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06 abril, 2022

Embraer: frota de A-29 Super Tucano alcança 500 mil horas de voo e 60 mil horas em combate


*LRCA Defense Consulting - 07/04/2022

A Embraer anunciou hoje, durante a edição 2022 da FIDAE (Feria Internacional del Aire y del Espacio), no Chile, que a frota mundial de aeronaves A-29 Super Tucano alcançou a marca de 500 mil horas de voo. Com mais de 260 unidades entregues, a aeronave já foi selecionada por mais de 15 forças aéreas em todo o mundo, incluindo a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), além de vários países da América Latina, incluindo Chile, Colômbia, Equador e República Dominicana e Brasil, primeiro operador da aeronave no mundo.

“Estamos muito felizes de poder compartilhar este importante marco com a Força Aérea do Chile, nosso cliente de longa da data”, disse Bosco Costa Junior, Chief Commercial Officer, Embraer Defesa e Segurança. “Além das 500 mil horas de voo, o A-29 acumula também mais de 60 mil horas em combate. De fato, é a única plataforma turboélice de ataque leve, reconhecimento e treinamento avançado atualmente em produção com atuação comprovada em combate em conflitos ao redor do mundo.”

“Desde a chegada dos primeiros exemplares destes aviões à Força Aérea Chile, em 2009, os A-29 Super Tucano têm se destacado por versatilidade operacional, robustez e custos de operação. Agradeço à Embraer por ter escolhido a FIDAE para celebrar este marco tão importante na história operacional do Super Tucano”, disse o Comandante em Chefe da Força Aérea do Chile, General Arturo Merino Núñez.

Desenvolvido para atender aos exigentes requisitos da Força Aérea Brasileira (FAB), o A-29 pode realizar uma ampla gama de missões, incluindo ataque leve, vigilância e interceptação aérea e contra-insurgência. Robusto e versátil, o A-29 tem a capacidade de operar a partir de pistas remotas e não pavimentadas em bases operacionais avançadas em ambientes hostis e com pouco suporte, tudo isso aliado a baixos custos operacionais e alta disponibilidade (superior a 90%).

Além das funções de combate, a aeronave é amplamente utilizada como treinador avançado. Sua capacidade de simular missões de combate e fazer upload e download de dados de voo o tornaram uma plataforma de treinamento altamente eficaz. Como uma verdadeira aeronave multimissão, o A-29 é flexível o suficiente para fornecer às forças aéreas uma única plataforma para ataque leve, reconhecimento armado, apoio aéreo aproximado e treinamento avançado, otimizando assim suas frotas.

É equipado com uma variedade de sensores e armas de última geração, incluindo um sistema eletro-óptico/infravermelho com designador de laser, óculos de visão noturna, comunicações seguras de voz e dados. Por tudo isso, o A-29 Super Tucano representa o melhor de sua classe, combinando desempenho superior com armas do século 21, sensores integrados e sistemas de vigilância para criar um componente altamente eficaz de poder aéreo. Outros clientes incluem Indonésia, Líbano e Filipinas. Na África, o A-29 foi escolhido por Burkina Faso, Mali, Mauritânia, Angola e, mais recentemente, Nigéria.

Embraer e Exército Brasileiro assinam contrato para Fase Dois do Projeto SISFRON

Fábio Caparica, Vice-Presidente de Vendas e Desenvolvimento de Negócios – Radares e Sistemas Terrestres, Embraer Defesa & Segurança; General de Exército Guido Amin Naves, Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército; Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança

*LRCA Defense Consulting - 06/04/2022

A Embraer e o Exército Brasileiro assinaram contrato para o desenvolvimento e a implantação da Fase Dois do Programa Estratégico do Exército para o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON). O anúncio foi realizado durante a edição 2022 da FIDAE (Feria Internacional del Aire y del Espacio), evento que ocorre de 5 a 10 de abril, no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez, em Santiago, no Chile. Um dos maiores projetos de vigilância de fronteiras em implantação no planeta, o SISFRON visa proteger as fronteiras do Brasil, cobrindo uma extensão de 16.886 quilômetros, que unem o país a dez vizinhos.

“Estamos muito satisfeitos em celebrar o contrato da Fase Dois do projeto com a Embraer, dando continuidade à exitosa parceria, com relevantes resultados já comprovados com a implantação da Fase Piloto, complementando as capacidades operacionais no Comando Militar do Oeste”, disse o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, General de Exército Guido Amin Naves. “O SISFRON possui alta complexidade tecnológica e cunho estratégico, motivo pelo qual compõe o rol dos projetos estruturantes da Força Terrestre em parceria com a Embraer, no papel de integradora, permitindo dotar o Exército Brasileiro de capacidades para o exercício de sua missão, além de potencializar a ações dos demais entes governamentais na área de fronteira.”

O SISFRON implanta uma estrutura de sensoriamento e de comando e controle em apoio ao emprego operacional, atuando de forma integrada, cujo propósito é fortalecer a presença e a capacidade de monitoramento e de ação do Estado na faixa de fronteira terrestre, potencializando a atuação dos entes governamentais com responsabilidades sobre a área.

“A assinatura do contrato da Fase dois do SISFRON representa um importante reconhecimento dos investimentos e do trabalho desenvolvido pela Embraer na implantação da Fase Piloto, valendo-se das principais competências da Empresa aplicadas a sistemas terrestres. Temos certeza que a continuidade da implantação com a próxima etapa permitirá reter e ampliar conhecimento e tecnologias críticas para área de vigilância e monitoramento de fronteiras do Brasil”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

A implantação do programa vem contribuindo para o aumento da capacitação tecnológica, da autonomia e da sustentabilidade da base industrial de defesa, com a aquisição de itens de alto valor agregado e com a diversificação da pauta de exportação nacional, contribuindo assim para a geração de empregos e de renda nos setores de tecnologia e infraestrutura.

