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05 março, 2022

CBC e Taurus mostram ecossistema de armas e munições na IWA OutdoorClassics na Alemanha


*LRCA Defense Consulting - 05/03/2022 (atualizado às 14h15)

O Grupo Taurus & CBC está presente na IWA OutdoorClassics 2022, também conhecida como “Euro SHOT Show”, que acontece em Nuremberg, Alemanha.

Durante quatro dias (3 a 6 de março de 2022), expositores de todo o mundo mostrarão seus produtos no Centro de Exposições de Nuremberg. A IWA Outdoor Classics é a maior feira combinada da Europa para as indústrias de esportes ao ar livre (com ênfase em caça e tiro) e de segurança civil e militar.

Três longos anos se passaram desde o último IWA OutdoorClassics em 2019. Nos anos anteriores, este foi um evento extremamente popular, atraindo mais de 45.500 visitantes profissionais de 115 países. Neste ano, 918 expositores de um total de 54 países estão apresentando seus mais recentes produtos e serviços em dez grandes salas de exposição.

No universo das armas de fogo, o evento IWA perde apenas para o SHOT Show dos Estados Unidos em importância.

Ecossistema de armas leves e munições
Ao lado do portfólio de armas leves da Taurus, a CBC Global Ammunition está presente com a Magtech, sua consagrada marca internacional de munições produzidas pela fábrica brasileira e pelas unidades fabris da MEN (Alemanha) e da Sellier & Bellot (República Tcheca).

Além da divulgação do amplo portfólio de produtos das duas empresas e da prospecção de novos negócios no mercado internacional, a exposição conjunta da CBC e Taurus sinaliza que o Grupo também está em condições de oferecer um completo ecossistema de armas leves e munições, o que pode ser interessante para futuras joint ventures, tal qual a que está sendo realizada na Índia, onde as duas companhias possuem JV com empresas locais. 

Taurus afirma ter "fechado grande negócios" na IWA
Estiveram presentes no evento o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, o CEO da Taurus USA, Bret Vorhees, o vice-presidente de vendas da Taurus USA, Justin Porlier, o diretor do Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos – CITE, Leonardo Sesti, o diretor de Engenharia da Taurus USA, Olivier Coulombier, e o assessor especial da presidência da Taurus, Eduardo Minghelli, para receber os visitantes/clientes do Brasil, da América Latina, América do Norte e, em especial, os da Europa, Oriente Médio e da África.

Segundo informou a empresa logo após o meio-dia de hoje, a participação na feira foi um sucesso e, além de consolidar o forte posicionamento da marca no mercado internacional, a Taurus fechou grandes negócios, inclusive a maioria das parcerias firmadas com pedidos previstos para todo o ano de 2022.

Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer as tecnologias e produtos desenvolvidos pela empresa brasileira que está entre as líderes mundiais de seu segmento.

Entre os produtos Taurus, destaque para a mais nova pistola G3X, uma configuração híbrida da família G3, contendo um punho full-size, que garante mais capacidade de tiro e controle, enquanto seu ferrolho de tamanho compacto traz facilidade e conforto para o porte diário e velado. O equilíbrio perfeito entre poder, desempenho e portabilidade.

A Taurus expõe também no estande o revólver Defender 605 calibre .357 Magnum, que conta com uma ousada nova dimensão e cano de 3” para melhor precisão e velocidade, e o revólver compacto no calibre .327 Federal Magnum, ideal para o porte velado diário.

Outro importante produto é a pistola TX22 Competition, especialmente projetada para atender as mais rigorosas demandas do tiro esportivo no calibre 22 LR, já preparada para receber miras ópticas de várias marcas. A TX22 conquistou o cobiçado prêmio Handgun of the Year 2019, da revista americana GUNS & AMMO, por seu design excepcional, confiável desempenho, diversas aplicações e baixo custo.

Os visitantes da IWA também conferiram de perto as pistolas G3, G3c e a microcompacta GX4, na inovadora versão T.O.R.O. (Taurus Optic Ready Option) em que os modelos já vem preparados com um sistema que permite acoplar rapidamente aparelhos de pontaria ópticos dos mais diversos fabricantes, com o objetivo de aumentar a precisão dos disparos. A GX4 é a menor pistola da categoria e marcou a entrada da Taurus no segmento de microcompactas, tendo conquistado o prêmio NASGW-POMA Caliber, uma das premiações mais importante da indústria de armas dos EUA, como "Melhor Nova Arma de 2021" e "Melhor Novo Produto Geral".

Além da nova versão do consagrado fuzil T4, calibre 5,56 NATO, na configuração customizada MLOK de fábrica. A novidade conta com o guarda-mão (handguard) no moderno padrão MLOK (Modular Lock), que proporciona melhor ergonomia, e miras rebatíveis (flip up), que agregam a possibilidade de utilização de equipamentos óticos variados e atendem as mais diversas particularidades nas operações especiais.

Clique  e saiba mais sobre a IWA OutdoorClassics 2022.





04 março, 2022

Embraer promove seu portfólio de Defesa & Segurança na World Defense Show, na Arábia Saudita


*LRCA Defense Consulting - 04/03/2022 

A Embraer Defesa & Segurança promoverá seu portfólio de produtos e soluções inovadoras para os mercados de defesa e segurança na World Defense Show, na Arábia Saudita, que ocorrerá entre 6 e 9 de março. A Embraer estará localizada no estande N12, corredor 1, Leste.

“Estamos entusiasmados com a oportunidade de encontrar parceiros, fornecedores e clientes durante o evento”, afirmou Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “O objetivo da Embraer é expandir a nossa presença no Oriente Médio, fornecendo acesso a tecnologias e processos de última geração para alavancar as habilidades e competências já existentes na região”.

A área de Defesa & Segurança da Embraer conta com o portfólio de produtos e soluções mais modernos da indústria, que inclui a aeronave de transporte multimissão C-390 Millennium e a aeronave de ataque leve e treinamento avançado, A-29 Super Tucano, além de soluções para os ambientes aéreo, terrestre, marítimo, espacial e cibernético.

Durante o evento na Arábia Saudita, os clientes e visitantes poderão ver, no estande da Raytheon Technologies, a maquete do moderno sistema de aviônica integrado da Collins Aerospace para o C-390 Millennium. O Collins Pro Line Fusion combina funções de alerta situacional e ferramentas intuitivas de tomada de decisão com conectividade total para aumentar a segurança, eficiência e previsibilidade de cada missão.

