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08 setembro, 2022

Estudo da Embraer prevê potencial para 100 novas rotas na região da Malásia


*LRCA Defense Consulting - 08/09/2022

A Embraer divulgou hoje, durante a participação no Selangor Aviation Show, um estudo no qual mostra que os jatos regionais podem viabilizar a abertura de mais de 100 novas rotas na região da Malásia.

“À medida que a demanda por viagens se recupera, vemos oportunidades únicas para a Malásia aprimorar sua conectividade doméstica e regional. No entanto, essas novas rotas também devem ter viabilidade comercial para as companhias aéreas”, disse Raul Villaron, Diretor da Embraer Aviação Comercial para a Ásia-Pacífico. “As companhias aéreas estão enfrentando grandes desafios, como preços de combustível mais altos e um ambiente operacional cada vez mais competitivo, tornando imperativa uma adequação na capacidade de aeronaves para os passageiros.”

A Embraer também identificou a necessidade de 150 novas aeronaves com menos de 150 assentos nos próximos 20 anos na Malásia. Aeronaves regionais desse porte complementarão as maiores, que são predominantes no país, e aumentarão a viabilidade de estabelecer novas rotas ou ampliar a frequência das rotas existentes. Isso inclui o impulsionamento da conectividade doméstica e entre as cidades da Península da Malásia com as regiões de Sabah e Sarawak.

Na edição anterior do Selangor Aviation Show, a Embraer exibiu seu jato comercial E195-E2, demonstrando como os baixos custos operacionais da aeronave, desempenho superior e menor consumo de combustível e baixa emissão de ruído podem agregar valor ao cenário da aviação da Malásia. O E195-E2 é a aeronave de corredor único mais eficiente e sustentável do mundo e acomoda até 146 passageiros.

Jatos regionais como a família de aeronaves E-Jets E2 da Embraer (E190-E2 e E195-E2) possuem atributos ideais que permitem às companhias aéreas aumentarem sua malha de rotas e direcionarem o tráfego de passageiros para seus hubs. O E2 tem um custo de viagem 25% menor do que uma aeronave de corredor único de nova geração, comumente vista na Malásia, mantendo a paridade de custo de assento e melhorando a competitividade de uma companhia aérea.

Os E-Jets da Embraer têm sido destaque nos principais hubs aéreos do mundo. Companhias como KLM, Lufthansa, British Airways, Japan Airlines e todas as principais dos EUA implantaram os E-Jets para aumentar suas rotas e alimentar o tráfego para seus hubs aéreos. As companhias aéreas regionais também operam E-Jets para estabelecer rotas a partir de e para cidades secundárias e terciárias.

O estudo sobre o mercado da Malásia está disponível no link: https://www.embraercommercialaviation.com/media-downloads/documents/#49-184-selangor-aviation-show-2022

Sustentabilidade
O E2 é a aeronave de corredor único mais eficiente, economizando até 25% das emissões de dióxido de carbono em comparação com as aeronaves da geração anterior.

No início de julho, a Embraer e a Pratt & Whitney testaram com sucesso uma aeronave E195-E2 com combustível de aviação 100% sustentável (SAF). Com 100% SAF, a redução de 25% nas emissões pode ser aumentada para impressionantes 85%.

Até 2030, a família de jatos comerciais E-Jets E2 será certificada para voar com 100% SAF.

A Embraer pretende ser neutra em carbono até 2040 e alcançar um crescimento neutro em carbono a partir de 2022. Sua jornada de sustentabilidade começou há quase 20 anos, quando a empresa foi a primeira fabricante de aeronaves a receber a certificação ISO 14001 na gestão ambiental de seus processos de produção e projeto. Em 2004, a Embraer foi pioneira ao certificar o primeiro avião produzido em série no mundo movido a biocombustível, o “Ipanema”.

A Embraer está envolvida em diversos novos projetos de tecnologia. O eVTOL (veículo elétrico de decolagem e pouso na vertical) de baixas emissões, desenvolvido pela Eve - empresa spin-off da Embraer - entrará em serviço a partir de 2026, oferecendo às pessoas mais opções para determinar a forma como viajam, especialmente a “última milha da viagem” – ir do aeroporto para casa ou vice-versa.

Em novembro de 2021, a Embraer apresentou a família Energia, que compreende quatro aeronaves conceituais de tamanhos variados que incorporam diferentes tecnologias de propulsão – híbrido-elétrico, elétrico, célula a combustível de hidrogênio e turbina a gás bicombustível.

Taurus e americana Brigade assinam acordo de distribuição de armas no Brasil


*LRCA Defense Consulting - 08/09/2022

A Taurus Armas S/A assinou acordo de distribuição com a Brigade Manufacturing Inc, empresa fabricante de rifles na plataforma AR, com sede nos Estados Unidos. O acordo prevê a distribuição exclusiva dos produtos da marca Brigade no mercado brasileiro, que será suportada pela logística que a Taurus possui no país, bem como assistida pela tradicional rede de Assistência Técnica da empresa.

Todos os modelos Brigade selecionados passarão por testes e certificações, para assegurar a qualidade e performance dos produtos TAURUS.

Os primeiros lotes de rifles na plataforma AR-9mm (modelo BM-F-9) deverão estar disponíveis no início de outubro, em diferentes cores com acabamento Cerakote.

“Esse acordo com a Brigade vai permitir que a Taurus complemente ainda mais o portfólio de produtos no mercado interno, sempre procurando atender todas as demandas de nossos lojistas e clientes. Isso tudo com a garantia e assistência técnica da Taurus”, destaca o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

United assina contrato de compra para até 400 aeronaves eVTOLs da Eve


*LRCA Defense Consulting - 08/09/2022

A United anunciou hoje um investimento de US$ 15 milhões na Eve Air Mobility e um acordo de compra condicional para 200 aeronaves elétricas de quatro lugares e mais 200 opções, com as primeiras entregas previstas já em 2026. O acordo marca outro investimento significativo da United em táxis aéreos – ou eVTOLs (veículo elétrico de decolagem e pouso vertical), que tem o potencial de revolucionar a experiência do viajante em cidades ao redor do mundo. Pelos termos do acordo, as empresas pretendem trabalhar em projetos futuros, incluindo estudos sobre o desenvolvimento, uso e aplicação das aeronaves da Eve e do ecossistema de mobilidade aérea urbana (UAM).