05 abril, 2022

Taurus traz mais uma novidade: fuzil T4 no calibre .300 AAC Blackout


*LRCA Defense Consulting - 06/04/2022

O fuzil T4 no calibre .300 AAC Blackout é uma das grandes novidades que a Taurus traz aos mercados nacional e internacional na segunda quinzena deste mês.

A arma já está homologada pelo Exército e estará disponível aos mercados civil, militar e de segurança em versões com canos de 9  e 16 polegadas, inicialmente. 
 
No Brasil, a novidade já estava pronta em 2021, mas seu lançamento foi postergado, haja vista que a munição só estaria disponível a partir do início deste ano, em virtude da escassez mundial de insumos.

Lançamento do novo calibre atenderá os mercados militar, de segurança e civil
O calibre .300, também conhecido como 7.62 x 35mm, é um cartucho intermediário desenvolvido nos Estados Unidos pela Advanced Armament Corporation (AAC) para uso na carabina M4. Seu objetivo é atingir balística semelhante ao cartucho de 7.62 x 39mm, ou ainda mais similarmente ao cartucho 7,92 x 33mm Kurz em um AR-15. 

O Blackout foi feito para resolver alguns dos problemas da munição OTAN. O principal deles é que o calibre 5,56mm é muito barulhento para a quantidade de energia que carrega.

O .300 tem o tamanho de um 5,56mm e, praticamente, a energia de um 7,62mm, o que traz enorme vantagem em termos de peso e de volume de transporte. Ele funciona com todos os carregadores, ferrolhos e conjuntos de ferrolhos dos AR-15 atuais, e supera o 5.56mm em distâncias curtas e uso em cano curto, ao mesmo tempo em que é muito mais silencioso.

Por esses motivos táticos e técnicos, é o calibre favorito de forças especiais europeias, devido a seus benefícios em situações operacionais, sendo padrão nessas unidades do Reino Unido, Holanda e Alemanha, além dos EUA. 

Forças de segurança
Sendo assim, a Taurus acredita que os fuzis T4 em calibre .300 AAC Blackout possam vir a ser a opção mais acertada para as forças de segurança (polícias, escolta, etc.), haja vista que estas têm o uso primordial do fuzil em engajamentos à curta distância nos meios urbanos e rurais. Além disso, são mais práticos e mais leves para o transporte em viaturas, por exemplo.

Forças militares
Para as forças militares, além das unidades de operações especiais, o T4 em calibre .300 é ideal para uso no combate aproximado (CQB - close quarters battle) pelas tropas de Infantaria, como no caso das unidades de fronteira da Índia, por exemplo. Em suas versões de cano mais curto, devido aos pequenos tamanho e peso, pode ser utilizado também por tripulações de aviões, de navios e de blindados como arma de defesa pessoal ou de grupos menores, além da tradicional pistola.

Caça
No entanto, o .300 Blackout não é reservado apenas para uso em combate. Os caçadores também utilizam essa munição com grande efeito, embora não para tiros de longo alcance. Em situações de curta distância (menores que 90 metros), ela pode substituir uma espingarda, devido ao forte impacto que tem.
 
A propósito, o uso intensivo por caçadores americanos foi o que levou essa munição ao grande público e a fez ganhar popularidade em um período muito curto de tempo. Atualmente, é possível encontrá-la em qualquer lugar. O Instituto de Fabricantes de Armas e Munições Esportivas (Sporting Arms and Ammunition Manufacturers’ Institute) a considera um cartucho padrão.

Embraer e Exército Brasileiro assinam contrato para aquisição de quatro radares SABER M60 adicionais


*LRCA Defense Consulting - 05/04/2022

A Embraer e o Exército Brasileiro assinaram contrato para ampliar o uso dos radares SABER M60 nas Unidades de Artilharias Antiaérea do Exército Brasileiro. O anúncio foi realizado durante a edição 2022 da FIDAE (Feria Internacional del Aire y del Espacio), evento que ocorre de 5 a 10 de abril, no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez, em Santiago, no Chile. Esta ampliação contará com a aquisição de quatro unidades adicionais de radares, em sua versão 2.0, e reforça a parceria estabelecida entre o Exército Brasileiro e a Embraer no contínuo desenvolvimento, implantação e aprimoramento de Meios de Emprego Militar (MEM), que contribuam para aumentar as capacidades de atuações dessas Unidades.

A obtenção dos radares SABER M60 está prevista no Planejamento Estratégico do Exército Brasileiro 2020-2023 e amplia a capacidade operacional da Força Terrestre. Sinaliza o compromisso com a missão constitucional Defesa da Pátria e contribui, também, para a ampliação de parcerias entre o setor público, o meio acadêmico e a indústria a fim de buscar o domínio de tecnologias críticas na área de defesa.


Fruto da parceria entre a Embraer e o Exército Brasileiro em desenvolver um radar de artilharia antiaérea de baixa altura, o Radar SABER M60 possui desenvolvimento 100% nacional e teve seu início de operação em 2010, quando as primeiras unidades foram entregues ao Exército. Em 2019, houve conclusão da fase de atualização tecnológica, resultando na versão 2.0, que já conta com exportações.

O SABER M60 é um radar de busca que integra um sistema de defesa antiaérea de baixa altura visando à proteção de pontos e áreas sensíveis como indústrias, usinas e instalações governamentais. Com tecnologia 3D, possui alcance de 60 quilômetros e até 16.400 pés de altura e permite rastrear até 60 alvos simultaneamente, incluindo a detecção e classificação automática de alvos. De fácil montagem e transportabilidade, pode ser montado em até 15 minutos, e possuindo tecnologia LPI (Low Probability Interception), o que permite alta capacidade de atuar na identificação de alvos sem ser facilmente identificado.

O SABER M60 pode ser integrado aos sistemas de armas baseados em mísseis ou canhões antiaéreos e pode ser customizado para ser integrado em qualquer outro sistema de defesa aérea, como o Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA).

