A LRCA Defense Consulting é uma entidade sem fins lucrativos que se dedica a produzir e divulgar notícias e análises sobre as Empresas de Defesa. Não somos jornalistas e nem este é um blog jornalístico.
Em matéria deste mês, assinada por Avery Skipalis, a conceituada revista especializada americana Shoot On analiza seis pistolas microcompactas no calibre 9mm disponíveis nos EUA: Springfield Hellcat, Taurus GX4, Glock 43X, Sig Sauer P365, Smith & Wesson CSX e Mossberg MC2sc.
No subtítulo, a revista comenta que "As 9mm microcompactas de hoje oferecem todo o desempenho e apresentam as demandas de atiradores sérios em uma pistola compatível com EDC (transporte velado/oculto). Aqui estão as nossas principais escolhas para 2022".
Na matéria, a pistola Taurus GX4 é a segunda arma a ser exibida. Seu preço nos EUA está 157 dólares menor que o da mais barata seguinte (Glock 43X) e 437 dólares distante da mais cara (Sig Sauer P365).
Nas duas fotos com pessoas que ilustram a matéria, a arma portada é a pistola Taurus GX4, sendo que, em uma delas, a autora Avery Skipalis aparece atirando com ela.
A próxima da lista é uma arma de micro orçamento da Taurus.
A Taurus GX4 oferece excelente ocultação a um preço que não fará com que você faça uma segunda hipoteca da casa. Seu preço sugerido de $ 392,42 a torna uma excelente opção para indivíduos com orçamento apertado, como estudantes universitários. A GX4 tem uma capacidade de carregador de 11+1 e inclui dois carregadores.
Pessoalmente, nunca me importei com os gatilhos das pistolas de polímero da Taurus, mas o gatilho de face plana da GX4 está muito melhorado. Saudamos o gatilho aprimorado com braços abertos, especialmente em uma microcompacta.
Mesmo que esta seja uma oferta de orçamento, ela ainda possui recursos como um lançamento de carregador reversível para acomodar atiradores canhotos. As linhas nítidas e o design chamam sua atenção imediatamente. As serrilhas de deslizamento dianteiras e traseiras em ângulo complementam as linhas afiadas que delineiam a textura da aderência. A parte inferior do punho tem cortes de alívio para ajudar a remover carregadores presos teimosos, caso seja necessário.
A Taurus adotou a abordagem prática em relação às miras, mas está no mesmo nível do preço. Está incluída uma mira frontal de ponto branco com uma mira traseira escurecida serrilhada. As serrilhas são um toque agradável para ajudar a evitar o brilho.
Recentemente, a Taurus adicionou a GX4 TORO (Taurus Optic Ready Option) à sua linha com um preço sugerido de $ 468,18.
*Avery Skipalis Avery Skipalis é a proprietária da Skip's Tactical Solutions, uma organização que se concentra em capacitar mulheres, homens e crianças para garantir que ninguém mais se torne vítima. Ela é bacharel em Justiça Criminal e obteve sua experiência com armas de fogo nas forças armadas dos EUA, onde é instrutora de armas de fogo há mais de 13 anos. Avery também é um instrutora certificada NRA Rifle/Pistol e GLOCK Advanced Armorer. Ela frequentou várias escolas de tiro avançado nos EUA. Avery reside na Flórida com o marido e dois filhos. Ela atualmente serve na Força Aérea dos Estados Unidos e adora compartilhar sua paixão com os outros. Ela tem um canal no YouTube chamado "Skip's Tactical Solutions".
A Embraer, a idD Portugal Defence e a ETI assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para uma potencial colaboração estratégica relacionada com o treino e simulação, para produtos de Defesa e de dupla utilização. As áreas abrangidas incluem o desenvolvimento e inovação de tecnologias de Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Realidade Mista e Análise de Dados.
O MoU inclui a oportunidade de expandir e aumentar o relacionamento de longo prazo entre a Embraer e a ETI para o desenvolvimento dos produtos de treino da Embraer, para o A29 Super Tucano, entre outros programas. Nesse contexto, as duas empresas já discutem as potenciais oportunidades.
A Embraer e a ETI colaboram há muitos anos e cada empresa trará a expertise específica necessária para realizar pesquisa e desenvolvimento a serem aplicados em tecnologias avançadas e produtos de treino inovadores. Este MoU é mais um passo importante nesta relação de longo prazo.
Em postagem da semana passada em suas mídias sociais, a megaempresa indiana Jindal Stainless, parceira da Taurus na joint venture (JV) Jindal Taurus Defence System PVT. LTD. divulgou que "está encantada" em anunciar que está procurando contratar veteranos das Forças Armadas Indianas (Exército, Marinha, Força Aérea) como parte ativa de sua organização.
A empresa ressalta que esta é uma chance onde os veteranos indianos poderão "ajudar a construir uma nação inoxidável com sua experiência incomparável".