“A United realiza investimentos iniciais em várias tecnologias de ponta em todos os níveis da cadeia de suprimentos, fortalecendo nossa posição de liderança em sustentabilidade e inovação na aviação”, explica Michael Leskinen, presidente da United Airlines Ventures. “Hoje, a United faz história novamente ao se tornar a primeira grande companhia aérea a investir publicamente em duas empresas de eVTOLs. Nosso acordo com a Eve mostra nossa confiança no mercado de mobilidade aérea urbana e serve como referência em direção à nossa meta de zerar as emissões de carbono até 2050 – sem o uso de compensações tradicionais. Juntas, acreditamos que nosso conjunto de tecnologias de energia limpa revolucionará as viagens aéreas como as conhecemos e servirá como catalisador para a indústria da aviação se movimentar em direção a um futuro sustentável”.

“O investimento da United na Eve reforça a confiança em nossos produtos e serviços e fortalece nossa posição no mercado norte-americano”, complementa André Stein, co-CEO da Eve. “Estou confiante que nossas soluções agnósticas de mobilidade aérea urbana, em combinação com o conhecimento global do mercado desenvolvido pela Eve e a herança da Embraer, são as mais adequadas para esta iniciativa, proporcionando aos clientes da United uma maneira rápida, econômica e sustentável para acessar os hubs aéreos da companhia e se deslocar em ambientes urbanos densos. Trabalhar com a United é uma oportunidade inigualável para avançarmos com o ecossistema de UAM nos EUA e estamos empolgados”.

A United foi a primeira grande companhia aérea dos Estados Unidos a criar um fundo de capital de risco, o United Airlines Ventures (UAV), projetado para apoiar o compromisso 100% verde da companhia de atingir zero emissões líquidas até 2050, sem o uso de compensações tradicionais. Por meio da UAV, a United tem liderado no setor os investimentos em eVTOLs e aeronaves elétricas, motores com célula de combustão a hidrogênio e combustível de aviação sustentável. No mês passado, a United fez um depósito de US$ 10 milhões a uma companhia californiana de eVTOLs para 100 aeronaves.

O investimento da United na Eve foi impulsionado em parte pela confiança nas oportunidades potenciais de crescimento no mercado de mobilidade aérea urbana e pelo relacionamento único da Eve com a Embraer, uma fabricante de aeronaves confiável, cujo histórico na produção e certificação de aeronaves é comprovado pelos seus 53 anos de história. Tal relacionamento inclui acesso aos centros de serviços, depósitos de peças e técnicos de serviço em campo da Embraer, o que abre caminho para uma operação confiável. Após a entrada em serviço, a United poderá ter toda a sua frota eVTOLs atendida pelos serviços agnósticos e operações de suporte da Eve.

Além disso, a United se juntou ao consórcio liderado pela Eve em Chicago, que simulará operações de UAM a partir de 12 de setembro.

Em vez de motores a combustão tradicional, o eVTOL é projetado para usar motores elétricos, proporcionando voos sem emissão de carbono, e será utilizado como 'táxi aéreo' em mercados urbanos. O design da Eve possui uma asa fixa convencional, rotores e propulsores, um design prático e intuitivo de decolagem vertical e voo de cruzeiro que favorece a segurança, eficiência, confiabilidade e certificabilidade. Com alcance de 60 milhas (100 quilômetros), a aeronave tem potencial não somente para oferecer uma viagem sustentável, mas também para reduzir o nível de ruído em 90%, quando comparado a uma aeronave convencional. A Eve também está criando uma solução de gerenciamento de tráfego aéreo, projetada para desenvolver com segurança o setor de UAM. O software tem o mesmo nível de segurança do software de gerenciamento de tráfego aéreo da Embraer, que deve ser um ativo estratégico para ajudar o setor a crescer.

06 setembro, 2022

Para comemorar o Bicentenário da Independência, Taurus lançará série especial limitada de armas


*LRCA Defense Consulting - 06/09/2022

A Taurus lançará três armas comemorativas dos 200 anos da Independência do Brasil. As versões históricas são colecionáveis, numeradas, limitada a 200 unidades de cada modelo, e serão comercializadas em uma embalagem exclusiva de madeira. 

O vídeo de lançamento conta com a participação especial do Chefe da Casa Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, tetraneto de Dom Pedro I. 

“A Taurus, como uma empresa brasileira que está entre as líderes de seu segmento e faz parte da Base Industrial de Defesa, considera muito importante a comemoração do Bicentenário da Independência do Brasil. Por isso, convidamos o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança para ser o protagonista do vídeo de lançamento e apresentar essa coleção única. Sua participação nos enche de orgulho, já que Dom Bertrand é descendente da família imperial brasileira e tetraneto de Dom Pedro I, que foi quem proclamou a Independência do país”, afirma o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs. 

Cada peça da coleção foi cuidadosamente produzida pela Taurus para integrar o acervo dos mais exigentes colecionadores do segmento das armas. A série comemorativa é composta pelo revólver Single Action Imperador no calibre .45 Colt, a pistola 1911 no calibre .45 ACP e a pistola 92 no calibre 9mm. 

O revólver Single Action é um modelo com 150 anos de história, utilizado pelo Exército americano no século 19. É considerado o clássico dos clássicos e ficou muito conhecido pelos filmes de faroeste. A arma retorna ao portfólio da Taurus nessa versão comemorativa com o nome de Revólver Single Action Imperador. 


A M1911 é uma pistola semiautomática de ação simples e serviu como arma padrão para as Forças Armadas dos Estados Unidos de 1911 a 1986. É uma plataforma consagrada, com mais de 110 anos. Também foi a arma oficial do Exército Brasileiro por anos. Esse clássico, que é fabricado pela Taurus desde 2005, agora ganha esta versão exclusiva. 