04 abril, 2022

Taurus doou 230 cestas de alimentos para a Secretaria Assistência Social de São Leopoldo

Taurus doou 230 cestas de alimentos para a Secretaria Assistência Social


*Berlinda - 04/04/2022

A empresa Taurus Armas S.A., doou 230 cestas de alimentos para a Secretaria de Assistência Social (SAS) de São Leopoldo (RS), na sexta-feira, 01 de abril. 

A entrega foi feita na sede administrativa da SAS, aos representantes de 24 cozinhas comunitárias que receberam o repasse das cestas de alimentos. As cestas serão destinadas para a população em situação de vulnerabilidade social em São Leopoldo.

“Essa parceria faz com a gente possa atender em torno de 11 mil refeições semanais entre almoços, lanches e jantares, as cozinhas comunitárias tem feito a diferença no período mais alto da pandemia e nesse momento também, onde a fome tem aumentado, a renda das pessoas tem diminuído e enfrentam as dificuldades de se conseguir o básico como a alimentação, a compra do gás, do óleo e do perecível. Esse serviço tem ajudado muito e a SAS tem sido parceira e vem  buscando cada vez mais aproximar-se  dessas iniciativas para dar mais condições  à essas pessoas que fazem esse serviço nas comunidades, essas iniciativas são compostas por associações de bairro, igrejas, grupos de amigos e por tantas outras pessoas que se unem em prol de seu semelhante”, ressaltou o secretário de Assistência Social, Fábio Bernardo.
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Leia mais:

- Em nova ação social, Taurus doa brinquedos, aves e cestas natalinas a entidades assistenciais

- Taurus: campanha "Solidariedade em Dobro" doa mais 96 toneladas de produtos para famílias carentes

- Taurus inicia o projeto social Taurus do Bem e promove a inclusão de pessoas com deficiência 

- Em mais um ato solidário, Taurus doa 1,1 mil cestas básicas para entidades assistenciais 

- Guerra à pandemia: Taurus já doou mais de meio milhão de protetores faciais, além de outros equipamentos e materiais

- Combate à pandemia: Taurus Armas faz novas doações ao município de São Leopoldo

- Taurus doa 5 mil testes rápidos para detecção de COVID-19 ao município de S. Leopoldo

- Leitos de UTI dobram após doação da Taurus para hospital de São Leopoldo

- Taurus entrega doação de 14 toneladas de alimentos e produtos de limpeza para entidades sociais

Parceria inédita entre WEG e Jeep acelera a mobilidade elétrica no Brasil


*LRCA Defense Consulting - 04/04/2022 (atualizado em 05/04, às 10h06)

A WEG acaba de anunciar outra grande parceria no segmento de mobilidade elétrica. A companhia, que se tornou referência em soluções de infraestrutura confiável para recarga de veículos elétricos no Brasil, agora sela um acordo para o lançamento do Jeep Compass 4xe, primeiro veículo elétrico híbrido plug-in da marca no Brasil.

O acordo entre as empresas prevê a instalação dos modelos WEMOB PARKING e WEMOB WALL da WEG nas concessionárias da JEEP no Brasil e a inclusão dos modelos no catálogo de produtos da marca, bem como o serviço de visita técnica e instalação das estações de recarga aos clientes JEEP 4xe em todo o Brasil. Desenvolvidas para proporcionar uma excelente experiência aos usuários, permitindo instalações em ambientes internos ou externos, em garagens ou estacionamentos, a linha WEMOB (WEG Electric Mobility) tem design moderno e compacto.

Com o modelo WALL de 7,4kW o Jeep Compass 4xe recarrega totalmente em 1h40, uma das recargas mais rápidas entre os veículos elétricos híbridos plug-in, proporcionando uma autonomia de 44 km no modo puramente elétrico. “Junto com a Jeep estamos ampliando a nossa participação no mercado de mobilidade elétrica e fomentando a instalação de estações de recargas em todo país para dar tranquilidade ao usuário do veículo elétrico no Brasil”, enfatiza Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

A WEMOB WALL é ideal para instalação segura em residências e condomínios, em redes monofásicas e bifásicas, possui conectividade Wi-Fi, atualização remota (Over-The-Air), LEDs de sinalização e controle de acesso por TAGs RFID. O modelo permite o uso com aplicativo EV Drivers e possui funções de medição de energia e controle da potência para recarga simultânea de vários veículos elétricos através do WEMOB Smart Charging System.

Já o modelo PARKING é ideal para estacionamentos com vagas compartilhadas em condomínios, empresas e comércios. No Brasil a WEG já é a fornecedora oficial de estações de recarga para os veículos elétricos das marcas do grupo Stellantis: Fiat, Peugeot e Citroën. Na Argentina a companhia tem parceria com a DS Automobiles.

WEG fecha parceria com a JEEP


Sobre o Jeep Compass 4xe
O Jeep Compass 4xe inaugura uma nova era da Jeep no país, unindo o máximo de tecnologia, sustentabilidade e o prazer em dirigir que só o único 4x4 híbrido do segmento pode oferecer. O Compass 4xe tem 240 cv de potência combinada, tração 4x4, 270 Nm de torque na dianteira e 250 Nm na traseira, trazendo ainda mais capacidade off-road. Também oferece seletor de terrenos, 4WD Low, 4WD Lock e HDC, exclusivos em sua categoria.

Completo de série, ele traz como novidades câmera 360°, sistema de som Premium Alpine com 506W de potência, além de novos recursos da plataforma conectada Adventure Intelligence – agora com Alexa in Vehicle. Para completar, tem autonomia de mais de 900 km e consumo de 25,4Km/l no modo híbrido.

Assista ao vídeo e entenda como esta parceria inédita entre WEG e Jeep está acelerando a mobilidade elétrica:



Atech, da Embraer, mostrará seu portfólio de Defesa e Segurança na FIDAE 2022


*LRCA Defense Consulting - 04/04/2022

A Atech, empresa brasileira do Grupo Embraer, estará entre os dias 5 e 10 de abril, na FIDAE 2022 (Feria Internacional del Aire y del Espacio), que acontece em Santiago, no Chile, e é considerado um dos maiores eventos da América Latina nas áreas de Defesa e Segurança e Aeronáutica.