Desde sua primeira entrega à Força Aérea Brasileira (FAB), em 2019, a aeronave multimissão KC-390 Millennium provou sua capacidade, confiabilidade e excelente desempenho em missões domésticas e no exterior. No momento, a frota de Embraer KC-390 da FAB é de cinco aeronaves, sendo que quatro estão completamente operacionais. Essas aeronaves ultrapassaram 4.800 horas de voo em operação, o que significa mais de 600 horas de voo por ano por aeronave, com uma taxa de cumprimento de missão de 97%, o que demonstra uma produtividade excepcional em sua categoria.

O C-390 Millennium já demonstrou sua capacidade de decolagens e aterrissagens bem-sucedidas em pistas não pavimentadas, o que é fundamental para as exigências de muitas forças aéreas, considerando os diversos terrenos e ambientes hostis em que operam. Além disso, o C-390 pode operar a uma altitude de 14.000 pés, o que atende aos requisitos operacionais para grandes altitudes.

Os motores International Aero Engines V2500-E5 impulsionam a aeronave de transporte militar C-390 Millennium, que se encaixa perfeitamente para a missão de transporte da Arábia Saudita. São motores confiáveis e comprovados, com mais de 250 milhões de horas de voo, fornecendo 31.000 libras de empuxo com energia limpa e eficiente para a aeronave de transporte multimissão C-390 Millennium.

Exército Brasileiro recebe primeiras amostras de novo fuzil de assalto 7,62 mm IA2

 


*Agência Verde-Oliva - 03/03/2022

Militares da Diretoria de Fabricação do Exército visitaram, em fevereiro, a fábrica da Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) para o recebimento contratual e conhecimento da fabricação do lote-piloto, constituído de 50 unidades do fuzil de assalto 7,62 mm IA2, que foi adquirido pelo Exército Brasileiro (EB) no âmbito do Programa Estratégico do Exército Obtenção da Capacidade Operacional Plena.

O lote-piloto será enviado ao Centro de Avaliações do Exército e passará por avaliações técnica e operacional. Na sequência, será dado prosseguimento à fabricação e recebimento do primeiro lote de fabricação do fuzil de assalto 7,62 mm IA2, constituído de 1.450 unidades.


Foi apresentado o lote e sua linha de produção, que reafirma a parceria entre o Exército Brasileiro e a Indústria de Material Bélico do Brasil. Foi destacada a evolução da Fábrica de Itajubá, por meio do aprimoramento da capacidade produtiva e da eficiência operacional, dos investimentos em maquinário e da modernização do parque fabril. A atividade incluiu, ainda, tiros práticos com peças fabricadas do lote-piloto.

O material de emprego militar fabricado é fruto do Termo de Execução Descentralizada firmado entre a Diretoria de Fabricação e a Indústria de Material Bélico do Brasil para a produção do fuzil de assalto 7,62 mm IA2, que tem o propósito de expandir a capacidade operacional do Exército Brasileiro e cooperar com a modernização da capacidade produtiva da Fábrica de Itajubá/Indústria de Material Bélico. 

Fuzil de Assalto IMBEL 7,62 IA2
 
Calibre : 7,62x51mm
Comprimento : 920mm
Comprimento com coronha rebatida : 670mm
Comprimento do Cano com quebra-chamas : 390mm
Funcionamento : Semiautomático, Automático e Repetição
Peso sem carregador e sem acessórios : 4,03Kg
Raiamento : 4H passo 1:305 mm
Trilhos Picatinny : permite o acoplamento de diversos acessórios.
Cano : aço forjado a frio
Coronha Rebatível : confeccionada em polímero de alta resistência e sistema simplificado de travamento e destravamento.
Carregador : com capacidade para 20 tiros
Guarda-mão : com chapa defletora e isoladora de temperatura, permitindo redução do aquecimento na região da empunhadura durante a realização continuada de tiros. 

03 março, 2022

Taurus segue fornecendo armamento para polícias e guardas municipais



*LRCA Defense Consulting - 03/03/2022

Corroborando a alta qualidade de seu portfólio de armamentos destinados às forças de segurança, bem como a excelência do pós-venda que oferece aos seus clientes, a Taurus Armas segue fornecendo armamento especializado às polícias e guardas civis municipais brasileiras.

Em apanhado realizado apenas por meio de matérias publicadas pela imprensa entre os dias 08 e 28 de fevereiro, esta editoria levantou as vendas a seguir.

- No final de fevereiro, a Guarda Municipal de Campo Bom (RS) apresentou as 24 pistolas TS9 e duas carabinas CT9 recentemente adquiridas para dotar seu efetivo e padronizar o calibre 9mm na Instituição.

-  A Guarda Civil Municipal de Taboão da Serra (SP) foi contemplada com a aquisição de mais 15 pistolas Taurus 9mm no dia 25 de fevereiro, conforme anunciou o prefeito Aprígio. As armas, adquiridas com emenda da deputada federal Kátia Sastre, auxiliarão o trabalho de proteção  dos agentes da Ronda Municipal com Apoio de Motocicletas (ROMUCAM).

- Na tarde de 23 de fevereiro, na sede da Brigada Militar de Canela (RS), foi realizado a entrega a esta Corporação de 18 pistolas, marca Taurus, modelo TS 9mm, adquiridas com recursos do Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (PISEG), através do Sr. Rafael Freddo, proprietário da Rede Mãos do Mundo de Canela.

- Em 23 de fevereiro, o prefeito de Nova Odessa (SP), Leitinho Schooder, entregou à GCM o novo armamento pesado adquirido pela Prefeitura. Este primeiro “pacote” adquirido inclui duas carabinas Taurus CTT40, uma espingarda tática “pump” calibre 12, oito pistolas Taurus TS9 e 7 mil munições dos calibres .40 e 9mm. 

- Na semana de 21 a 25 de fevereiro, a Guarda Municipal de Araguaína (TO) passou por um aperfeiçoamento com armas recentemente adquiridas, sendo habilitados a usarem a carabina CTT40. Junto à pistola TH40, que também é fabricada pela Taurus, o novo armamento será usado no dia a dia de patrulhamentos ostensivos e ocorrências. 

- Na semana de 25 de fevereiro, a Guarda Municipal de Louveira (SP) recebeu novos armamentos. O prefeito Estanislau Steck visitou a corporação, junto com o secretário de Segurança, Osvaldo Roberto Cândido, e conheceu as novidades. Entre os itens adquiridos estão quatro carabinas CTT40, que serão utilizadas para reforçar o patrulhamento na cidade.