Os veteranos interessados podem se candidatar a diferentes cargos nas áreas de Operações de Plantas, Funções de Apoio e Manutenção nas fábricas Jajpur e Hisar.
Hisar A planta fabril da Jindal Stainless localizada na cidade de Hisar, estado Haryana, é uma das maiores da Índia.
Nessa cidade também está em vias de conclusão a novíssima fábrica da joint venture Jindal Taurus Defense, estabelecida entre a multinacional brasileira e a indiana Jindal Defence & Aerospace, subsidiária do Grupo Jindal.
Objetivos Esta Consultoria julga razoável supor que essas contratações tenham, como um dos objetivos principais, o fornecimento de mão de obra de confiança para a planta da JV, haja vista que tal fato poderá, além da contratação de veteranos militares para trabalhar em uma fábrica de armas indiana, gerar uma repercussão psicológica muito positiva entre os próprios veteranos, nas Forças Armadas e no governo indiano, contribuindo assim com os objetivos da nova empresa.
Faz muito tempo que não ouvimos notícias tão boas da Hop. Após anos de reestruturação, a subsidiária regional da Air France pôde finalmente encontrar uma perspectiva real para o futuro, na forma de um grande pedido de aviões.
De acordo com nossas informações, a administração da Air France e da Hop de fato se engajou em discussões informais com representantes do pessoal, sobre um possível pedido de 35 a 50 Embraer 190-E2, a última versão remotorizada do jato regional brasileiro, cuja versão anterior equipe já a Hop. Trata-se de um investimento potencial de 2 a 3 mil milhões de dólares a preço de tabela, para o grupo Air France, já empenhado na renovação da sua frota de médio curso, com o Airbus A220, e da sua subsidiária low-cost Transavia France .
Um investimento em condições À semelhança das encomendas anteriores da Air France e da Transavia, contudo, a direcção da Air France está condicionando a compra destas aeronaves à aceitação pelas diferentes categorias de colaboradores - pilotos, comissários e pessoal de terra - de novas medidas de segurança. custos de contratação. As negociações formais devem começar nos próximos dias, para tentar chegar a um acordo. A decisão final pode vir no decorrer do verão.
Questionada sobre suas intenções, a Air France se recusou a comentar essa informação, mas não a negou. "O grupo Air France está constantemente estudando as necessidades de frota de suas empresas", disse um porta-voz.
17% de economia de combustível Tal ordem, entretanto, não seria usual para a Hop. Mesmo limitada a 35 aeronaves, possibilitaria a renovação de toda a sua frota - atualmente reduzida a cerca de trinta E170 e E190 Embraer, a maioria com mais de 20 anos - ao reduzir o consumo de combustível e as emissões de CO2 em 17%, de acordo com com os compromissos ambientais do grupo. Também possibilitaria trazer um sorriso aos funcionários que foram bastante testados pelos sucessivos cortes realizados em sua empresa.
Mesmo antes da crise da Covid, o último plano de reestruturação resultou numa redução de 40% da atividade da Hop’s operada por conta e sob a marca Air France, com uma frota reduzida de 69 para 32 aeronaves. O último plano de saída voluntária, validado em julho de 2021, resultou em 1.007 demissões em uma força de trabalho de 2.400 pessoas em 2020.
Durante a finalização deste plano, a direção da Air France reafirmou, no entanto, a necessidade de o grupo manter uma empresa regional que abasteça seus hubs em Roissy-CDG e Lyon. Para acalmar as preocupações, a Air France se comprometeu a permanecer como acionista majoritária da Hop até pelo menos março de 2026, com o bônus adicional de ter a garantia de não reduzir a frota para menos de 29 aeronaves. Isso sugeriu aquisições de aviões. Garantias até 2026 Paradoxalmente, o período é bastante favorável para a compra de aeronaves, pelo menos para quem pode pagar. A crise da Covid testou severamente as companhias aéreas regionais, assim como as vendas da Embraer, que só conseguiu entregar 48 jatos regionais em 2021 e 44 em 2020, ante 89 em 2019. O suficiente para permitir que a Air France negociasse um bom desconto, pois, com a Airbus para o A220.
A indústria turca de defesa é, atualmente, uma das que mais cresce no mundo, tanto no segmento de armas para o combate em terra e no mar, como no de soluções aéreas, como drones, helicópteros e aviões.
Além de prever o lançamento de um caça multitarefa para 2023, os turcos estão se notabilizando pela produção de drones de combate eficazes e de custo relativamente baixo.
O conflito bélico que envolveu o Azerbaijão e a Armênia foi uma das mais recentes demonstrações de sua tecnologia aérea, onde os drones turcos Bayraktar TB2 do primeiro, juntamente com mísseis israelenses antiradiação com uso de Inteligência Artificial, simplesmente colocaram fora de combate boa parte dos blindados, da artilharia e da defesa antiaérea armênia.