A empresa apresentará ao público o seu portfólio de produtos da Família Arkhe – Integrated Systems, que contempla todas as suas soluções para esse segmento:

•    Arkhe Command & Control (sistemas de C4ISR);
•    Arkhe Mission & Combat (sistemas embarcados);
•    Arkhe Intelligence (sistemas de inteligência);
•    Arkhe Cyber (segurança cibernética); e
•    Arkhe Academy (formação, simulação e treinamento).

De acordo com Vinicius Meng, Gerente de Negócios da Atech, a FIDAE é um dos principais eventos de Defesa da região, que reúne interlocutores de países importantes para a empresa, como os da América Latina, região que faz parte do processo de internacionalização da Atech.

“Por meio da nossa família integrada de produtos conseguimos apresentar o portfólio completo ofertado pela Atech e definir as melhores soluções que se aplicam às necessidades específicas de cada cliente”, diz Vinicius

Sobre os produtos
- Arkhe Command & Control - composto por soluções de planejamento, vigilância e monitoramento, que oferecem uma completa visão de cenário operacional para a tomada de decisões em uma missão.

- Arkhe Mission & Combat - voltado para missões táticas aéreas e marítimas, com sistemas embarcados em aeronaves e navios das Forças Armadas.

- Arkhe Intelligence - soluções para o processamento de grandes volumes de informações e de dados, transformando conhecimento em inteligência.

- Arkhe Cyber – expertise e capacidade de inovação, visa sempre dar suporte a projetos dos setores militar, público e privado, com o objetivo de garantir a segurança cibernética, preservar ativos, reduzir perdas e agregar valor aos negócios.

- Arkhe Academy – programa de Treinamento e Simulação, que cria cenários de operação que permitem o treinamento dos operadores nos sistemas C3I.

Atech
Reconhecida como uma “System House” brasileira, e certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país.

Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, gestão de ativos, segurança digital, conexões Inteligentes, logística, sistemas de comando e controle, de instrumentação e controle, embarcados e simuladores.

Serviço
Evento - FIDAE
Data - 5 a 10 de abril de 2022
Local - Aeroporto Arturo Merino Benítez, em Santiago, no Chile.
Localização da Atech - Embraer Chalet: B1+B2 / Pavilhão ABIMDE – estandes 26, 27 e 28.
 

Pistolas [estrangeiras] compradas pela PMDF dão defeito e polícia aciona fornecedora


*Terra Brasil Notícias - 04/04/2022

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) abriu processo administrativo contra a empresa tcheca Ceska Zbrojoka, conhecida como CZ, por um possível descumprimento de cláusulas contratuais. A companhia vendeu 11.550 pistolas para policiamento ostensivo em 2020, no valor de R$ 17,4 milhões, mas a corporação percebeu problemas recorrentes nos armamentos.

Foram adquiridos pela PMDF pistolas semiautomáticas de 9mm – 5 mil delas em tamanho padrão, 6 mil compactas e 550 subcompactas, todas do modelo P-10. A fabricante de armamentos é representada no Brasil pela empresa HFA Importação e Distribuição de Produtos de Segurança, baseada em Aparecida de Goiânia (GO) e que atua sob o nome fantasia de CZ Armas do Brasil.

Na portaria que abriu o processo administrativo, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a PM afirma que os problemas acontecem “em especial no pino 31 e também na rampa de acesso à câmara de pistolas que precisam de polimento, ocasionando falha de carregamento e pane de trancamento”. Ainda de acordo com a publicação, os defeitos elevaram “e muito” a demanda do Centro de Material Bélico da Força.

A PM encarregou a major Gisele da Mata Santos, lotada na Diretoria de Apoio e Logística, para produzir um relatório dentro de 30 dias, que podem ser prorrogados. O parecer deve conter “responsabilização e devida indicação de penalidades à contratada por quebra de cláusula contratual, se houver”.

Além disso, a major pode “apontar responsabilidade e/ou possível erro da administração, se for o caso” de membros da própria corporação. “Caso haja indícios de negligência, imprudência ou dolo por parte de qualquer integrante da Corporação, indicá-los e requerer ao final o tombamento em sindicância ou Inquérito Policial Militar”, diz a portaria.

A compra das armas com a empresa tcheca foi celebrada no Contrato nº 72 de 2020 e foram gastos pouco mais de R$ 17,4 milhões com a compra. Questionada, a PMDF informou que cada arma custou R$ 1.480, no entanto, não especificou quantas unidades do montante adquirido apresentaram defeitos até agora. Já a empresa afirma que apenas 26 pistolas apresentaram defeitos.

03 abril, 2022

Taurus: recompra de ações e listagem nos EUA estão em estudo


*LRCA Defense Consulting - 03/04/2022

Na live realizada pela equipe da SaraInvest com Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus Armas, e com Sérgio Sgrillo Filho, CFO da empresa, no dia 30 de março, o estrategista Alex André perguntou a este último sobre duas questões: recompra de ações (buy back) e listagem das ações nos Estados Unidos.

Em sua resposta, o CFO deixou claro que a empresa estuda ambas as possibilidades, sempre em busca de boas oportunidades para ela e para os seus acionistas, mas tudo com muito cuidado, muito bem pensado e alicerçado, para não dar um passo em falso (como aconteceu recentemente com outras empresas) ou sofrer questionamentos, sejam da CVM, sejam de outras entidades ou de investidores, coisa que nunca aconteceu com a Taurus sob a atual gestão.

Pela resposta e pelos cuidados necessários que estão sendo tomados, é possível inferir que o buy back possa acontecer no final deste ano, após o final do programa de aumento de capital. Já com relação à listagem nos EUA, ficaria para o ano que vem. Porém, a Taurus pode surpreender mais uma vez, como está explicitado no último item desta matéria.