- O prefeito de Itararé (SP), Heliton do Valle, realizou, no dia 1º de fevereiro, a entrega de dois novos armamentos à Guarda Civil Municipal (GCM). Os equipamentos Taurus, modelo CTT40, são resultados de um investimento de R$ 15.500,00 em recursos próprios. É a primeira vez que a corporação recebe armas desse porte.

- Em 18 de fevereiro, o prefeito de Itaquaquecetuba (SP), Eduardo Boigues, entregou dez carabinas táticas CTT40 para os policiais municipais. Além do secretário de Segurança Urbana, Anderson Caldeira, o deputado federal, Capitão Derrite, prestigiou o momento. “A equipe da Guarda Civil Municipal foi equipada com as dez carabinas, uma das armas mais modernas e práticas para uso dos policiais urbanos. Em breve, serão entregues mais 60 novas armas”, explicou o prefeito (NR: serão pistolas Taurus).

- No dia 17 de fevereiro, o Prefeito e o Vice-prefeito de Apiúna (SC) realizaram a entrega de um novo Fuzil T4 5,56mm para a Polícia Militar do município, além de cinco carregadores e 100 munições para este, totalizando um investimento de quase 10 mil reais através de recursos de convênio.

- Em 08 de fevereiro, a Polícia Civil de Itapema recebeu um Fuzil T4 calibre 5,56mm, armamento que auxiliará nas operações policiais. A verba para aquisição foi doada pelo Sinduscon (Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Itapema). De acordo com o delegado Aden Claus, os policias que irão atuar com o novo armamento já foram capacitados. Segundo o empresário Rodrigo Passos Silva, Presidente do Sindicato, a entidade fica contente em poder colaborar com a Policia Civil,  assim como colabora com diversas outras instituições de Itapema.









Samae e Weg desenvolvem ferramenta com inteligência artificial para resolver problemas na tubulação em Jaraguá

Samae e Weg desenvolvem ferramenta com inteligência artificial para resolver problemas na tubulação em Jaraguá


*JDV, por Malu da Silva 28/02/2022

Em parceria com a empresa Birmind, do grupo WEG, o Samae pretende resolver problemas na tubulação com inteligência artificial em Jaraguá do Sul. A ferramenta que está em desenvolvimento visa fazer o cruzamento de dados e identificar alterações no padrão de leitura. Quando algo anormal é identificado, são disparadas mensagens aos técnicos, de posse das informações, que tomam as providências.

De acordo com dados do site da prefeitura, no Brasil, em média, cerca de 40% da água tratada se perde no caminho entre a distribuição e o hidrômetro das residências. “A tecnologia disponível no Samae vai facilitar o nosso trabalho”, elogia o engenheiro de aplicação da Birmind e representante técnico para a região de Jaraguá do Sul, Felipe Quilici.

Embraer e German Airways anunciam acordo de extensão de contrato para o Programa Pool

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*LRCA Defense Consulting - 03/03/2022

A Embraer anunciou a assinatura de extensão do contrato de longo prazo com a German Airways para o Programa Pool. Com este acordo, a companhia aérea receberá suporte para uma ampla gama de reparação de componentes para a frota composta por cinco jatos E190. Atualmente, o Programa Pool da Embraer apoia mais de 50 companhias aéreas do mundo todo.

A German Airways é uma companhia aérea alemã líder em contratos de arrendamento no mercado europeu. No momento, a empresa atende diversas companhias aéreas europeias, todas elas utilizando os confortáveis, altamente econômicos e modernos jatos E190.

A Embraer oferece suporte a companhias aéreas de todo o mundo que contam com a expertise técnica e uma vasta rede de serviços para componentes. Os resultados são uma significativa economia nos custos de reparo e estoque, redução no espaço necessário para armazenamento e eliminação de recursos necessários para gerenciamento de reparos, garantindo níveis de desempenho. O portfólio da Embraer Serviços e Suporte oferece uma ampla gama de soluções competitivas projetadas para cada cliente para dar suporte à crescente frota de aeronaves da Embraer em todo o mundo, garantindo a melhor experiência de pós-venda na indústria aeroespacial global.

02 março, 2022

Taurus e Jindal Defense estarão expondo juntas na DEFEXPO 2022, maior feira de defesa da Índia


*LRCA Defense Consulting - 02/03/2022

A Jindal Defense and Aerospace, subsidiária do poderoso Grupo Jindal e parceira da Taurus Armas na joint venture Jindal Taurus Defense System PVT. LTD., segue o mantra de "Coragem, Confiança, Compromisso e Inovação", estando firme em seu compromisso de capacitar e proteger a Índia com material de defesa e aeroespacial da mais alta qualidade. Reforçando essa promessa, a Jindal está agora fornecendo componentes aeroespaciais inoxidáveis de classe mundial e certificados globalmente a custos incomparáveis e com menor tempo de entrega.

Na apresentação animada constante em seu site, uma das imagens é a de uma pistola Taurus e, quando se clica no menu "Small Arms", aparece a expressão "Coming Soon".

No vídeo realizado por esta a editoria sobre a animação e, principalmente no site da empresa, é possível conhecer a importante participação da Jindal Defense na área de defesa indiana.

Evidenciando e consolidando a relação intrínsica que há agora entre as duas empresas, a Taurus Armas e a Jindal Defense estarão expondo juntas na DEFEXPO 2022, maior feira de defesa da Índia, de 10 a 14 de março, sendo essa a grande vitrine por meio da qual a joint venture Jindal Taurus mostrará seus produtos ao mercado indiano e asiático.



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O misterioso caso da desaparecida Força Aérea Russa

Aeronave Su-34 russa fotografada em 2017. Cortesia de Dmitry Terekhov / Wikimedia Commons / CC BY-SA 2.0
Aeronave Su-34 russa fotografada em 2017. Cortesia de Dmitry Terekhov / Wikimedia Commons / CC BY-SA 2.0


*RUSI, por Justin Bronk - 28/02/2022

No quinto dia da invasão russa da Ucrânia, uma das muitas perguntas não respondidas é por que a Rússia lançou uma campanha militar a um custo enorme com objetivos maximalistas e depois se recusou a usar a grande maioria de suas aeronaves de combate de asa fixa.

