Defesa Nacional.

O principal objetivo do curso é o estímulo à reflexão e aos estudos de temas que envolvem Defesa Nacional, em cumprimento ao 6º Objetivo da Política Nacional de Defesa - “Ampliar o envolvimento da sociedade brasileira nos assuntos de Defesa Nacional”.

O Curso é gratuito e ocorre em formato de palestras e debates do mais alto nível, com renomados especialistas civis e militares de todo o país.

Modalidade: presencial e com transmissão online pela nossa página no Youtube.

Duração: uma semana.

Carga horária: 20 horas.

Público-alvo: o curso é gratuito e aberto à sociedade para todos os inscritos.

Certificado: ao fim do curso será emitido um certificado para todos os participantes que completarem, pelo menos, 75% da carga horária.  

Inscrições e programação EM BREVE.

O evento será realizado na Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), em Porto Alegre.

Para acompanhar de forma online, acesse a página no Youtube, mediante inscrição. 

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