Confira, abaixo, o vídeo e sua transcrição sintetizada logo após:


Recompra de ações
"A do buy back até eu fiz uma brincadeira contigo, estava o Ricardo, eu falei que é a meta do Ricardo. A gente tem algumas questões das reservas legais para fazer o buy back e também tem a questão que a gente está no meio de um programa de aumento de capital que acaba em outubro. Então, a gente tem analisado isso.

Uma das coisas que a gente fala é que tudo o que a gente fez últimos anos - e a gente fez bastante, fez aumento de capital, fez redução, nós fizemos muita coisa aqui - foi muito bem pensado e bem alicerçado. A gente nunca teve nenhum questionamento da CVM, de ninguém, fazendo tudo isso que a gente faz, e muitas das operações não são as típicas do mercado, como aumento por bônus de subscrição.

Então, a gente está olhando isso com cuidado. A gente tem aqui o [jogo do] 'good lawyer' e o 'bad lawyer': um 'advogado' diz que dá e outro 'advogado' diz que não dá. Então, a gente tem que ser muito cuidadoso, e  por isso é que eu falei que no Brasil até o passado é incerto. Então, são passos que a gente tem que ter muito cuidado. A gente tem toda a intenção de fazer um programa de buy back. Agora, o que a gente tem que olhar é realmente a questão legal, se a gente conseguir uma maneira que seja a legal para fazer, a gente vai ter um programa de recompra de ações".

Listagem nos Estados Unidos
"Quanto aos Estados Unidos, é uma questão que a gente tem [se] perguntado muito. A Taurus é uma empresa que se caracterizou nos últimos anos por olhar muita oportunidade e a gente sempre está aberto a oportunidades. A gente não pode negar que o mercado de ações dos Estados Unidos hoje é um mercado muito mais receptivo para o nosso produto e para a nossa ação.

A gente tem visto um movimento aí nos últimos tempos, principalmente depois do resultado, de entrada de investidores estrangeiros, a gente tem falado com bastante [deles]; eu até comentei com vocês, eu estive nos Estados Unidos há um mês atrás, recebendo investidores estrangeiros na unidade dos Estados Unidos, e o que é engraçado é o feedback que a gente tem dos caras, sempre: 'do nosso ponto de vista é muito atrativo vocês virem para o Estados Unidos porque vocês são uma empresa americana pra gente, porque o que interessa para o investidor [americano] é que 80% do negócio de vocês está aqui. O risco de vocês hoje não é Brasil, o risco de vocês é muito mais Estados Unidos'.

Então, é obviamente uma questão que a gente está olhando, não é uma questão simples. Pessoal, eu vi gente no chat pensando para 2022. Não é um processo simples. A gente está vendo o Banco Inter que estava fazendo o processo, a gente viu outras empresas; é um processo bem complicado de ser feito, mas a gente tá olhando sempre oportunidades. Eu acho que se for uma oportunidade boa para as empresas e para os acionistas, por que não olhar?"

A Taurus pode surpreender novamente?
Como essas são duas informações de grande valor para o mercado, obviamente a Taurus não poderia divulgá-las em uma simples live, mesmo que estivesse na iminência de ou tivesse uma data provável para colocá-las em execução. Caso venha a fazê-lo, via de regra será via Fato Relevante ou Comunicado ao Mercado.

Outro dado a considerar é que a empresa se caracteriza por estudar e planejar seus passos estratégicos com antecedência e muito critério, como foi o caso do turnaround, da mudança de sede da fábrica americana, do plano quinquenal, da antecipação da compra de estoques e maquinário, da joint venture na Índia, das armas com grafeno, dos lançamentos em consonância com os desejos dos consumidores, da ampliação da unidade brasileira, do foco em mercados asiáticos e africanos etc.

Assim, como as questões do buy back e da listagem nos EUA podem já estar sendo estudadas há cerca de um ano - dadas as oportunidades e ganhos que poderão proporcionar à empresa e em resposta aos anseios manifestados por seus investidores desde o início de 2021 -  não é improvável que Salesio e Sérgio possam fazer a Taurus surpreender (mais uma vez), anunciando uma ou ambas antes do esperado.

Leia mais:
- Turnaround 2.0: Taurus USA poderá fazer um IPO nos Estados Unidos?


Embraer: Comando de Operações Especiais dos EUA recebe aeronave A-29C Super Tucano


*Defence Blog - 02/04/2022

A empresa privada Sierra Nevada Corporation (SNC) anunciou a entrega final da terceira aeronave A-29C Super Tucano ao Comando de Operações Especiais da Força Aérea dos EUA (AFSOC).

A SNC diz que a aeronave, o A-29 mais tecnologicamente aprimorado e com capacidade de missão lançada no mercado, destina-se à missão Combat Aviation Advisor (CAA) do AFSOC, projetada para aumentar a capacidade de parceiros internacionais.

Os dois primeiros A-29Cs, entregues no início deste mês, já estão realizando operações de treinamento com o AFSOC na Base Aérea de Hurlburt.

Como padrão ouro para aeronaves de ataque leve, combate e reconhecimento, o A-29C é construído nos EUA pela SNC e sua parceira, a Embraer Defesa & Segurança. A SNC também é contratada para fornecer equipamentos de apoio em terra, treinamento de pilotos, suporte logístico contratado, peças de reposição e sustentação para o programa.

“A SNC está incrivelmente orgulhosa de fazer parceria com a Força Aérea dos EUA para apoiar esta missão global crítica”, disse Ed Topps, vice-presidente sênior de sistemas e programas de aeronaves táticas da área de negócios de ISR, Aviação e Segurança (IAS) da SNC. “Com uma linha de produção ativa e baixos custos de ciclo de vida, o A-29C pode fazer a transição facilmente para o campo para aprimorar o suporte aos combatentes e fornecer recursos há muito esperados para aqueles que estão no solo.”

Específico para a missão de CAA, o A-29C fornece ao AFSOC recursos avançados para fins de avaliação, treinamento, aconselhamento, assistência e acompanhamento das forças de aviação das nações parceiras no emprego do poder aéreo, sustentação e integração de forças.