A pistola 92, desenvolvida na Europa em 1972, foi a primeira pistola produzida no Brasil pela Taurus. Esse modelo equipou as Forças Armadas por muitos anos. Ela completa a coleção Taurus Independência comemorativa ao Bicentenário. 


Os lançamentos serão comercializados a partir de 7 de setembro, às 9h da manhã, no portal de vendas da Taurus, voltado a militares, policiais, CACs e civis que integram categorias autorizadas a adquirir estes produtos, conforme legislação vigente.

Em breve, as três peças do primeiro número de série da coleção serão leiloadas juntamente com um móvel exclusivo confeccionado em madeira de lei.

Para celebrar o Bicentenário da Independência do Brasil, a Taurus conversa com Dom Bertrand de Orleans e Bragança, chefe da Casa Imperial Brasileira, sobre o lançamento da  Coleção Taurus Independência:



05 setembro, 2022

Clube e resort com piscina de ondas artificiais para surf conta com transformadores WEG

Surfland Brasil é o primeiro empreendimento em multipropriedade com piscina de ondas para surf no mundo


*LRCA Defense Consulting - 05/09/2022

Com obras iniciadas no primeiro semestre de 2020 o clube e resort Surfland terá 464 mil metros², 278 apartamentos em sete prédios nomeados em homenagem às praias da região catarinense como Ferrugem, Rosa, Vermelha, Barra, Ouvidor, Silveira e Siriú. O complexo conta também com áreas de preservação, skatepark inovador planejado e estudado pelo campeão Pedro Barros, áreas gastronômicas, espaço fitness, SPA, kids club, escolas, clínicas, quadras para tênis, beach tennis e futebol, open mall, museu do surf e outras diversas opções de entretenimento.

Uma das atrações que se destaca no complexo multipropriedade, é a piscina de ondas artificiais, para qual a WEG já forneceu o total de 3 transformadores, 1 com de 2,5MVA em 2021 e outros dois em 2022 com 1,5 e 4MVA de potência. Dois desses transformadores estão instalados na subestação interna do cliente, enquanto o outro estará aplicado diretamente às máquinas de ondas artificiais com tecnologia Wavegarden dedicadas ao surf. Este fornecimento acontece através do nosso parceiro Instalador TEZZA MONTAGENS, o qual é responsável por toda a obra desde a compra dos equipamentos até a montagem final.

O empreendimento clube e resort Surfland está em construção em Garopaba (SC), é um projeto que contém muitos atrativos, tornando-se uma realidade e uma oportunidade para quem busca qualidade de vida e um investimento com potencial de valorização. 


Embraer conclui testes em voo da capacidade de combate a incêndios do C-390 Millennium


*LRCA Defense Consulting - 05/09/2022

A Embraer concluiu com sucesso os testes em voo da campanha de certificação do Sistema Modular Aerotransportável de Combate a Incêndios (MAFFS II, na sigla em inglês), que fornece ao C-390 Millennium a funcionalidade necessária para realizar a missão de Combate a Incêndio Florestal (CIF). Os ensaios, conduzidos na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, no interior do Estado de São Paulo, representam avanço importante na campanha de certificação dessa capacidade junto ao Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI). Após a certificação, a capacidade de combate a incêndios estará disponível aos operadores da aeronave.

O MAFFS II é um sistema de combate a incêndio capaz de descarregar até 3.000 galões de água (aproximadamente 11.300 litros), com ou sem retardante de fogo, de acordo com o critério de nível de cobertura padrão do solo e em diversos tipos de terrenos.

Projetado para fazer interface com o Sistema de Manuseio de Carga (ou Cargo Handling System – CHS, na sigla em inglês), o MAFFS II pode ser rapidamente instalado ou removido do compartimento de carga da aeronave a partir de seu próprio trailer. O sistema de combate a incêndio requer apenas energia elétrica da aeronave para seu funcionamento.

A conclusão destes ensaios, que incluíram diversos lançamentos em voo, além de comprovar a capacidade de integração do sistema com a aeronave, também demonstra os excelentes aspectos de qualidade de voo e manobrabilidade, extremamente necessários a esse tipo de operação em baixas velocidades.

O C-390 Millennium e sua configuração de reabastecimento aéreo, o KC-390, são a nova geração de aeronaves multimissão de transporte militar que oferecem mobilidade e capacidade de carga incomparáveis, rápida reconfiguração, alta disponibilidade, e conforto aprimorado, bem como gerenciamento otimizado de custos operacionais reduzidos ao longo de seu ciclo de vida, tudo em uma única plataforma.


 

Com ferrolho mais longo, pistola Taurus GX4XL ainda é própria para transporte oculto?


*LRCA Defense Consulting - 05/09/2022

No dia 31 de agosto, esta editoria divulgou o lançamento do mais recente modelo de pistola da Taurus nos EUA com o título "Com lançamento da GX4XL, Taurus dá início a uma estratégica e promissora plataforma de pistolas".

O novo modelo traz um ferrolho mais longo, adicionando uma polegada de comprimento quando comparado ao da GX4, aumentando a velocidade na boca do cano e o raio de visão, bem como facilitando a manutenção da precisão do tiro.

No entanto, desde então, alguns internautas têm questionado se essa polegada a mais não prejudicaria uma característica fundamental da pistola microcompacta GX4: a capacidade de ser transportada de maneira oculta.

Bem, as respostas podem ser positivas e negativas, pois tudo irá depender da maneira como a arma será ocultada.

Obviamente, se esse transporte for realizado em um bolso, uma pochete ou uma bolsa, quanto menor a arma, menos visível será.

Se for utilizado um coldre apropriado (costal, frontal ou lateral), a polegada a mais fará pouca diferença.

No entanto, como em diversas situações as pessoas preferem ocultar a arma por trás do cinto, tendo este a segurá-la junto ao corpo, o tamanho um pouco maior do ferrolho poderá ser fundamental para que ela não escape de onde está colocada.