Bayraktar TB2
Este veículo não tripulado, de acordo com o site da empresa, tem uma envergadura de asa de 12 metros, capacidade para 700 kg ao descolar, sendo que pode levar 150 kg de armas. A altitude operacional é de 18.000 pés (5.500 metros). É utilizado, desde 2014, pelas Forças Armadas da Turquia e pela Polícia Nacional Turca. Atualmente, mais de 250 Bayraktar estão a serviço da Turquia, Qatar, Azerbaijão e Ucrânia.
E é nesse último país que os cerca de 50 drones Bayraktar TB2 adquiridos pela Ucrânia estão se notabilizando por sua atuação contra os blindados, artilharia e comboios de tropas russas que invadiram o país. Este fato, além de consagrar a aeronave, mostra que há sérias falhas na defesa aérea russa, o que é uma surpresa para muitos observadores, já que os russos afirmavam que os seus sistemas mais avançados de guerra eletrônica, detecção por radar e de defesa aérea conseguiriam detectar e neutralizar este drone, de forma a não ser uma ameaça para as forças no terreno.
Drone armado turco Songar dispara minifoguetes de 40mm Apesar de os drones de combate maiores já estarem em uso por diversos exércitos do mundo, com muitos já estando integrados às forças de ataque e/ou defesa, o uso de pequenos drones não-suicidas de ataque - ou seja, que podem atacar, retornar, serem rearmados e voltar ao combate - ainda é uma novidade em desenvolvimento.
O drone armado turco SONGAR, por exemplo, desenvolvido com um Módulo de Mira Eletrônica e Cálculo Balístico, pode operar simultaneamente como um sistema de drone único ou múltiplo, sendo integrado a uma metralhadora automática de 5,56mm ou, agora, a um lançador de minifoguetes de 40mm.
Ele pode executar muitas tarefas críticas, como detecção da área-alvo, neutralização de ameaças, detecção de danos pós-operações e transmissão de imagens em tempo real.
O drone tem um teto de serviço de 3.000 metros MSL (acima do nível do mar) e 300 metros AGL (acima do nível do solo). O sistema pode transmitir vídeo em tempo real e operar em um raio de missão de até 5 km.
O portal turco AA, em matéria desta data assinada por Goksel Yildirim, revela que, de acordo com as informações recebidas pelo correspondente da AA, a cooperação da Asisguard (que desenvolveu o drone armado Songar) e da Troy Teknoloji Defense (que produz explosivos de nível militar, ogivas que podem fornecer alta eficiência com esses explosivos e minifoguetes) resultou em testes de campo concluídos com sucesso.
Diferentes sistemas de armas e munições foram integrados ao Songar, que apareceu pela primeira vez com uma metralhadora automática e depois se juntou ao inventário das forças de segurança. Por fim, foram adicionados estes minifoguetes desenvolvidos pela indústria nacional turca.
Como resultado dos estudos de integração que a Asisguard e a Troy Teknoloji Defense vêm realizando há algum tempo, o teste de fogo foi realizado pela primeira vez. Oito tiros bem sucedidos foram feitos com minifoguetes montados nos tubos de tiro colocados no Songar.
Foguetes com diâmetro de 40 milímetros foram desenvolvidos como uma solução que pode ser utilizada em mini e microveículos aéreos não tripulados (VANT) e veículos terrestres não tripulados, sem dependência de fontes externas.
O minifoguete - que está dentro dos limites de carga de asa rotativa ou fixa, baixa altitude, mini ou micro UAV - possui infraestrutura adequada para multiuso. Avalia-se que o sistema, que é produzido localmente e pode ser desenvolvido de acordo com as necessidades, será útil para uso em operações de segurança interna e transfronteiriças, bem como para operações em áreas urbanas, além de operações militares específicas.
Seis minifoguetes de uma só vez contra ameaças O minifoguete, com 170 milímetros de comprimento, é lançado de um tubo de disparo de 550 milímetros. O peso do foguete corresponde a 500 gramas com um tubo lançador descartável. Até 6 foguetes podem ser integrados em um mini UAV.
O minifoguete atinge um alcance máximo de 2 quilômetros e opera com um alcance efetivo de 100 a 500 metros. A ogiva antipessoal com espoleta de aprendizado inteligente opera em um raio de 12 metros. A capacidade de penetração da ogiva perfurante de blindagem corresponde ao STANAG 4569 Nível 2 (blindagem leve, resistente à munição 7,62 x 39mm API BZ a 30 metros com 695 m/s)
O principal objetivo do sistema é determinar os elementos de ameaça de uma certa distância de forma controlada ou neutralizar os alvos detectados anteriormente sem enviar pessoal para a área perigosa.