02 abril, 2022

Entendendo o fenômeno da Resistência Ucraniana

 Batalha entre tanques (carros de combate) russos e ucranianos (Crédito: Reprodução / Twitter)

*Paulo Ubirajara Mendes – Coronel do Exército Brasileiro - 02/04/2022

O conflito na Ucrânia se encaminha para completar 40 dias, sem grandes decisões. As negociações avançam lentamente e os combates começam a tomar ritmo e forma “de rotina”, sem verificarmos definições táticas que indiquem uma vitória militar dos invasores.

No dia de hoje, fugindo daquilo que normalmente era esperado, a Rússia noticiou um suposto ataque de dois helicópteros militares ucranianos em um depósito de combustível em território russo, fato que, se confirmado, muda o espectro da reação da Ucrânia.

A Ucrânia, ao contrário do que se podia inicialmente pensar, não simplesmente aceitou o risco de enfrentar um conflito armado com a Rússia. Nos últimos anos, de forma silente para o restante do mundo, mas principalmente depois de 2014, quando a revolta de Maidan depôs o governo pró-russo, foi implementada uma política nacionalista e defensiva, baseada em um planejamento criterioso e no desenvolvimento de efetivas ações (treinamento e equipamento), buscando capacitar o país para enfrentar uma invasão russa, que hoje é real.

Ao ultrapassar as fronteiras ucranianas, os russos não sofreram uma posição ferrenha nos primeiros momentos de seu avanço. Ao invés disto, os defensores optaram por aproveitar seu conhecimento do terreno, oferecendo combate ao invasor nas áreas rurais e urbanas, onde tem conseguido obter maiores vantagens. Nas cidades ucranianas, onde tem ocorrido a maioria dos combates, nota-se que tem sido muito caro o preço cobrado dos russos, que enfrentam um inimigo fugaz em cada esquina.

Desde meados de 2015, a Ucrânia e a OTAN têm mantido em funcionamento um projeto de capacitação de operadores de Forças Especiais, estimando-se terem sido formados cerca de 2000 quadros. Tal efetivo, capacitado militarmente para operações cinéticas e de grande flexibilidade, tem sido importante na implementação e manutenção da estratégia de guerrilha urbana, diga-se de passagem muito bem conduzida, bem como na mobilização e treinamento dos cidadãos que se voluntariaram para combater.

Sabedores que os russos avançariam na Ucrânia com uma esmagadora massa de veículos motorizados e blindados, a resistência tem buscado infligir o máximo de baixas nos comboios e formações dos invasores. Tal efeito só tem sido obtido pelo apoio em sistemas modernos de armas anti-carro que os aliados do Ocidente estão mandando para os ucranianos.

As interrupções no fluxo de combustíveis para os russos, imobilizando suas tropas, são outro fator que beneficia os ucranianos, que tem sua tarefa facilitada pela falta de mobilidade do inimigo.

A guerra ucraniana de resistência reviveu métodos antigos, de pouco custo e grande eficácia. Destruir pontes para evitar o avanço, fortificar posições em área urbana para melhor “amarrar” os fogos e fabricar e distribuir coquetéis Molotov em profusão para a população em geral foram algumas das iniciativas adotadas e que tem se mostrado efetivas.

O uso de snipers também tem feito diferença na resistência ucraniana, causando consideráveis danos materiais e pessoais, mas muito mais que isto, abalando o moral do inimigo. Nessa direção, ressaltamos as baixas de Oficiais russos de alto escalão que foram abatidos nas operações, causando repercussão na Rússia e críticas à guerra.

O uso de comunicações não seguras também tem sido explorado pelos ucranianos que, por intermédio de guerra eletrônica e cibernética, tem interceptado transmissões russas e identificado a localização de alvos compensadores.

As táticas de guerrilha implementadas pelos ucranianos já surtem efeito no moral dos soldados russos, que assediados diuturnamente, comendo e dormindo mal, começam a fraquejar.

Nos últimos dias, não raro são relatados episódios de deserção e sabotagem feita pelos próprios militares russos em seus materiais e viaturas, com o objetivo de não precisarem prosseguir em operações.

A narrativa da Ucrânia, para motivar seus defensores, tem sido baseada principalmente em duas ideias-força, reforçadas constantemente pelo Presidente Zelensky e massificadas nas redes sociais do país. A primeira ideia-força é que os ucranianos devem lutar pois a guerra é travada para a defesa da soberania e a segunda ideia –força fala na garantia da existência do povo ucraniano.

Assim, sob o viés psicossocial, nota-se que a narrativa de motivação tem encontrado eco no inconsciente coletivo do povo, cumprindo sua finalidade de agregar e dar amálgama ao sentimento de resistência.

A Ucrânia optou por uma estratégia onde abdicou do combate convencional como tradicionalmente conhecemos, onde seria sabidamente mais fraca, optando por tentar fazer com que as forças russas se desgastem ao máximo, combalindo o ânimo dos combatentes e buscando que a ocupação e as operações militares se tornem econômica e psicossocialmente inviáveis.

Na Rússia, a perspectiva de uma luta de longa duração na Ucrânia, onde é muito custoso recompletar ou substituir plenamente as tropas que, já esgotadas, estão em operações, mobiliza a opinião pública da população contra o regime Putin.

Por derradeiro, podemos dizer que, ao menos hoje, a resistência da Ucrânia surpreende o mundo, que não esperava tão feroz defesa de sua integridade territorial, a despeito da necessidade de auxilio externo em materiais bélicos. Tal realidade faz supor que qualquer solução para o conflito precisará passar por uma paz que seja condizente com sua soberania.