No vídeo abaixo, fazendo um paralelo com o "efeito quilha" de um barco, Cody Osborn (Diretor de Marketing para as marcas Taurus, Rossi e Heritage Manufacturing na Taurus USA) explica os benefícios do ferrolho mais longo na nova Taurus GX4XL, incluindo um raio de visão mais longo para maior precisão, maior velocidade do projétil na boca do cano e maior facilidade de transporte em certas situações de transporte oculto (EDC).

Legendas estão disponíveis em português
 

O Diretor de Marketing da Taurus USA

Dentro da grande reestruturação e potencialização do setor de Marketing da unidade americana realizada pela Taurus Armas neste ano, Cody Osborn chegou ao cargo de Diretor de Marketing para as marcas Taurus, Rossi e Heritage Manufacturing em março, vindo da Walther Arms, onde ocupou com grande sucesso o cargo de Gerente de Marketing.

Bacharel e Mestre pela Texas A&M University e atleta de Tiro Esportivo da USPSA e IDPA, Osborn atuou por três anos na Walther Pro Team, além de seu trabalho gerencial, onde supervisionou várias iniciativas importantes e de grande sucesso, incluindo a Walther Defense Division, o lançamento da Walther PDP (uma pistola semiautomática Parabellum de 9 × 19 mm projetada em 2021 pela Walther Arms como substituta da Walther PPQ), e o lançamento da pistola Q5 Match Steel Frame.

Em sua função como Diretor de Marketing da Taurus, Rossi e Heritage Mfg., Osborn é responsável por definir e implementar planos de marketing anuais, lançamentos de novos produtos, relações públicas e desenvolvimento de produtos e publicidade.

“Quero que todos possam possuir uma arma de fogo e participar do estilo de vida de tiro e caça”, disse Osborn. “Com esse objetivo em mente, espero ajudar a orientar essas marcas para estabelecer uma interação mais pessoal com seus entusiastas e apresentar a todos os interessados ​​em armas de fogo o potencial que essas marcas podem oferecer.”

Secretaria de Produtos de Defesa do MD tem novo titular

Gen Duizit Brito, ainda na ativa em 2021, como Diretor do Departamento de Ciência Tecnologia e Inovação do MD

*LRCA Defense Consulting - 05/09/2022

Com a saída do Dr. Marcos Rosas Degaut Pontes do cargo de Secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa (SEPROD/MD) para ocupar cargo diplomático no exterior, foi nomeado para assumir a pasta o General de Divisão R/1 (da reserva) Luis Antonio Duizit Brito, que, desde janeiro, era o Chefe de Gabinete do Secretário.

A nomeação do Gen. Duizit Brito para o comando da SEPROD foi realizada pelo Ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira Lima Filho e oficilizada via publicação no DOU de 01 de setembro.

Oriundo do Quadro de Material Bélico do Exército, o Gen Duizit Brito tem uma larga experiência na área de Produtos de Defesa, pois já foi Diretor do Departamento de Promoção Comercial do MD, Diretor do Departamento de Ciência Tecnologia e Inovação do MD e Chefe de Gabinete do Secretário de Produtos de Defesa do MD.

Além disso, sua vida militar ainda registra as seguintes funções, todas também ligadas à área:
- Comandante do Curso de Material Bélico – AMAN – Resende/RJ;
- Chefe do 10º Depósito de Suprimento – Fortaleza/CE;
- Comandante da 5º Região Militar – Região Heróis da Lapa - Curitiba/PR;
- Diretor de Material – Brasília/DF;
- Chefe de Operações Logísticas do Comando Logístico - Brasília/DF;
- Comandante da 7ª Região Militar – Região Matias de Albuquerque - Recife/PE.

 

Sob a dinâmica e profícua liderança de Marcos Degaut, o Gen. Duizit Brito foi um dos pilares responsáveis pela promoção e fortalecimento da BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança) e pelas grandes conquistas viabilizadas e/ou facilitadas pela SEPROD para a indústria nacional no Brasil e no exterior.

04 setembro, 2022

Vendas de armas leves nos EUA têm o 3º melhor mês de agosto da série histórica


*LRCA Defense Consulting - 04/09/2022

Baseada nos números NICS ajustados, a Small Arms Analytics & Forecasting (SAAF) estima vendas de unidades de armas de fogo em quase 1,4 milhão de unidades em agosto de 2022 nos EUA, o que representa uma queda (ano a ano) de apenas 3,8% em relação a agosto do atípico ano 2021.

Mesmo assim, este foi o terceiro melhor mês de agosto desde 1998, só sendo superado por 2020 e 2021, quando fatores como política, pandemia e distúrbios civis elevaram a demanda a níveis excepcionalmente altos. O mês passado se tornou  o 37º mês consecutivo com mais de um milhão de armas de fogo civis vendidas – e por uma margem considerável.

A queda, embora pequena, afetou muito menos o segmento de armas curtas (-2,7%) do que o segmento de armas longas (-7,2%). 

Dados detalhados contendo as previsões de demanda de armas de fogo para 12 meses à frente estão disponíveis para compra em https://SmallArmsAnalytics.com/shop/ (o erro médio de previsão nos últimos três meses foi de 3,9% e, nos últimos 12 meses, apenas 0,7%).

Vendas reais podem ser maiores ainda
No entanto, os números NICS ajustados ao SAAF ainda podem subestimar o nível real de vendas de unidades em algum valor. O economista-chefe da SAAF, Jurgen Brauer, comenta que “normalmente as vendas de agosto são 'aumentadas' em relação às vendas de julho em cerca de 10% a 30%, mas isso não tem acontecido nos últimos três anos, possivelmente refletindo padrões de compra diferentes desde que a covid-19 chegou aos EUA.”


2022 no ritmo de ser o terceiro ano mais forte da história
Com a manchete "37 Meses Seguidos: A América Está Comprando 1 Milhão De Armas Por Mês", Peter Suciu publicou no portal 1945 sua análise sobre o mercado americano de armas leves, onde incluiu as declarações de Mark Oliva, porta-voz da NSSF.