A invasão russa da Ucrânia começou como esperado nas primeiras horas de 24 de fevereiro: uma grande salva de mísseis balísticos e de cruzeiro destruiu os principais radares terrestres de alerta precoce em toda a Ucrânia. O resultado foi efetivamente cegar a Força Aérea Ucraniana (UkrAF) e, em alguns casos, também dificultar os movimentos das aeronaves, criando crateras nas pistas e pistas de táxi em suas principais bases aéreas. Os ataques também atingiram várias baterias de mísseis terra-ar (SAM) S-300P de longo alcance ucranianos, que tinham mobilidade limitada devido à falta de peças sobressalentes a longo prazo. Esses ataques iniciais seguiram o padrão visto em muitas intervenções lideradas pelos EUA desde o fim da Guerra Fria.

O próximo passo lógico e amplamente antecipado, como visto em quase todos os conflitos militares desde 1938, teria sido para as Forças Aeroespaciais Russas (VKS) montar operações de ataque em larga escala para destruir o UkrAF. Com sua cadeia de alerta precoce cega e algumas pistas com crateras, o UkrAF ficou vulnerável a ataques de aeronaves de ataque como o Su-34 com munições guiadas, ou mesmo caças Su-30 multifunção com munições predominantemente não guiadas.  Isso não aconteceu. Se presentes em números significativos, a escolta de caças Su-35 e Su-30 teria sobrecarregado os caças ucranianos, mesmo que conseguissem decolar para surtidas realizadas em altitudes muito baixas com consciência situacional limitada. Isso não aconteceu.

Em vez disso, os cerca de 300 aviões de combate modernos que o VKS posicionou dentro do alcance fácil das principais zonas de contato no norte, leste e sul da Ucrânia parecem ter permanecido no solo durante os primeiros quatro dias de combate. Isso permitiu que o UkrAF continuasse voando contra-aéreas defensivas de baixo nível (DCA) e missões de ataque ao solo, e estas parecem ter tido alguns sucessos na interceptação de helicópteros de ataque russos. O fato de as tropas e civis ucranianos terem sido capazes de ver (e rapidamente mitificar) seus próprios pilotos, continuando a voar sobre as principais cidades, também foi um importante fator de elevação do moral que ajudou a solidificar o extraordinário espírito de resistência unificada demonstrado em todo o país.

A falta de caças russos de asa fixa e surtidas de aeronaves de ataque também permitiu que operadores de SAM e tropas ucranianas com MANPADS, como o míssil Stinger, fabricado nos EUA, engajassem helicópteros e transportes russos com risco significativamente menor de retaliação imediata. Isso, por sua vez, contribuiu para a significativa falta de sucesso e pesadas perdas sofridas durante as operações de assalto aéreo russo.

Além disso, a quase total falta de varreduras antiaéreas ofensivas russas (OCA) foi associada a uma coordenação muito ruim entre os movimentos das forças terrestres russas e seus próprios sistemas de defesa aérea de médio e curto alcance. Várias colunas russas foram enviadas para além do alcance de sua própria cobertura de defesa aérea e, em outros casos, as baterias de SAM foram pegas inativas em engarrafamentos militares sem fazer nenhum esforço aparente para fornecer consciência situacional e defesa contra ativos aéreos ucranianos. Isso permitiu que os UAVs armados Bayraktar TB-2 ucranianos sobreviventes operassem com considerável eficácia em algumas áreas, causando perdas significativas nas colunas de veículos russos.

Possíveis explicações
Existem vários fatores que podem estar contribuindo para a falta de capacidade russa de alcançar e explorar a superioridade aérea, apesar de suas enormes vantagens em número de aeronaves, capacidade de equipamentos e habilitadores como o AWACS em comparação com o UkrAF.

A primeira é a quantidade limitada de munições guiadas de precisão (PGMs) lançadas pelo ar disponíveis para a maioria das unidades de caça VKS. Durante as operações de combate sobre a Síria, apenas a frota Su-34 fez uso regular de PGMs, e mesmo essas aeronaves de ataque especializadas recorreram regularmente a bombas não guiadas e ataques com foguetes. Isso não apenas indica uma familiaridade muito limitada com os PGMs entre a maioria das tripulações de caça russas, mas também reforça a teoria amplamente aceita de que o estoque de PGMs russos é muito limitado. 

Anos de operações de combate na Síria terão esgotado ainda mais esse estoque, e pode significar que a maior parte dos 300 aviões de combate de asa fixa VKS reunidos em torno da Ucrânia têm apenas bombas e foguetes não guiados para usar em missões de ataque ao solo. Isso, combinado com a falta de pods de mira para detectar e identificar alvos no campo de batalha a uma distância segura, significa que a capacidade dos pilotos de asa fixa do VKS de fornecer apoio aéreo próximo para suas forças é limitada. Como resultado, a liderança do VKS pode estar relutante em comprometer a maior parte de seu poder de ataque potencial contra as tropas ucranianas antes que a aprovação política seja concedida para empregar munições não guiadas para bombardear áreas urbanas controladas pela Ucrânia. Essa forma indiscriminada de ataque aéreo era prática padrão para operações da Força Aérea Russa e Síria em Aleppo e Homs e, infelizmente, provavelmente será empregada pelo VKS sobre a Ucrânia nos próximos dias.

A falta de PGMs, no entanto, não é uma explicação suficiente para a falta geral de atividade de asa fixa do VKS. Os aviônicos relativamente modernos na maioria de suas plataformas de ataque significam que mesmo bombas e foguetes não guiados ainda deveriam ter sido suficientes para infligir grandes danos a aeronaves ucranianas em suas bases aéreas. O VKS também tem cerca de 80 caças Su-35S modernos e capazes de superioridade aérea e 110 caças multifunção Su-30SM(2), que podem realizar varreduras OCA e DCA. A incapacidade de estabelecer superioridade aérea, portanto, não pode ser puramente explicada pela falta de PGMs adequados.

Outra explicação potencial é que os VKS não estão confiantes em sua capacidade de desconflitar com segurança surtidas em larga escala com a atividade de SAMs terrestres russos operados pelas Forças Terrestres. Incidentes de fogo amigo por unidades SAM terrestres têm sido um problema para as forças aéreas ocidentais e russas em vários conflitos desde 1990. Executando zonas de engajamento conjunto nas quais aeronaves de combate e sistemas SAM podem engajar forças inimigas simultaneamente em um ambiente complexo sem incidentes de incêndio é difícil; requer estreita cooperação entre serviços, excelentes comunicações e treinamento regular para dominar. Até agora, as forças russas mostraram uma coordenação extremamente pobre em todos os aspectos, desde tarefas logísticas básicas até a coordenação de ataques aéreos com atividades de forças terrestres e organização de cobertura de defesa aérea para colunas em movimento.