Este sistema apresenta vantagens por ser nacional (turco), de baixo custo, pode ser desenvolvido de acordo com as necessidades, fácil de usar, leve e pode ser transportado por pessoal em várias unidades, destinando-se a atingir e destruir alvos fixos, como veículos não blindados e levemente blindados, edifícios e pequenas estruturas.
Minifoguete de 40mm
Segundo afirmou um executivo da Asisguard, o drone armado Songar, além de estar em uso por quatro forças turcas, já está sendo exportado para alguns países. A mesma fonte também declarou que o drone poderá ser equipado com bombas militares e antidistúrbios e, futuramente, com mísseis.
Drone Songar equipado com bomba militar
Dor de cabeça para a segurança militar e também para a civil A adição de minifoguetes a pequenos drones tem tudo para se transformar em uma grande dor de cabeça para a segurança militar e também para a civil, haja vista que tais UAV podem ser facilmente transportados por forças militares e por insurgentes de qualquer natureza, inclusive de maneira dissimulada.
Os fatos de poderem voar em altitudes muito baixas, terem um pequeno nível de ruído e um raio de missão de até 5 km, além de um alcance efetivo de até 500 metros, tornam tais drones um grande risco para tropas e instalações militares, bem como para alvos civis compensadores, caso estes não disponham de uma defesa anti-drone adequada.
A Avibras Aeroespacial, principal fabricante brasileira de sistemas pesados para o mercado de Defesa, entrou hoje em regime de recuperação judicial. Como consequência, a empresa demitiu 420 funcionários. O quadro remanescente de pessoal é agora de 900 funcionários.
O processo está sendo ajuizado no fórum de Jacareí, no Vale do Paraíba, onde fica a sede do grupo Avibras. Essa é a terceira vez que a empresa renegocia suas dívidas judicialmente. O procedimento foi adotado anteriormente em 1990 e em 2008. O valor da recuperação é estimado em R$ 570 milhões.
A Avibras produz o sistema lançador de foguetes e mísseis Astros-2020, veículos blindados e equipamentos eletrônicos de emprego militar. Além de atender às Forças Armadas do Brasil, exporta para países do Oriente Médio, Ásia e América Latina.
Segundo o advogado responsável por protocolar a recuperação judicial da companhia, Nelson Marcondes, do escritório Marcondes Machado Advogados, a pandemia foi a grande responsável pelo atual momento da empresa. De acordo com Marcondes, a empresa tentou segurar o máximo que pode para não demitir os seus 1,5 mil funcionários, porém isso não foi possível para o decorrer de 2022.
A companhia sofreu com a mudança de prioridade de países ao redor do mundo durante a pandemia. Com a proliferação do vírus, diversas nações diminuíram os gastos com a área de defesa e passaram a investir mais na área de saúde.
Além disso, segundo Marcondes, a impossibilidade de realizar viagens também complicou a situação da Avibras. Afinal, boa parte das vendas da companhia é feita através de feiras e contatos locais. Treinamentos para utilizar os seus equipamentos também são feitos de maneira presencial.
O advogado ainda afirma que a empresa já está elaborando um plano de recuperação e que aguarda a decisão da Justiça para dar prosseguimento aos processos. O contato com os credores já está sendo feito, de acordo com Marcondes.
"A empresa tentou segurar o máximo que conseguiu, mas já estamos vendo o mercado se movimentando novamente e a Avibras tem grandes perspectivas de contratos que estão sendo trabalhados", afirma Marcondes.
A Avibras Aeroespacial tem pouco mais de 60 anos. Criada pelo engenheiro João Verdi de Carvalho Leite, - morto em 2008 quando o helicóptero que pilotava caiu no litoral norte, trecho de serra - a empresa lidera o setor da indústria de Defesa no País.
Fortemente vinculado ao mercado externo, o grupo teve, durante anos, dificuldades com os procedimentos da área econômica do governo. "Somos tratados pelas agências públicas da mesma forma que os exportadores de frutas ou frangos", dizia João Verdi.
Em várias ocasiões, tendo sólidos contratos em carteira, a Avibras esteve perto de perder negócios internacionais de centenas de milhões de dólares por causa da burocracia federal.
Os sistemas Astros-2 e sua versão mais moderna, o Astros-2020, estão em guerra, usados pelo exército da Arábia Saudita, no conflito com os rebeldes houthis, no Iêmen. Antes disso, na guerra do Golfo, em 1991, foram empregados pelo Iraque e entraram na lista de alvos prioritários dos caças da coalizão liderada pelos Estados Unidos.
A Eve UAM, LLC, uma empresa da Embraer, e a Acciona, empresa global líder no fornecimento de soluções regenerativas para uma economia descarbonizada, anunciaram hoje uma parceria estratégica para acelerar o desenvolvimento de um ecossistema global e sustentável de Mobilidade Aérea Urbana.