“Os números de agosto mostram que há um desejo claro e constante do público americano pela posse legal de armas de fogo”, disse a National Shooting Sports Foundation (NSSF), a associação comercial da indústria de armas de fogo, por meio de um comunicado, relatado pela Newsmax.

“Consistentemente ao longo do ano, os números de verificação de antecedentes para vendas de armas de fogo no varejo colocaram 2022 no ritmo de ser o terceiro ano mais forte, atrás apenas dos anos enormes testemunhados em 2020 e 2021”, continuou a declaração da NSSF.

“Isso também marca 37 meses seguidos de verificações de antecedentes [ajustadas] superiores a 1 milhão. Os americanos estão escolhendo seus direitos de armas aos milhões a cada mês, enquanto os políticos de controle de armas falam apenas de esforços para privá-los de seus direitos constitucionais. Eles estão votando com suas carteiras. Os políticos seriam sábios em atender à vontade dos americanos que exercem legalmente seus direitos constitucionais e, em vez disso, concentrar seus esforços em prender criminosos que fazem uso indevido de armas de fogo”, disse a NSSF.

Vendas de armas continuam crescendo e fabricantes se movimentam
Este ano também viu muitos fabricantes de armas de fogo aumentando as apostas para sair dos “estados azuis” – especialmente aqueles com medidas rígidas de controle de armas, como Massachusetts e Connecticut – para “estados vermelhos” mais pró-amigáveis.

No início deste ano, a Smith & Wesson mudou sua sede de Springfield, Massachusetts – que já foi o centro de “Gun Valley” desde a Revolução Americana – para o Tennessee, enquanto pelo menos 20 outras empresas de armas de fogo, munição e acessórios para armas também fizeram movimentos similares. A Beretta USA realmente liderou os esforços, pois transferiu sua produção para o Tennessee em 2014 , realocando cerca de 200 empregos de Maryland.

Além disso, no ano passado, os legisladores de Oklahoma até lançaram um estudo para determinar como atrair melhor os fabricantes de armas, enquanto governadores de seis estados participaram da SHOT Show deste ano (Shooting, Hunting, Outdoor Trade Show), o evento anual do setor realizado em janeiro. em Las Vegas. Os seis governadores fizeram a caminhada para promover seus estados para a indústria.

“Esses estados estão atraindo abertamente a indústria. Alguns deles foram muito agressivos”, disse Mark Oliva, porta-voz da NSSF, ao The Washington Post.

Existem dez vezes mais armas em mãos da população em Portugal, proporcionalmente, do que no Brasil

O atraso ideológico no Brasil é enorme, e no esporte do Tiro (como na Segurança Pública) só vem em desfavor de quem trabalha, cumpre a lei e paga impostos


*Jornal Opção, por Irapuan Costa Junior - 04/09/2022

A questão do desarmamento social no Brasil, a partir da última metade do século XIX, quando as armas de fogo se tornaram mais efetivas, comparativamente, seja internamente, entre épocas e políticas públicas, seja externamente, com outros países, leva a conclusões interessantes.

Para deixar clara a conjunção, chamamos de desarmamento social aquele que visa o cidadão comum, o que se arma dentro da lei, visando apenas sua legítima defesa, o lazer, por meio da caça permitida, ou a prática do esporte do Tiro. Não existiu, desde a Independência até meados do século passado, grande preocupação dos governos com o armamento dos cidadãos. As exceções diziam respeito a bandos armados, como em Canudos (final do século XIX) ou no Cangaço nordestino (início do século passado).

No mais, os cidadãos eram livres para adquirir e portar suas armas. Era comum, principalmente no interior e nas cidades menores da fronteira sulina e do centro-oeste e norte agropastoril o porte das armas por grande parte, se não a maioria dos cidadãos. A Goiânia dos anos 1940 e 1950 era assim, lembro-me bem. Era comum o rapazola de 15 anos ganhar no aniversário um revólver como presente do pai, juntamente com os ensinamentos de manejo e segurança, embora apenas o portasse alguns anos depois, na maioridade. Até então, porte apenas nas idas à zona rural. A arma, algo bastante caro, à época, ficava guardada em casa.

Embora os adultos andassem armados, as desavenças eram algo raríssimo. Apenas em 1934 um decreto de Getúlio Vargas atribuiu ao Exército a função de fiscalizar a fabricação e o comércio de armas. E em 1941, outro decreto exigia a licença para o porte de arma. Uma simples formalidade, pois a concessão do porte competia à delegacia estadual de polícia mais próxima, e raramente era negado. O cidadão era livre para adquirir e portar sua arma, sem que o incomodassem os governos. A criminalidade era baixíssima. Essa situação perdurou até fim dos anos 1970. Somente em 1980, com a Portaria Ministerial 1.261, passou a ser exigida permissão de compra e ser obrigatório o registro de arma.

O uso de drogas é algo muito antigo no Mundo. Heródoto já historiava o uso da maconha, 450 anos antes de Cristo. Já o tráfico de drogas é coisa recente, do pós-guerra, e sua globalização mais recente ainda, pois explodiu nos anos 1980. Com ela explodiu também a criminalidade, principalmente na América Latina, onde se encontram os maiores produtores mundiais de drogas.

No Brasil, agravaram esse aumento da criminalidade o afrouxamento policial e jurídico nos governos Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff, e o desarmamento social equivocado, também promovido por eles. A Lei 9.437, de 1997 (governo FHC) restringiu, encareceu e burocratizou a compra de armas, e praticamente extinguiu o porte, mesmo para os mais necessitados. A Lei 10.827 de 2003 (governo Lula), aprovada apenas pelas lideranças às vésperas do Natal, num Congresso presidido pelo finório Renan Calheiros, e manchado pelo Mensalão, praticamente inviabilizou a compra de armas para defesa e a prática do esporte do Tiro.

Um plebiscito em que 63% dos brasileiros repudiaram essa lei, impediu que ela ainda fosse mais drástica.

Os governos de esquerda (mas só na América Latina, última região no mundo onde ainda se cultua o socialismo soviético) se encantam com o desarmamento social, e acham que só o Estado, que para eles é uma espécie de divindade, pode deter armas.