Neste contexto, pode ser que tenha sido tomada a decisão de deixar a tarefa de negar ao UkrAF a capacidade de operar para os sistemas SAM baseados em terra, com o entendimento explícito de que isso seria em vez de operações aéreas VKS em grande escala . No entanto, mais uma vez, isso não é uma explicação suficiente em si, uma vez que, devido aos recursos limitados de caças e SAM disponíveis para as forças ucranianas nesta fase, o VKS ainda poderia ter realizado missões em larga escala contra alvos-chave em horários pré-estabelecidos, durante quais SAMs russos poderiam ser instruídos a conter o fogo.

Um último fator a ser considerado é o número relativamente baixo de horas de voo que os pilotos VKS recebem a cada ano em relação à maioria de seus colegas ocidentais. Embora seja difícil encontrar números precisos em cada unidade, declarações oficiais russas periódicassugerem uma média de 100–120 horas por ano no VKS como um todo. As horas de voo das unidades de caça provavelmente serão menores do que as de unidades de transporte ou helicóptero, então o número real é provavelmente um pouco menos de 100. horas de vôo por ano, acesso a simuladores modernos de alta fidelidade para treinamento adicional e melhor ergonomia do cockpit e interfaces de armas do que seus colegas russos.

Portanto, pode ser que, apesar de um impressionante programa de modernização que viu a aquisição de cerca de 350 novas aeronaves de combate modernas na última década, os pilotos do VKS tenham dificuldades para empregar efetivamente muitas das capacidades teóricas de suas aeronaves no ambiente aéreo complexo e contestado. da Ucrânia.

No entanto, é importante lembrar que estamos apenas a cinco dias do que poderia facilmente se transformar em uma campanha prolongada. O fato de que houve apenas alguns avistamentos confirmados de surtidas de asa fixa russas sobre a Ucrânia não deve obscurecer o fato de que as frotas de caças VKS continuam sendo uma força potencialmente altamente destrutiva e que poderia ser desencadeada contra alvos aéreos e terrestres fixos em curto prazo. nos próximos dias.

01 março, 2022

Brigada Militar fará renovação completa do armamento usado pelo efetivo

Coronel PM Cláudio dos Santos Feoli - Foto: Alina Souza / CP

*LRCA Defense Consulting - 01/03/2022

Em evento realizado no quartel da Brigada Militar, na manhã de 24 de fevereiro, o recém empossado Comandante Geral da Corporação, Coronel PM Cláudio dos Santos Feoli, recebeu a impressa para divulgação das metas deste ano.

Entre as mais relevantes está a da renovação completa do armamento usado pelo efetivo, padronizado para armas de 9mm, compra de viaturas semiblindadas e investimento em câmeras acopladas ao fardamento dos oficias. “Hoje, nós temos um desafio grande, o de seguir com a diminuição dos índices criminais. Por isso, nós estamos investindo na segurança do policial para ele prestar mais segurança com a máxima excelência”, reforçou em entrevista pra Rádio Guaíba.

As armas a que se refere o  novo Comandante geral são as pistolas Taurus Striker TS9 e as carabinas CT9, ambas nesse calibre. No que diz respeito às pistolas, a Brigada Militar já havia adquirido mais de 6,5 mil armas no ano passado, devendo adquirir as restantes neste ano. A Corporação conta com cerca de 17.000 policiais militares.

Além delas, a BM adotou também o fuzil Taurus T4, do qual já adquiriu mais de mil unidades.

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Corpo de Bombeiros Militar recebe 100 pistolas TS9

Também no dia 24, foi concluída a venda de 100 pistolas TS9 RA para equipar a Corregedoria do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-RS) e para treinamento de habilitação em arma de fogo na academia de formação da Instituição. Mesmo não sendo uma corporação com cunho especifico de segurança pública, todos seus integrantes possuem porte de arma.

Outras corporações de segurança também estão sendo dotadas com armas Taurus
Além da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, outras corporações da área de segurança do RS estão adotando armamento da Taurus para seus efetivos.

Um total de 4.010 pistolas Taurus TS9 e de 187 fuzis T4 foram adquiridas no final de 2021 para serem utilizados por agentes e grupamentos táticos dos Sistemas Penal e Socioeducativo do Estado.

Além desses lotes de armas, estão em curso negociações para novos e importantes fornecimentos para as três corporações e para a Polícia Civil do Estado. 

As aquisições feitas pelo Governo do RS refletem a grande credibilidade da empresa junto aos órgãos de segurança do Estado e o compromisso da Taurus com a qualidade, confiabilidade, segurança e resistência de seus produtos, além de todos os benefícios e suporte que oferece no pré e pós-venda. O contrato estabelecido com a empresa prevê, além da aquisição de armas, treinamento para armeiros e suporte da equipe de assistência técnica da empresa.

Pistola TS9 e fuzil T4 - duas armas ímpares para as forças de segurança
A pistola TS9 é reconhecida internacionalmente como uma arma que possui inovação, confiabilidade, segurança, robustez e precisão. Fabricada sob rígido protocolo militar, seu projeto exclusivo foi desenvolvido atendendo aos mais rigorosos padrões internacionais de qualidade e segurança.

O fuzil T4, assim como os demais produtos da linha TSeries desenvolvidos nos últimos anos, embute inovação, alta qualidade, flexibilidade para o uso de acessórios e facilidade de manejo, além de ser também fabricado sob rigoroso protocolo militar, o que torna a arma muito mais robusta, resistente e confiável.

Além de serem duas armas escolhidas por muitas instituições nacionais, estaduais e municipais da área de Segurança para dotar seus efetivos, o fuzil T4 e a pistola TS9 são também exportados para organizações policiais e militares de diversos países, sendo adquiridos após participarem de renhidas licitações internacionais onde competiram com armas produzidas pelos grandes fabricantes mundiais, sobrepujando-as.

Finalmente, foi definida a data para o Quênia receber seus primeiros táxis voadores da Embraer

 


*IT News Africa, por Luís Monzón - 28/02/2022

No ano passado, em agosto, a IT News Africa cobriu uma história de que a Kenya Airways e sua subsidiária haviam assinado um acordo com a fabricante brasileira de aeronaves Embraer para trazer “táxis voadores” para a capital do Quênia, Nairóbi.