Nos termos da parceria, com a consumação da combinação de negócios da Eve com a Zanite Acquisition Corp., a Acciona investirá US$ 30 milhões e se juntará ao grupo de investidores estratégicos que atualmente apoiam o desenvolvimento da Eve e seu plano de negócios. Como parte do acordo, José Manuel Entrecanales, presidente e CEO da Acciona, passará a ser um dos sete membros do Conselho de Administração após a entrada da Eve na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), que deve acontecer no segundo trimestre de 2022.
“Gostemos ou não, a população mundial está cada vez mais concentrada em cidades maiores. Manter a pegada climática destas áreas urbanas sob controle é um dos maiores desafios do processo de descarbonização em que todos estamos envolvidos”, disse José Manuel Entrecanales. “Modelos de transporte aéreo urbano como o proposto por Eve podem ser muito úteis ao considerar diferentes soluções de mobilidade sustentável. Participar de um projeto tão inovador quanto o Eve nos permitirá continuar avançando nesse caminho.”
“Nosso acordo com a Acciona reforça o compromisso da Eve em entregar um ecossistema UAM sustentável, que inclui não apenas nosso eVTOL de emissão zero – veículo elétrico vertical de decolagem e pouso – mas também a infraestrutura verde que dará suporte a esse novo meio de transporte. Sua capacidade de construir essas infraestruturas, somada às suas credenciais de ponta em sustentabilidade, trazem habilidades e conhecimentos essenciais para o negócio que nos ajudarão a manter nossa distinção no mercado”, disse André Stein, co-CEO da Eve.
A parceria também beneficiará novas iniciativas industriais no desenvolvimento de um ecossistema UAM sustentável, incluindo vertiports, contratos de compra de energia, soluções de carregamento de bateria e manuseio. Em 2021, 93% dos investimentos do Grupo Acciona estavam alinhados à taxonomia da União Europeia para atividades sustentáveis. A empresa evitou a emissão de 13,4 milhões de toneladas de CO2 (+1,5%) durante o ano, terminando aquele ano como a empresa de eletricidade mais sustentável da Espanha e a segunda mais sustentável do mundo, de acordo com o Sustainability Yearbook 2022 publicado pela S&P Global.
Em dezembro de 2021, a Eve anunciou que planeja listar suas ações na NYSE por meio de uma combinação de negócios com a Zanite Acquisition Corp. (Nasdaq: ZNTE, ZNTEU, ZNTEW), uma empresa de aquisição de propósito específico focada no setor de aviação. Após o fechamento da transação com a Zanite, esta mudará seu nome para Eve Holding, Inc. e suas ações ordinárias e warrants deverão ser negociados na NYSE sob os novos códigos “EVEX” e “EVEXW”, e a Eve se tornará uma subsidiária integral da Eve Holding.
Até agora, a Eve atraiu um grupo de investidores estratégicos complementares que trazem um conjunto incomparável de capacidades que abrangem o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM), incluindo operadoras de asa fixa (Republic Airways e SkyWest), locadoras de aeronaves (Azorra e Falko), financiamento ( Bradesco BBI) e fornecedores de tecnologia (Rolls-Royce e Thales), além de players do setor de defesa (BAE Systems).
Sobre a Acciona A Acciona é uma empresa global, líder no fornecimento de soluções regenerativas para uma economia descarbonizada. Sua oferta de negócios inclui energia renovável, tratamento e gestão de água, sistemas de transporte e mobilidade ecoeficientes, infraestruturas resilientes, etc. A empresa é neutra em carbono desde 2016. A Acciona registrou vendas de € 8,1 bilhões em 2021 e está presente em mais de 60 países.
O CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, recebeu nesta quinta-feira, dia 17 de março, o Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, e sua comitiva na fábrica de São Leopoldo (RS).
Na comitiva estavam presentes o Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, Ten Brig do Ar Marcelo Kanitz Damasceno, o Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, Ten Brig do Ar João Tadeu Fiorentini, o Comandante de Preparo e Comandante de Operações Aeroespaciais, Ten Brig do Ar Sergio Roberto de Almeida, o Diretor da Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico, Brig do Ar Rodrigo Fernandes Santos, e o Diretor do Parque de Material Bélico da Aeronáutica do Rio de Janeiro, Cel Av Gustavo Furlan Aquino, entre outras importantes autoridades.
Durante a visita, o Comandante da Aeronáutica e a comitiva conheceram as instalações da unidade fabril da Taurus, que passou por um processo de modernização, com investimentos de US$ 125 milhões nos últimos 5 anos e com previsão de mais R$ 250 milhões para este ano de 2022. Tiveram a oportunidade de verificar os processos de produção, qualidade e logística da companhia, a fábrica MIM - Metal Injection Molding, assim como o projeto de ampliação da empresa e os investimentos futuros.