*Paulo Ubirajara Mendes é Coronel de Cavalaria do Exército Brasileiro, Doutor em Ciências Militares e Assessor de Temas Institucionais na Vice-Presidência da República.
E-mail:pauloumendes@hotmail.com
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Nióbio: Brasil produzirá baterias de recarga ultrarrápida (menos de 10 minutos) para motos elétricas

Veículo será pioneiro na utilização da bateria com Nióbio. Modelo será apresentado no primeiro semestre deste ano, com previsão de chegar ao mercado já em 2024

Motocicleta de modelo CR6 da Horwin, que conta com 6.200W de potência de motor e até 150 km de autonomia

*LRCA Defense Consulting - 02/04/2022

Com a intenção de ampliar o acesso à energia limpa e contribuir para a popularização da eletromobilidade no País, a Horwin Brasil, empresa de motocicletas elétricas, firmou parceria com a brasileira CBMM, maior especialista do mundo em tecnologias de Nióbio. O objetivo do acordo, assinado em janeiro de 2022, é aplicar uma bateria de íon de lítio com Nióbio em veículos elétricos de duas rodas. 


Segundo a CEO da Horwin Brasil, Pricilla Favero, o protótipo deste projeto será apresentado ainda no primeiro semestre deste ano. Será utilizada a motocicleta de modelo CR6 da Horwin, que conta com 6.200W de potência de motor e até 150 km de autonomia. “Com a expertise e pioneirismo da CBMM somados ao nosso time altamente capacitado em desenvolvimento de novas soluções, a expectativa é que a motocicleta com a bateria com Nióbio esteja disponível no mercado brasileiro já em 2024.”


Rogério Ribas acrescenta que a tecnologia que será empregada na bateria da motocicleta elétrica é resultado de mais de três anos de pesquisa e desenvolvimento da parceria entre a CBMM com a japonesa Toshiba Corporation. Ele explica que “o uso do óxido de Nióbio no ânodo das baterias de íons de lítio, fornece características especiais para esse componente. Por ser um elemento muito estável, permite operações mais seguras e eficientes. Além disso, devido à sua estrutura cristalina mais aberta, o que facilita a intercalação do lítio, permite a recarga total em menos de 10 minutos, sem causar danos à bateria”. Ribas completa que, por estas características únicas, as baterias com Nióbio apresentam mais segurança e uma vida útil muito maior do que as baterias tradicionais.

A Toshiba Corporation explica que está focada na possibilidade do uso de óxido de nióbio e titânio (NTO) como um material para o ânodo da próxima geração de baterias, que ajudará a aumentar a capacidade da bateria, mantendo as excelentes características do óxido de titânio e lítio (LTO), o material anódico das baterias SCiB™. O NTO tem uma densidade de capacidade de volume aproximadamente três vezes maior do que o LTO, ao mesmo tempo em que oferece as mesmas vantagens, como aumento de vida útil e carregamento rápido.

Célula Bateria NTO

Inovação
Ribas reforça que “a CBMM já trabalha com várias empresas do mercado automotivo, seja em estruturas veiculares ou no desenvolvimento de aplicações de Nióbio para mobilidade elétrica”. Um exemplo é a parceria com a Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO), anunciada em 2021, que prevê a aplicação das baterias com Nióbio em veículos elétricos de grande porte, que começam a ser testados em 2023 na fábrica da VWCO em Resende (RJ) e depois na planta industrial da CBMM em Araxá (MG).



01 abril, 2022

Senado abre consulta pública sobre revogar estatuto do desarmamento - vote!


*Jornal do Comércio - 01/04/2022

O Senado Federal abriu uma consulta pública para saber a opinião da sociedade sobre uma proposta do senador Wilder Morais (PP-GO), que prevê a realização de um plebiscito sobre a revogação do Estatuto do Desarmamento. Sancionado como lei federal em 2003, o estatuto determinou a limitação da comercialização, do registro e da posse de armas de fogo e munição.

A consulta no site do Senado deve permanecer aberta enquanto a proposta de Morais tramita na Casa. Nesta segunda-feira, cerca de 3 mil pessoas já haviam votado a favor da realização do plebiscito, enquanto cerca de 300 se dizem contrários. A votação na internet não possui caráter determinante, mas pode sinalizar a opinião do público e, assim, influenciar a opinião de cada senador sobre o mesmo assunto.

Em outubro de 2005, os brasileiros foram consultados, em um referendo, sobre a proibição do comércio de armas de fogo e munições no país. No dia 23 daquele mês, a população foi às urnas e decidiu manter o comércio de armas com 63,68% dos votos, contra 36,11%. As demais regras do estatuto permaneceram sem alteração.

Autor do proposta, Morais sugere que a população seja consultada sobre três pontos do estatuto: se a população rural com bons antecedentes deve ter o porte de arma assegurado; se o Estatuto do Desarmamento deve ser revogado e substituído por uma nova lei que assegure o porte de armas de fogo a qualquer cidadão, e se o estatuto deve ser revogado e substituído por uma lei que assegure a posse - e não o porte - de armas de fogo a todas as pessoas.

A posse de uma arma de fogo implica em manter uma arma em casa ou no trabalho. O porte garante o direito de uma pessoa andar na rua com a arma. O senador defende que as pessoas não podem ser reféns do crime.

"Não podem se trancafiar cada vez mais, enquanto os criminosos andam e cometem crime em plena luz do dia. É nesse sentido que propomos este Projeto de Decreto Legislativo, em que o legislador deve deixar nas mãos do povo a decisão soberana quanto a pertinência da política de desarmamento civil imposta pelos últimos governos, apresentada que foi tida como uma possível solução para os problemas da segurança pública no Brasil", diz em um dos trechos da proposta de plebiscito.

Atualmente, a pena prevista para a posse irregular de arma de uso permitido vai de um a três anos com multa, enquanto a pena para a posse ilegal desse tipo de arma varia de dois a quatro anos, também com multa. As penas para a posse e o porte de armas de uso restrito (usadas pela Polícia e pelas Forças Armadas) são maiores e chegam a seis anos.

O Projeto de Decreto Legislativo (PDS) será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

*Leia a íntegra da matéria clicando neste link.
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Hora de o cidadão de bem fazer sua voz ser ouvida
Como bem foi colocado na matéria, "A votação na internet não possui caráter determinante, mas pode sinalizar a opinião do público e, assim, influenciar a opinião de cada senador sobre o mesmo assunto".