Agora, é relatado que a data foi finalmente definida pela Kenya Airways para lançar sua nova aeronave eVTOL (decolagem e aterrissagem vertical elétrica) no Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta. De acordo com o Business Daily Africa , os viajantes quenianos poderão desfrutar de viagens muito mais curtas e muito mais cênicas de e para o aeroporto a bordo dos veículos eVTOL da Embraer a partir do ano de 2025.

No ano passado, a Embraer assinou um Memorando de Entendimento com a Kenya Airways, por meio da então recém-criada subsidiária da companhia aérea nacional – Fahari Aviation – para o estabelecimento dos eVTOLs da empresa brasileira em Nairóbi.

Fahari é a nova ala da Kenya Airways que lida com aeronaves não tripuladas como drones e já abriu algumas escolas de veículos aéreos não tripulados para treinar quenianos interessados.

Aeronaves Verticais Elétricas
Os eVTOLs da Embraer são capazes de transportar uma carga de 250 quilos (cerca de duas a três pessoas no máximo, ou menos incluindo bagagem) a 400 km por hora com alcance médio de 250 km por voo.

A aeronave é totalmente autônoma, não requer pilotos humanos e é capaz de voar por meio de sistemas automáticos como radar, lidar e 12 sensores de câmera a bordo. No entanto, quando eles forem lançados em 2025, diz a Embraer, haverá um piloto a bordo.

Os novos eVTOLs da Kenya Airways também são totalmente elétricos, o que é fundamental no acordo que está ancorado na necessidade de introduzir aviões elétricos de emissão zero no setor de transporte no Quênia. Os táxis voadores também seriam um meio alternativo de transporte para passageiros com pressa, diz André Stein, CEO da unidade de Soluções de Mobilidade Aérea Urbana da Embraer.

O Brasil não pode virar a Ucrânia amanhã

 


*Jovem Pan, por Jorge Serrão - 28/02/2022

Tempos esquisitos. Só se fala de “guerra”. A invasão da Ucrânia pela Rússia “rouba” a atenção. De repente, igual ao que aconteceu com a Covid, surgem “especialistas” por todos os lados. Muita bobagem veiculada na mídia tradicional e muita besteira circulando nas redes sociais. Sorte que algumas análises certeiras prevalecem.

Uma delas, bem resumida, foi postada pelo General de Exército na reserva Maynard Marques de Santa Rosa, ex-Secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (gestão Jair Bolsonaro): “Estamos assistindo ao colapso da Ucrânia e à  impotência ocidental. A truculência russa mostra que o mundo mudou. Formam-se, no mínimo, dois blocos de poder: o Ocidente (em declínio) e o Euroasiático. O vácuo que surge é uma grande oportunidade para o Brasil”.

No alvo.

A dimensão do verdadeiro conflito global em andamento
Estrategistas têm obrigação de compreender a dimensão do verdadeiro conflito global em andamento. A real disputa hegemônica é entre a visão e prática da Economia Planificada (cujos expoentes são a China e a Rússia) versus a Economia de Mercado (Estados Unidos e países desenvolvidos da Europa).

No meio dessa batalha global (ou globalitária), como ferramenta de ilusionismo, aparecem as disputas ideológicas. Tudo jogo de aparência para desviar a real razão da disputa de poder: a conquista e manutenção da hegemonia política/econômica. Nações que têm soberania plena (leia-se, bomba atômica) conseguem fazer qualquer ameaça ou bravata em tempos beligerantes. O resto assiste bestificado, sofre diretamente ou, pior, paga a conta dos conflitos e guerras intermináveis. A indústria bélica lucra descaradamente. O paradoxo: a economia entra em pleno emprego de fatores. Aí surgem as “oportunidades”.

Corrida armamentista e a Amazônia Brasileira
Muitos conflitos e guerras vão estourar em diferentes partes do Planeta Terra. Os brasileiros precisam agir com cautela diante de uma grande corrida armamentista que começa a virar realidade. O Brasil precisa acordar para um debate sobre o emprego da energia nuclear. O assunto não pode ser tabu, por imposição dos globalistas ou por omissão da classe política brasileira. É relevante ressaltar que nenhum país sem “bomba atômica” está livre de sofrer “intervenções” (ou invasões) das nações com poder de ação e dissuasão nuclear.

Vale recordar que, em 2021, a ONU liderou uma verdadeira cruzada contra a soberania do Brasil na Amazônia. Foi colocada em votação uma resolução internacional sobre a região – que seria, na prática, “internacionalizada”. Curiosamente, foi o poder de veto da Rússia no Conselho de Segurança que livrou o Brasil dessa investida globalista. Daí se consegue entender, agora, que o governo federal tenha declarado a “neutralidade” do Brasil no conflito Rússia x Ucrânia.

O Brasil não pode ser uma Ucrânia amanhã
Historicamente, temos problemas estruturais. O problema essencial é que não conseguimos formular um Projeto Estratégico de Nação. Parecemos um eterno Titanic, que uma hora vai afundar, mas que tem uma boia mágica que atrasa o desastre inevitável. Na realidade, somos uma rica colônia de exploração, mantida artificial e metodicamente na miséria dependente.

Não podemos nos resumir ao papel de exportador de commodities. Não merecemos sobreviver reféns ou sob controle de uma oligarquia feudal, promotora do regime do Crime Institucionalizado, se locupletando das benesses estatais (dinheiro dos pagadores de impostos). Felizmente, a maioria da população, que sempre se mostrou impotente, agora começa a esboçar ações e reações para conquistar soberania.

Temos “guerras” a resolver aqui
Por isso, é fundamental que todos compreendam que temos “guerras” a resolver aqui, no “Togaquistão”. Nosso inimigo local e real é a Cleptocracia, seu Mecanismo e sua Juristocracia. Tudo com influência direta do Narconegócio.

No momento, alimentar polêmicas inúteis e equivocadas sobre o conflito da Ucrânia apenas nos tira do foco da nossa complexa briga interna. O voto certeiro será fundamental para o começo da recuperação do equilíbrio institucional no Brasil. Enquanto não houver recuperação do “poder-de-fogo” e identidade do cidadão, não tem solução. Povo sem voz, sem identidade, não tem vez. Ou cuidamos do nosso pedaço, com soberania, ou não temos nada de concreto. É Pátria Honesta e Soberana, ou seremos escravos globalitários. Pense nisso.

WEG lança Máquina de Tração para Elevadores

 WEG lança Máquina de Tração para Elevadores


*LRCA Defense Consulting - 01/03/2022

A WEG está lançando a linha de Máquinas de Tração para Elevadores WEG Lift Gearless, especialmente projetada para suportar os rígidos requisitos da aplicação de acordo com o padrão de mercado, garantindo mais segurança e usabilidade para os usuários.