Os visitantes também conheceram o amplo portfólio da Taurus, composto por revólveres, pistolas, submetralhadoras, fuzis, carabinas, rifles e espingardas que atendem os mercados civil, militar e policial, o protocolo de desenvolvimento de novos produtos, além de acompanharem os testes de tiro e verificarem os rigorosos processos de qualidade e protocolos de aceitação que 100% dos produtos são submetidos antes de serem comercializados.
O CEO Global da Taurus acompanhou a visita e ressaltou a importância de ter no Brasil Empresas Estratégicas de Defesa com produtos e processos 100% sob domínio nacional: “Foi uma honra receber o Comandante da Aeronáutica e sua comitiva. Esse era um convite antigo e que agora se concretizou. É muito importante que os representantes das Forças Armadas conheçam os produtos e processos que são desenvolvidos aqui com tecnologia própria, pelo nosso CITE (Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos), um exemplo de sucesso para a Base Industrial de Defesa (BID) em um mercado onde o alto valor tecnológico agregado é uma característica marcante. Esta é uma oportunidade de mostrarmos a qualidade e robustez do nosso processo de produção, as armas desenvolvidas e testadas aqui no Brasil com mão-de-obra 100% nacional, além de todos os investimentos em tecnologia e inovação que foram e estão sendo implementadas nas fábricas da Taurus e que tornaram esta empresa uma das maiores fabricantes de armas do mundo”.
Comitiva testa armas com grafeno Os integrantes da comitiva também puderam testar alguns desses produtos desenvolvidos com tecnologia própria pela Taurus, entre eles o revólver RT460, com aplicações de grafeno, e uma nova versão do fuzil T4 no calibre .300 Blackout, a inovadora pistola G3c versão T.O.R.O. (Taurus Optic Ready Option) que já vem preparada para receber miras ópticas e a pistola GX4 GRAF, primeira arma do mundo que utiliza grafeno na sua composição, sendo a menor da categoria e que marcou a entrada da Taurus no segmento de microcompactas.
Histórico Em 28/09/2020, a Taurus realizou, em cerimônia no Salão Nobre do Comando da Aeronáutica, em Brasília, a entrega oficial de armamentos destinados à equipe de Segurança do Comandante da Força.
Os armamentos fazem parte da linha T Series, especialmente desenvolvida para o mercado militar e policial, e contempla pistolas TH9, além de submetralhadoras SMT9 e fuzis modelo T4 calibre .556 Full.
A utilização de armamentos Taurus e a parceria entre a empresa e o Comando da Aeronáutica já vem de algumas décadas. Há mais de 20 anos, foram recebidos os primeiros armamentos pela FAB, entre pistolas e submetralhadoras, que estão em uso até hoje.
Momentos da visita do Comandante da Aeronáutica e de sua alta comitiva
Garantir conectividade, monitoramento e armazenamento preciso de todos os dados do equipamento e do processo envolvido são apenas algumas das vantagens da nova solução da linha WEG Edge Computing Device, o WCD-ED300.
Pronto para conectar as máquinas e equipamentos dos clientes ao WEGnology e ao WEG Smart Machine com facilidade, agilidade e segurança, o WCD-ED300 – Edge Computing Device é totalmente configurável possibilitando a visualização do status, parâmetros de funcionamento, nível de produção, eficiência (OEE) e saúde das máquinas e equipamentos de qualquer parte do mundo.
Na prática, a solução permitirá ao cliente ter conhecimento da real condição da máquina ou equipamento possibilitando a captação, tratamento e armazenamento dos dados evitando assim desperdícios e paradas desnecessárias, e o melhor, com toda a praticidade que as soluções cloud based da WEG proporcionam.
O atual portfólio da linha de edge devices, que já conta com o WCD-ED300-DSLV e WCD-ED300-DSMV, agora soma ao novo edge device WCD-ED300 e segue contribuindo para tornar as fábricas cada vez mais inteligentes e eficientes.
A Taurus Armas S.A. segue trazendo inovação e versatilidade ao mercado e lança uma nova versão do consagrado fuzil T4, calibre 5,56 NATO, na configuração customizada MLOK de fábrica.
A novidade conta com o guarda-mão (handguard) no moderno padrão MLOK (Modular Lock), que proporciona melhor ergonomia, e miras rebatíveis (flip up), que agregam a possibilidade de utilização de equipamentos óticos variados e atendem as mais diversas particularidades nas operações especiais. O MLOK proporciona ao usuário um guarda mão mais fino e leve, adaptável às necessidades de cada aplicação ao permitir a montagem de acessórios apenas e como o usuário desejar.
Com alta confiabilidade em campo, assim como a sua versão tradicional, o fuzil T4 MLOK é uma arma semiautomática, que opera por ação direta dos gases, trancamento rotativo do ferrolho, com capacidade de 30 tiros no carregador, de polímero, calibre 5,56 NATO.