Assim, esta é a hora de o cidadão de bem fazer sua voz ser ouvida no Congresso. Para isso, basta ir até o site do Senado, preencher um rápido cadastro (caso ainda não o tenha) e votar pelo "Sim".

Lá também pode ser encontrada a íntegra da proposição e um vídeo explicativo.

31 março, 2022

Taurus poderá vender fuzis e submetralhadoras ao Exército da Guatemala


*LRCA Defense Consulting - 31/03/2022 (atualizado em 01/04/, às 10h41)

No dia 30 de março, uma equipe da Taurus Armas, a convite dada Guatemala, realizou uma apresentação/demonstração do fuzil T4 e da submetralhadora SMT9 para integrantes do Ministério de Defesa e das Forças Armadas desse país.

No evento, que aconteceu na sede da Primeira Brigada Marizcal Zavala, representantes e autoridades além de assistirem uma apresentação, também tiveram a oportunidade de testar os produtos Taurus, entre eles unidades do fuzil T4 nos modelos 11,5” e 14,5” calibre 5,56x45, automáticos e com guarda-mão (handguard) Quad-rail de alumínio e miras rebatíveis flip-up, que atendem as mais diversas particularidades nas operações especiais, e as submetralhadoras Taurus SMT9 calibre 9x19.

Dada a importância da demonstração, estiveram presentes na ocasião o Inspetor Geral do Exército da Guatemala, General de Brigada Luis Ernesto Barahona Gutiérrez, a Embaixadora brasileira na Guatemala, Vera Cintia Álvares, integrantes das Forças Especiais Navais e Forças Especiais Kaibil da Guatemala, entre outras autoridades.

Durante o encontro, foi ressaltada a proximidade e possibilidade de maior cooperação no âmbito da indústria de produtos de Defesa entre os dois países e destacada a grande dimensão, qualidade e capacidade tecnológica da Taurus para ser uma parceira estratégica no suprimento de armamentos para as variadas Forças na Guatemala.

Armas civis
No dia 10/3, partiu de Porto Alegre um voo fretado levando 3.550 armas para o mercado civil da Guatemala. Nesse voo, além do portfólio de pistolas TS9, também consta o primeiro lote de 250 fuzis T4 no calibre 5.56/.223 semiautomáticos para o mercado civil guatemalteco.

O país é um dos mercados mais relevantes na América Central para a empresa e, nos últimos dois anos, a Taurus obteve um crescimento de mais de 50% no volume de entrega para esse destino.




No Chile, Embraer promove portfólio de defesa e segurança na FIDAE


*LRCA Defense Consulting - 31/03/2022

A Embraer promoverá seu portfólio completo de produtos e soluções inovadoras para os mercados de defesa e segurança na edição 2022 da FIDAE (Feria Internacional del Aire y del Espacio), que ocorrerá de 5 a 10 de abril, no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez, em Santiago, no Chile. Estarão em exposição estática a aeronave multimissão KC-390 Millennium, da Força Aérea Brasileira (FAB), e o turboélice de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano, da Força Aérea do Chile (FACh).

“É uma satisfação estar de volta a este evento tão importante para o setor na América Latina, sendo uma ótima oportunidade para encontrar clientes, fornecedores e parceiros comerciais da indústria”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “Com produtos em mais de 60 países, a Embraer Defesa & Segurança tem hoje um portfólio moderno, estando pronta para responder às demandas do mercado global, com soluções abrangentes que vão muito além de aeronaves para atender aos ambientes terrestre, marítimo, espacial e cibernético.”

KC-390 Millennium
O KC-390 Millennium está em operação na FAB desde 2019, período em que vem demonstrando sua capacidade operacional, confiabilidade e desempenho em missões no Brasil e no exterior, podendo ser rapidamente disponibilizada para responder a situações emergenciais e humanitárias e já foi selecionada por duas nações da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte): Portugal e Hungria.

A-29 Super Tucano
Robusto e versátil, o A-29 pode realizar uma ampla gama de missões, incluindo ataque leve, vigilância, interceptação aérea e contra insurgência. A aeronave foi selecionada por mais de 15 forças aéreas em todo o mundo, incluindo a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), além de países da América Latina, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, Equador e República Dominicana.

Radares e sistemas terrestres
Responsável pela implantação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) do Exército Brasileiro, um dos maiores projetos de vigilância de fronteiras em execução no planeta, a Embraer também promoverá a área de radares e sistemas terrestres, na qual oferece equipamentos como o SABER M60, radar para aplicações de vigilância e defesa aérea de baixa altitude, e o SABER M200 VIGILANTE, radar de vigilância e alerta aéreo antecipado.

Atech, Visiona Tecnologia Espacial e Tempest Security Intelligence
Entre as coligadas da Embraer Defesa e Segurança, estarão representadas no evento Atech, Visiona Tecnologia Espacial e Tempest Security Intelligence. Com expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e suporte à tomada de decisão, a Atech atua no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações em sistemas de comando e controle, embarcados, segurança cibernética, gerenciamento de tráfego aéreo, conexões inteligentes, sistemas de instrumentação e controle, simuladores e logística.

A Visiona, joint-venture entre Embraer Defesa & Segurança e Telebras, tem foco na integração de sistemas espaciais, além de fornecer produtos e serviços de Sensoriamento Remoto e Telecomunicações por satélite. A empresa foi responsável pelo Programa do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), lançado em 2017 e, atualmente, gerencia o programa do primeiro satélite projetado integralmente pela indústria nacional, o VCUB1.

A Tempest Security Intelligence é uma empresa brasileira com atuação global. É a maior companhia brasileira especializada em cibersegurança e prevenção a fraudes digitais. Ao longo de seus quase 22 anos, a Tempest já ajudou a proteger mais de 500 empresas de todos os portes e setores, entre elas grandes companhias do setor financeiro, varejo, e-commerce, indústrias e healthcare, atuando em clientes nacionais e internacionais atendidos tanto pelo time no Brasil quanto no Reino Unido. 

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