O lançamento da WEG Motores conta com as principais características requeridas pelo segmento, como capacidade de carga, massa e velocidade da cabine, comprimento do percurso, bitola do cabo de tração, tipo de suspensão, diâmetro e quantidade de canais da polia de tração.

Com construção robusta e versátil, a linha WEG Lift Gearless reduz ou elimina a necessidade de uma casa de máquinas e pode ser instalada junto aos acionamentos, economizando espaço na planta. Aliada a elevados torques operacionais, as máquinas desta linha são capazes de atender a faixa de capacidade de 6 a 14 pessoas (450 a 1050 kg conforme nomenclatura usual do mercado) e velocidade de 1,0 a 1,75 m/s.

Máxima eficiência para chegar mais rápido no lugar mais alto
O WEG Lift Gearless foi projetado para reduzir o consumo de energia na subida e gerar energia na descida, quando acoplado a um drive com sistema regenerativo – que realimenta a rede elétrica interna do edifício, colaborando para maior economia e eficiência energética.

A linha WEG Lift Gearless possui tecnologia de ímãs permanentes, feita para atender as mais diversas necessidades de carga da aplicação, como: melhorar o desempenho, aumentar a durabilidade, reduzir os custos de manutenção e diminuir o consumo de energia. Além disso, a linha conta com uma solução completa com polia, encoder e freio integrados. É a única Máquina de Tração para Elevadores sem engrenagem fabricada no Brasil.

Conheça a linha de Máquinas de Tração para Elevadores WEG Lift Gearless, o melhor retorno sobre investimento do mercado, com a confiança e a qualidade WEG no suporte, na assistência e na reposição.
 



Com invasão russa à porta, Europa discute se as armas devem ser listadas como ativos ESG

Um edifício residencial danificado após ataques de mísseis russos em Kiev, Ucrânia, em fevereiro.  26.
Um edifício residencial danificado após ataques de mísseis russos em Kiev, Ucrânia, em 26 de fevereiro.Fotógrafo: Erin Trieb/Bloomberg


*Bloomberg Green - 28/02/2022

Com uma invasão russa à sua porta, a Europa agora se vê discutindo se as armas devem ser listadas como ativos do ESG, para conceder-lhes acesso mais favorável ao financiamento.

O bloco está prestes a embarcar na próxima etapa de uma taxonomia destinada a definir regras de investimento ambientais, sociais e de governança. A Plataforma de Finanças Sustentáveis ​​- um grupo convocado pela União Europeia - publicou seu plano para os tipos de atividades que podem ser consideradas socialmente sustentáveis ​​na segunda-feira.

A lista inclui diretrizes sobre remuneração, igualdade de gênero e cadeias de suprimentos humanas. A lista negra proposta pela Plataforma inclui cigarros e bens produzidos em decorrência de trabalho forçado. Sobre a questão das armas, diz que a UE deve recorrer aos protocolos e convenções internacionais existentes.

Seja qual for o resultado, a Plataforma diz que a UE deve se tornar um “definidor de padrões” global.

Mas faltando anos para que uma taxonomia social esteja pronta, os lobistas estão usando o que veem como uma janela de oportunidade para tentar moldar o resultado. De acordo com o BDSV, um grupo de lobby da indústria de defesa alemã, a invasão da Ucrânia pela Rússia na semana passada é altamente relevante para a questão da sustentabilidade social na Europa.

“A invasão da Ucrânia mostra como é importante ter uma defesa nacional forte”, disse Hans Christoph Atzpodien, que dirige o BDSV. “Apelo à UE para que reconheça a indústria de defesa como uma contribuição positiva para a 'sustentabilidade social' sob a taxonomia ESG.”

Enquanto isso, a indústria de defesa diz que tem lutado para obter empréstimos, pois as preocupações do ESG direcionam o financiamento no setor financeiro. O CEO da Rheinmetall AG, Armin Papperger, disse à mídia local em janeiro que sua empresa havia sido cortada do crédito pelos credores alemães LBBW e BayernLB, devido a suas preocupações com ESG.

A UE já havia sinalizado a disposição de ouvir alguns dos argumentos da indústria de defesa. Em um documento de política no início deste mês, o bloco sublinhou a importância de garantir que “iniciativas em finanças sustentáveis ​​permaneçam consistentes com os esforços da União Europeia para facilitar o acesso suficiente da indústria de defesa europeia a financiamento e investimento”.

E no fim de semana, o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, anunciou um grande aumento nos gastos com defesa. "Com a invasão da Ucrânia, estamos em uma nova era", disse Scholz aos legisladores no domingo, ao revelar planos de 100 bilhões de euros (US$ 113 bilhões) em gastos este ano que serão destinados à modernização das forças armadas alemãs.

Investimento Social
As ações da Defesa Alemã subiram na segunda-feira, com a Hensoldt AG subindo quase 90% após o início das negociações e a Rheinmetall AG saltando quase 50% quando o mercado abriu.

Mesmo sem uma taxonomia social próxima da conclusão, o investimento social já está atraindo bilhões de dólares. O próprio bloco vendeu 100 bilhões de euros de dívida vinculada a um programa de empregos pandêmico, recebendo demanda recorde de investidores no processo.

“É claro que se não houvesse taxonomia social, os mercados criariam uma”, disse Nathan Fabian, presidente da Plataforma de Finanças Sustentáveis.

Os esforços para produzir uma taxonomia social vêm depois que a UE recebeu duras críticas por incluir gás e energia nuclear em sua taxonomia verde, uma medida que o bloco argumenta que ajudará a facilitar a transição para energias mais limpas. Mas ativistas climáticos, investidores e vários estados membros da UE criticaram a decisão, que dizem minar a visão verde da Europa. A Plataforma estava entre os que condenaram a mudança.

A tarefa de elaborar uma lista de atividades socialmente sustentáveis ​​pode ser ainda mais assustadora. É improvável que a Comissão Europeia tenha uma proposta pronta este ano, e as recomendações da Plataforma não podem ser consideradas abrangentes.

As conversas sobre a taxonomia social já foram adiadas pela polêmica que envolveu o livro de regras verde do bloco, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto que pediu para não ser identificada discutindo deliberações privadas. A Plataforma deveria inicialmente publicar suas recomendações no ano passado, disse a pessoa.