A Taurus desenvolveu o armamento em dois modelos, com cano de 11,5” ou 14,5”, ambos com passo de raia 1:7 polegadas.
O lançamento será comercializado nas lojas revendedoras (https://taurusarmas.com.br/pt/como-comprar/lojistas) e no portal de vendas da Taurus (www.armasmunicoes.com.br), voltado a militares, policiais, CACs e civis que integram categorias autorizadas a adquirir estes produtos, conforme legislação vigente.
Para informações técnicas sobre o novo fuzil T4 MLOK e a linha completa de produtos Taurus, acesse https://taurusarmas.com.br/pt/produtos/
Aos clientes que já possuem a versão clássica do fuzil T4, calibre 5,56 NATO, a Taurus oferece em seu portfólio de acessórios o kit de conversão para esta plataforma.
Produzir energia limpa, beneficiando-se do potencial hidráulico de um rio, é a principal missão das usinas hidrelétricas. Para que elas possam funcionar com eficiência e confiabilidade, se faz necessário um conjunto de equipamentos de qualidade e confiabilidade para longos períodos de operação contínua. Por estes motivos, a WEG foi selecionada para fornecer os geradores da UHE São Roque, situada em Vargem/SC.
Os geradores são uma das partes mais importantes que compõem o empreendimento e, para a UHE São Roque, a WEG forneceu três hidrogeradores SLW 4000 com potência unitária de 50,5 MVA, 13,8 kV e 180 rpm, incluindo seus equipamentos auxiliares.
Com 285 toneladas cada e aproximadamente oito metros de diâmetro, estes equipamentos estão entre os maiores hidrogeradores elétricos já produzidos pela WEG. Com engenharia especializada e fabricação verticalizada, são desenvolvidos e produzidos equipamentos para atender integralmente às necessidades e requisitos dos clientes.
Esse fornecimento faz parte de um grande projeto de infraestrutura que irá garantir energia para o sistema elétrico brasileiro, impulsionando a economia da região e do país. A UHE São Roque tem potência instalada de 142 MW que, em média, é suficiente para abastecer uma cidade com aproximadamente 170 mil habitantes.
Empresa vendeu 15 mil armas nos últimos dois dias e espera repetir o feito até sábado
*LRCA Defense Consulting - 17/03/2022
Para comemorar a Semana do Consumidor 2022 e também os excelentes resultados que a empresa teve no ano de 2021, cujos números foram ontem divulgados, a Taurus Armas está realizando um grande campanha junto a seus principais consumidores - a grande rede de lojistas capilarizada por todo o território brasileiro, oferecendo-lhes condições mais vantajosas.
Na primeira fase, ocorrida nos dias 14 e 15, foram vendidas 15.000 armas. Na segunda, a ocorrer hoje (17) e amanhã (18), a empresa espera comercializar um número semelhante, totalizando 30.000 armas vendidas na semana.
Segundo Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus, a ideia é, como sempre, valorizar o consumidor, especialmente na sua Semana, e completou afirmando: "Acho que isso demonstra a confiança do consumidor brasileiro, dos lojistas dentro da nossa cadeia de distribuição, dos nossos parceiros na marca Taurus, enfim. A gente homenageia o consumidor na semana em que divulgamos os nossos resultados de 2021, um resultado histórico que teve três pontos muito importantes: primeiro, o rompimento da barreira de R$ 1 bilhão de Ebtida; segundo, a conquista de ser o maior vendedor de armas curtas do mundo; terceiro, a distribuição de dividendos para os acionistas”.
Por fim, Salesio fez questão de agradecer e saudar a equipe de representantes da CBC, que comercializa as armas da Taurus no Brasil, e aos mais de 2 mil lojistas que "confiam e são comprometidos com nossa marca".
Melbourne, Flórida, 16 de março de 2022 – Eve UAM, LLC (“Eve”) , empresa da Embraer SA (“Embraer”), e Global Crossing Airlines Group, Inc. (JET: NEO; JET.B: NEO JETMF: OTCQB ) (“GlobalX”) assinaram uma Carta de Intenção (LoI) para encomendar até 200 aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL) da Eve. Essa venda potencial está incluída na carteira de pedidos atual da Eve de até 1.785 eVTOLs. A empresa espera iniciar as entregas em 2026.
O acordo também possibilita uma parceria promissora que pretende explorar o desenvolvimento de um ecossistema para dimensionar a Mobilidade Aérea Urbana (UAM) e reforça o Conceito de Operações (CONOPS) em Miami-Dade que foi anunciado hoje. A experiência da GlobalX como companhia aérea de bandeira contribuirá não apenas para a formulação da infraestrutura necessária para permitir voos eVTOL, mas também para a implantação das aeronaves da Eve em toda a sua malha.