FHC, Lula e Dilma gastaram fortunas recolhendo armas da população ordeira, mas nunca dispenderam um tostão sequer em mutirões policiais para desarmar traficantes ou coibir contrabando de armas pelas fronteiras ou pelo litoral. Fecharam 90% das lojas de armas brasileiras, enquanto o contrabando financiado por traficantes crescia e abastecia a marginalidade com o armamento mais moderno e poderoso, sem ser incomodado. Com as facções criminosas se multiplicando e se armando e com uma população inerme, uma polícia reprimida e uma justiça leniente, não é de admirar que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), anunciasse que a taxa de homicídios por 100 mil habitantes havia crescido no Brasil em cerca de 300% de 1985 a 2017, isto é, nos governos de esquerda.

Tais governos, por má-fé mais que por ignorância, diziam serem as armas, e não as drogas as responsáveis pela violência.

Os Estados Unidos, tão impactados quanto o Brasil com o boom das drogas, adotaram políticas públicas de segurança exatamente opostas às nossas e contiveram o crime (mesmo não contendo o vício) nos mesmos patamares. Aqui, o atual governo, a partir de 2019, facilitando o acesso às armas, viu que, coincidência ou não, quanto mais armas eram vendidas, mais caia a criminalidade. Isso desmentiu as afirmações “especialistas” da imprensa e de ONGs suspeitas, também divulgadas mais por ideologia do que por burrice. Os males da Lei 10.827 são evidentes, para quem não se entrega aos dogmas socialistas.

É simbólico que seu relator no Congresso, o ex-senador Gerson Camata (1941-2018), do Espírito Santo, tenha sido anos depois assassinado por um desafeto, usando uma arma clandestina, prova da ineficácia da lei.

Com a lei, a vida dos esportistas do Tiro, mesmo os que defendem o Brasil nas Olimpíadas, tornou-se um inferno burocrático. Para a prática do esporte há que se ter um registro pessoal no Exército, só concedido após comprovação de bons antecedentes, aprovação em exames psicotécnicos e de segurança dos armamentos que se vai usar. Para a compra de uma arma, o desportista tem que requerer licença específica, apresentar outras certidões, aguardar autorização e só então comparecer a uma loja e encomendá-la. Para retirá-la da loja necessita outro documento – uma guia de tráfego – como também necessitará de outra guia para transportar a arma até o clube para treinamento ou competição. O número de armas e munições que poderá adquirir é limitado, e a cada renovação de registro terá o atleta que comprovar estar filiado a um clube e frequentá-lo regularmente. Se desejar importar uma arma, deve se munir de dinheiro e paciência. É um processo em que deverá obter permissão do Exército e da Receita Federal, e não dura menos que um ano. Os impostos são altíssimos, e superam o valor da arma. Isso tudo em um país onde a primeira medalha de ouro conquistada numa Olimpíada foi justamente no esporte olímpico do Tiro, em Antuérpia, na Bélgica, em 1920.

Finalizo, se me permite o leitor, com um depoimento pessoal. Executando um trabalho em Portugal, passo lá três ou quatro meses por ano. Como o governo português é socialista, nos primeiros tempos não me animei a lá praticar meu esporte favorito, o Tiro aos Pratos, pensando que a burocracia portuguesa-governamental-socialista fosse ainda maior que a brasileira.

Mas um médico goiano, residente no Porto e naturalizado português, que pratica o esporte, me convenceu a comparecer a seu clube de Tiro e me filiar. Resultado: dez dias depois tinha uma licença federativa e uma licença da polícia, com praticamente zero de burocracia. Apenas com a licença policial posso comprar armas e munições (praticamente em qualquer número) e transportá-las.

A arma que comprei em uma loja me foi entregue no mesmo instante, com a munição respectiva. O vendedor me esclareceu que a nota de venda era suficiente para demonstrar que a arma era de minha propriedade e que eu poderia transportá-la. E que um registro da arma seria — como foi — enviado para minha casa no prazo de uma semana, sem que eu precisasse tomar qualquer providência.

E pasme o leitor: proporcionalmente, existem 10 vezes mais armas em mãos da população em Portugal do que no Brasil, como existem também dez vezes mais caçadores e atiradores, proporcionalmente, por lá. Essa experiência mostrou o que eu já deduzia: o atraso ideológico na América Latina, e em particular no Brasil é enorme, e no esporte do Tiro (como na Segurança Pública) só vem em desfavor de quem trabalha, cumpre a lei e paga impostos. Praticantes desse esporte são aqui pintados pela imprensa, que se atrelou a esse atraso, como marginais. No socialista Portugal, os esportistas do Tiro têm torcida, quando disputam o Campeonato Europeu ou as Olimpíadas. A caça aos animais daninhos ou que necessitam de controle é permitida praticamente sem burocracia, e muito disseminada. De fato, socialismo soviético, atrasado e sem quociente de inteligência só existe mesmo na América Latina, Brasil incluso. A ideologia obtusa reviveu a Guerra Fria por aqui.

03 setembro, 2022

Taurus participa das promoções da Semana do Brasil e terá surpresa no 7 de Setembro


*LRCA Defense Consulting - 03/09/2022

A Taurus, maior vendedora de armas leves no mundo, está participando da Semana do Brasil, ação idealizada para movimentar a economia brasileira com descontos e benefícios no varejo na semana em que é comemorada a Independência do País.

De 2 até 12 de setembro de 2022, a empresa irá comercializar produtos com condições especiais em seu portal de vendas (www.armasmunicoes.com.br), voltado a militares, policiais, CACs e outros consumidores que integrem categorias autorizadas a adquirir estes produtos, conforme legislação vigente. A marca concederá 25% de desconto nos seguintes produtos (enquanto durarem os estoques):

- Carabina Taurus CT9 calibre 9mm
Carabina semiautomática no calibre 9mm, ideal para o tiro esportivo, com capacidade de 30 tiros mais dois carregadores adicionais de 32 tiros, cano de 16" e teclas ambidestras. Equipada com trilho Picatinny integral na caixa da culatra para inclusão de seus acessórios favoritos. A coronha standard é fixa, porém acompanha um kit com coronha rebatível, permitindo ao atirador a escolha mais ergonômica para a prática do tiro.