A comissária de serviços financeiros da UE, Mairead McGuinness, no início deste mês tentou gerenciar as expectativas, destacando a “enormidade” do desafio que o bloco enfrenta ao trabalhar em todas as etapas de sua legislação ESG.

(Atualizações com comentários de Nathan Fabian, presidente da Platform on Sustainable Finance)

Carros voadores, a aviação pós-pandemia e o futuro da Embraer


*LRCA Defense Consulting - 01/03/2022

No dia 24 de fevereiro, Francisco Gomes Neto, CEO da Embraer, participou de uma interessantevconversa de 30 minutos, discorrendo sobre o mercado aéreo pós-pandemia, inovação, tecnologia e futuro da empresa.

Francisco tem mais de 20 anos de carreira ligados à direção de empresas de transporte. É CEO da Embraer, maior empresa aérea do Brasil, consolidada no mercado de vendas de aeronaves de diversos portes há mais de 50 anos.

Sua companhia administra a Eve, hub de inovação do mercado aéreo internacional, mais conhecida por desenvolver o primeiro “carro voador” brasileiro, o eVTOL.

Clique aqui para assistir a live, mas é necessário ter cadastro no LinkedIn.

Vendas de armas nos EUA continuam a aumentar, diz nova pesquisa

Vendedor mostra uma das pistolas (Taurus) em seu estande no SICUR 2022 International Security Show. (Foto de Joaquin Gomez Sastre/NurPhoto via Getty Images)

*FOX Business, por Michael Ruiz - 25/02/2022

As vendas de armas de fogo americanas permaneceram fortes em 2021, com quase 19 milhões de unidades vendidas legalmente nos EUA, o segundo maior total nas últimas duas décadas, de acordo com uma nova pesquisa do grupo de segurança doméstica e pessoal SafeHome.

As vendas  foram 40% superiores a 2019, embora tenham caído 13% em relação à alta (recorde) de 2020, revelam dados anuais compilados pela SafeHome.org .

"Em uma base geral e ajustada à população, mais pessoas estão comprando armas em quase todos os estados", segundo a organização.

Corie Colliton, editor sênior de pesquisa do setor da SafeHome.org, disse à FOX Business que 2019 viu cerca de 13,5 milhões de armas de fogo vendidas. Esse número cresceu para 21,5 em 2020 antes de cair um pouco no ano passado.

Quanto a 2022, Colliton se recusou a fazer projeções sobre onde as vendas podem terminar ainda este ano.

Dados mais recentes
Texas, Flórida, Califórnia e Pensilvânia tiveram mais de 1 milhão de vendas de armas no ano passado. O estado com o menor número foi o Havaí, com apenas 33 – o que na verdade é mais do que foi vendido lá um ano antes.

Em 2020, os americanos compraram mais de 21 milhões de armas, de acordo com a pesquisa. A alta anterior havia sido em 2016, com 16 milhões.

No entanto, a taxa de mortalidade por armas de fogo também aumentou cerca de 14% no ano passado, segundo o estudo. Apenas oito estados ficaram sem um incidente relacionado a armas de fogo em uma escola em 2021, disse Colliton. Os estados que mais viram problemas foram Illinois, Califórnia, Nova York e Carolina do Norte, nessa ordem.

'Criminosos agindo com impunidade'

“Nos últimos dois anos, americanos cumpridores da lei assistiram criminosos agindo com impunidade enquanto departamentos de polícia são desfinanciados”, disse Lars Dalseide, porta-voz da National Rifle Association, à FOX Business na segunda-feira. "Eles aprenderam que sua segurança é, em última análise, sua responsabilidade. Essas são as principais forças motrizes para o aumento das vendas de armas e também para o aumento do apoio à legislação constitucional de porte apoiada pela NRA, tornando legal que os proprietários de armas cumpridores da lei as carreguem para autodefesa sem uma autorização do Estado”.

Os pesquisadores usaram dados do National Instant Criminal Background Check (NICS) do FBI para todos os 50 estados e Washington, DC, para estimar as vendas.

O aumento nas vendas de armas também ocorre em meio ao crescente interesse em treinamento de sobrevivência e preparação para desastres, dizem os líderes do setor à FOX Business, bem como treinamento de armas de fogo para um número crescente de proprietários de armas de primeira vez.

Dave Katz, CEO do Global Security Group, disse que as preocupações com a segurança pública entre os moradores suburbanos que vivem perto de áreas atingidas por tumultos no verão passado podem ter levado muitos deles a comprar armas pela primeira vez.

"As pessoas viram agitação imediata e também perceberam que a aplicação da lei não seria capaz de protegê-las", disse ele à FOX Business na segunda-feira. "Há também uma tendência geral de comprar armas de fogo toda vez que um governo democrata assume o cargo - o medo é que a legislação limite a disponibilidade de certos tipos de armas de fogo".

Os dados do SafeHome de anos eleitorais anteriores mostram picos nas vendas de armas em todas as eleições presidenciais mais recentes, desde o primeiro mandato do presidente Barack Obama.

Aumenta a procura por treinamento
Katz também disse que mais alunos estão se inscrevendo para treinamento de segurança com armas.

“Temos muito interesse nas próximas aulas agora que estamos saindo dessas restrições ridículas do COVID”, disse ele à FOX Business na segunda-feira. "Existem milhões de proprietários de armas de primeira viagem que precisam de treinamento e percebem esse fato."

Shane Hobel opera uma escola de treinamento de sobrevivência no norte do estado de Nova York, onde ele disse que está vendo uma duplicação de alunos fazendo cursos de segurança com armas de fogo.

'Aumento de 100% nas vendas de armas'
"Houve um aumento de 100% nas vendas de armas", disse ele. "As lojas aqui estão sempre cheias. As vendas estão nas alturas."

Hobel disse que pode ser porque os democratas estão controlando as alavancas de Washington, DC, por enquanto, e as pessoas temem novas leis de controle de armas.

"As pessoas estão despertando para o potencial de exagero do governo, novamente", disse ele. "Não são apenas os homens, é literalmente todo mundo que está comprando."

O aumento das vendas de armas também ajudou a gerar um lucro inesperado de US$ 1,5 bilhão este ano em financiamento para a conservação da vida selvagem, anunciou o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA em 11 de fevereiro.

Impostos sobre o equipamento de caça, tiro e pesca, bem como combustível para barcos, levaram ao financiamento.

A Associated Press informou que o programa de 85 anos cresceu 60% este ano e superou o recorde histórico de US$ 808 milhões estabelecido em 2015.

*Veja a matéria completa no link da FOX Business no início da reportagem.


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