“Estamos honrados em trabalhar com a Eve Air Mobility e acreditamos que sua afiliação com a Embraer garante que a Eve será o OEM eVTOL mais bem posicionado. Esses eVTOLs nos permitirão expandir nosso mercado em todo o sul da Flórida, levando nossos clientes a seus voos em MIA e FLL, bem como voos locais em Key West e em todas as Keys, Naples e Palm Beach. Isso ajudará a estender e expandir nossa marca”, disse Ed Wegel, presidente e CEO da GlobalX.
“Estamos muito satisfeitos com esta parceria com a GlobalX, que maximizará nossos esforços para estruturar as operações da UAM. Sua experiência como companhia aérea contribuirá para a expansão da implantação do eVTOL da Eve na América do Norte. A parceria também garante o compromisso de ambas as empresas em fornecer UAM sustentável e fornecer à comunidade soluções melhores e mais rápidas”, disse Andre Stein, co-CEO da Eve.
A conclusão das transações contempladas pela LoI está sujeita à celebração de contratos definitivos e ao recebimento de todas as aprovações regulatórias necessárias.
Eve UAM, LLC ("Eve"), uma empresa da Embraer S.A. ("Embraer"), formou um consórcio de organizações líderes em Mobilidade Aérea Urbana (UAM, na sigla em inglês) e facilitadores de tecnologia, incluindo Skyports, L3Harris Technologies e CAMI (do inglês, Community Air Mobility Initiative), para desenvolver um Conceito de Operações (CONOPS) de UAM entre o Aeroporto Internacional de Miami (MIA) e o Centro de Convenções de Miami Beach. Este conceito agnóstico deverá ser o primeiro dentre outros documentos para iniciar as operações de UAM em Miami-Dade.
O consórcio avaliou o ecossistema necessário para a experiência dos passageiros e dos veículos, recebeu importantes informações e comentários dos públicos de interesse em todo o condado de Miami-Dade, e acessou dados públicos locais. As informações foram usadas para estabelecer uma compreensão ampla de como a UAM poderia se integrar com segurança junto às operações existentes do MIA e em outros lugares do condado.
Cada um dos parceiros do consórcio vem desempenhando um papel essencial dentro dessa colaboração. A Skyports projeta, constrói e opera infraestruturas de decolagem e pouso para aeronaves de mobilidade aérea urbana, a L3Harris integra tecnologias de última geração de gerenciamento de tráfego aéreo (ATM, na sigla em inglês) para permitir operações de UAM, e a CAMI apoia a integração responsável de UAM nas comunidades.
“O condado de Miami-Dade e a Flórida apresentam uma grande oportunidade para a Eve criar um projeto que possa ser replicado na América do Norte e outras regiões, enquanto olhamos para a introdução das operações de UAM. A Eve e o consórcio ganharam visões valiosas sobre a melhor forma de preparação do ecossistema para lançar e ganhar escala com segurança. Estamos entusiasmados em continuar trabalhando com todos os públicos de interesse no condado de Miami-Dade e a comunidade nas próximas fases desse conceito de operações”, disse Andre Stein, co-CEO da Eve.
“A Skyports tem orgulho de fazer parceria com este consórcio e líderes comunitários, que vão contribuir com nosso conhecimento de infraestrutura para o futuro da Mobilidade Aérea Urbana em Miami-Dade. Acreditamos que este estudo é o primeiro passo importante para trabalhar com a comunidade, bem como com a indústria local, para garantir que os vertiportos possam ser entregues com forte apoio local. Enquanto o condado de Miami-Dade começa a preparação para as operações de Mobilidade Aérea Urbana nos próximos anos, aguardamos ansiosamente para trabalhar com líderes locais e estaduais nos próximos anos para tornar isso realidade", disse Duncan Walker, CEO da Skyports.
O consórcio está agora buscando a contribuição da comunidade sobre a primeira fase deste CONOPS e realizará várias sessões para "ouvir e aprender" com públicos de interesse, pares e potenciais operadores, e avaliar procedimentos e estruturas adicionais que possam ser desenvolvidas nos próximos meses e anos para facilitar a aplicação bem-sucedida das operações de UAM em Miami-Dade. Esses comentários permitirão que o consórcio entenda melhor o ambiente operacional único de Miami-Dade, estabeleça um perfil de voo mais detalhado, direcione as questões da comunidade e determine como a infraestrutura para abastecimento dos eVTOLs (do inglês, electric vertical take-off and landing) possa ser incorporada com segurança em um futuro ecossistema da UAM.
O período de audiências para ouvir a comunidade ocorrerá até 30 de junho de 2022. Comentários e solicitações devem ser encaminhados para Contact@EveAirMobility.com. Após a conclusão deste período, a equipe irá incorporar as opiniões da comunidade e apresentar os resultados para o condado e as partes interessadas no terceiro trimestre de 2022.
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