- Carabina Taurus CTT40c calibre .40S&W
Carabina com capacidade de 30 tiros, calibre .40 S&W e cano de 200mm. Opera em ação simples e semiautomática por blowback, com teclas ambidestras. É ideal para operações urbanas, utilização policial e militar. Indicada também para o tiro esportivo.

- Fuzil Taurus T4 - 14.5" Semi-Auto calibre 5.56 NATO

Fuzil com capacidade de 30 tiros, calibre 5.56 NATO com cano de 14,5" de comprimento e sistema em ação simples e semiautomática por impressão direta de gases. Clássica, esta versão apresenta guarda mão de polímero com defletor de calor e sistema de miras MIL-SPEC (militar), alça do tipo carry handle destacável e suporte da massa de mira forjada. É considerada uma arma extremamente confiável, leve, de fácil emprego e manutenção. Ideal para utilização policial, militar e para atiradores esportivos.

Segundo o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, a participação no evento é importante para firmar essa data, impulsionar ainda mais as vendas e movimentar a economia nacional, gerando oportunidades tanto para quem produz como para quem consome. 

Surpresa para o 7 de Setembro: Coleção Bicentenário da Independência do Brasil
Para marcar a histórica data, a Coleção Taurus comemorativa ao Bicentenário da Independência do Brasil será lançada no dia 7 de setembro, às 09 horas, com apenas 200 unidades de cada dos três modelos.

Um deles é um revólver single action, uma herança do século 19, remodelado para comemorar os 200 anos da liberdade do nosso país. Os outros dois são pistolas, mas todas as três peças receberam uma belíssima arte comemorativa.

Em breve, as três peças do primeiro número de série da coleção serão leiloadas juntamente com um móvel exclusivo confeccionado em madeira de lei.

Confira algumas imagens e o teaser do vídeo de lançamento:






02 setembro, 2022

Taurus traz para o Brasil a BM-F-9, uma carabina na plataforma AR-9mm da Brigade Manufacturing


*LRCA Defense Consulting - 02/09/2022

A Taurus está trazendo para o Brasil a carabina BM-F-9 Brigade 9" semiautomática, construída na plataforma AR-9mm e fabricada pela conceituada indústria norte-americana Brigade Manufacturing, principal fabricante americana de fuzis AR-15 de alta qualidade.

Precisa, robusta, com design compacto e funcional, a arma tem o conforto e a praticidade do calibre 9mm, além de Garantia e Assistência Técnica da Taurus. Seu cano é fabricado em aço inoxidável e os acabamentos em Cerakote Armor estão disponíveis nas cores Black, FDE e OD Green.

Como a carabina é fabricada nos Estados Unidos pela Brigade Manufacturing com logo e marca da Taurus, esta editoria questionou o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, sobre se o fato seria produto de uma nova joint venture ou de outro tipo de associação semelhante, ao que ele respondeu que a arma é uma iniciativa da empresa brasileira em parceria com a americana, mas que visa somente esse produto. Com isso, a Taurus pode disponibilizar aos seus consumidores uma arma 9mm na plataforma AR, enquanto não lança a sua revolucionária submetralhadora SMG (veja no final da matéria).

Excelente para defesa residencial e para a prática esportiva, a BM-F-9 Brigade tem regime de tiro semi-automático e opera no sistema por ação Blowback, vindo com três carregadores de 32 tiros fabricados em polímero transparente, permitindo a visualização das munições.

A arma traz miras rebatíveis (flip-up), coronha ajustável em seis posições e cano de 9" de comprimento, o que garante uma melhor manobrabilidade em qualquer ambiente. Seu raiamento é de seis raias à direita, com passo de 1:10”. Outro diferencial é que vem de fábrica com o guarda mão U-LOK tipo flutuante, que permite acessórios M-LOK e KEYMOD.





Características
Tipo Funcionamento: SEMI-AUTOMATICA
Quantidade Raias: 6
Sentido Raia: DIREITA
Tipo Alma: RAIADA
Calibre: 9x19mm
Tipo Acabamento: CERAKOTE FDE
Quantidade Canos: 1
Tamanho do Cano: 229mm
Número de Tiros: 32
Tipo de Carregador: BIFILAR
Tipo de Mira: FU - FLIP UP
Quantidade de Carregadores: 3
Altura (mm): 177,8
Altura (pol): 7,0
Largura (mm): 50,8
Largura (pol): 2,0
Comprimento Cano (pol): 9,0
Comprimento Total (mm):    711,2
Comprimento Total (pol): 28,0
Peso Arma (g): 2580
Peso Arma (Kg): 2,580

Submetralhadora Taurus SMG 9mm
Em desenvolvimento já há cerca de três anos, a nova submetralhadora da Taurus no calibre 9mm (SMG é um nome provisório) promete ser uma outra arma revolucionária, com possibilidades de obter grande sucesso nos mercados militar e de segurança do Brasil e do mundo, haja vista que, conforme a empresa, será a mais compacta e mais leve (2,5Kg) submetralhadora na categoria, já saindo de fábrica dotada de supressor de ruído (silenciador), acessório para o qual a Taurus recebeu a homologação recentemente e que também passará a produzir em breve.

01 setembro, 2022

Submarino “Riachuelo” reforça a soberania do País na Amazônia Azul

Construção do submarino permitiu transferência de tecnologia, utilização de mão de obra brasileira e desenvolvimento da indústria nacional


*Agência Marinha de Notícias - 01/09/2022 

Revolucionando a tecnologia brasileira e a indústria naval, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) representa um significativo avanço tecnológico no País, pautado em capital intelectual, engenharia sensível e tecnologia de ponta, além de incentivar a política de defesa, impulsionar a capacitação de pessoal e fortalecer a soberania nacional. Um importante avanço do PROSUB foi a Mostra de Armamento do Submarino (S40) “Riachuelo”, realizada hoje (1°), no município de Itaguaí (RJ).

O “Riachuelo” é o primeiro da classe dos quatro submarinos convencionais com propulsão diesel-elétrica, que permitirão maior poder de dissuasão nos 5,7 milhões de km² da Amazônia Azul, cuja riqueza das águas, do leito e do subsolo marinho são importantes para o desenvolvimento econômico, científico e ambiental. É nessa área marítima que os brasileiros desenvolvem atividades pesqueiras, por onde trafegam 95% do comércio exterior brasileiro e exploram recursos biológicos e minerais.

Para proteger esse patrimônio e garantir a soberania brasileira no mar, a Marinha do Brasil (MB) investe na expansão da força naval, como é o caso do S40, um importante elemento surpresa indispensável para negar o acesso de embarcações inimigas em território nacional, aumentando o poder dissuasório das Forças Armadas brasileiras. Para atingir esse efeito, esse tipo de navio se vale de suas características particulares, notadamente, a capacidade de ocultação e o poder de causar danos a forças navais adversárias.

Presente ao evento, o Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, destacou que a história do Brasil evidencia a participação da MB em diversas passagens decisivas para a formação da nacionalidade brasileira e que a entrega do novo meio naval construído no Brasil permite incrementar a capacidade de defesa na área marítima conhecida como Amazônia Azul. “O Programa de Desenvolvimento de Submarinos é de importância estratégica para o País. A construção desses novos submarinos no âmbito do PROSUB cumpre dois grandes objetivos: o aprimoramento da capacidade operacional de nossa Marinha com a considerável elevação de seu poder dissuasório e a ampliação da proteção de suas águas jurisdicionais alcançando uma presença mais efetiva no Atlântico Sul e ainda o incremento de nossa indústria naval e o desenvolvimento de novas tecnologias, contribuindo para o fomento da economia nacional com a criação de milhares de empregos diretos e indiretos”.

O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, destacou que “o Riachuelo representa um investimento para a sociedade brasileira, em soberania, em riqueza do povo brasileiro. Já foram gerados mais de 20 mil empregos diretos e cerca de 40 mil empregos indiretos. Além disso, as riquezas da nossa Amazônia Azul ainda são incalculáveis. Estamos falando de algo grandioso e extremamente importante para o futuro do nosso País”.

De acordo com o Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, a Força de Submarinos conta, a partir de agora, com uma classe de submarinos mais silenciosos e letais, preparada para atuar em prol da garantia da soberania do Estado brasileiro. “Características como alta taxa de discrição, aumento da capacidade de detecção e do tempo de permanência em zona de patrulha, além da precisão e da densidade na aquisição de dados em operações de esclarecimento e ataque, fazem da chegada do Submarino ‘Riachuelo’ um dos momentos mais esperados dos últimos anos”.

Para o Comandante do Submarino “Riachuelo”, Capitão de Fragata Edson do Vale Freitas, “as capacidades operativas do S40 o credenciam para a redução do controle exercido pelo oponente, facilitando a atuação das demais forças. Permite, ainda, realizar minagem, operações de inteligência e resgate ou infiltração de elementos de operações especiais em águas inimigas”.

Submarinos Classe “Riachuelo”
Devido às diversas tecnologias e inovações, os submarinos Classe “Riachuelo” (S-BR) são mais versáteis que os submarinos Classe “Tupi” (“Tupi”, “Tamoio”, “Timbira” e “Tapajó”) e são considerados operativamente superiores a diversos submarinos disponíveis atualmente no mundo.

Eles contam com sensores avançados - como o conjunto de sonares e os periscópios com câmeras para visão noturna -, além de um sistema de gerenciamento de combate dotado de modernos e complexos algoritmos, que permitem ao submarino detectar e classificar alvos a longas distâncias. Os S-BR contam, também, com maior autonomia que seu ascendente da Classe “Scorpène”, devido a uma alteração no projeto que incluiu uma seção intermediária para aumento das acomodações e dos tanques de água.

Por meio de um processo de transferência de tecnologia, a construção dos S-BR está sendo realizada por mão de obra brasileira (engenheiros e técnicos) contando com a assistência técnica de franceses da empresa Naval Group. O Programa de Nacionalização já qualificou cerca de quarenta empresas brasileiras para a fabricação de componentes do submarino, em mais de cem projetos, sendo os principais deles: a fabricação das válvulas de água salgada pela empresa Micromazza, a fabricação das baterias pela empresa NewPower e a fabricação do Mancal de Escora pela empresa Miba.

Para a construção dos submarinos brasileiros convencionais e, no futuro, do Submarino Convencionalmente Armado com Propulsão Nuclear “Álvaro Alberto”, foi construído em Itaguaí um complexo naval que possui diversas instalações, equipamentos e sistemas especializados. Hoje, ele é um dos mais modernos estaleiros de construção naval existentes, já que a construção de submarinos exige mão de obra altamente qualificada e um parque industrial equipado, de modo a possibilitar a execução das diversas atividades de fabricação, comissionamento e testes. Tudo isso exige a integração de tecnologias sofisticadas, seguindo rigorosas normas e padrões de qualidade e segurança.

“O Programa Nuclear da Marinha é a espinha dorsal do Programa Nuclear brasileiro. Nós produzimos pastilhas de urânio para que as Indústrias Nucleares do Brasil possam manter Angra 1 e Angra 2 funcionando, por exemplo. O programa permite que haja um aproveitamento dual dessa tecnologia nuclear. Além da militar, as áreas de fármacos e alimentos também podem utilizar essa tecnologia, proporcionando um desenvolvimento tecnológico, científico e médico para o Brasil”, complementou o Comandante da Marinha, após a cerimônia.

Capacitação da primeira tripulação
Os treinamentos da primeira tripulação duraram cerca de dois anos e quatro meses e foram divididos em três etapas: preliminar, em terra e a bordo. Na capacitação preliminar, a tripulação foi submetida a exames teóricos e entrevistas individuais. Também foi elaborado um Plano de Capacitação Preliminar, executado pelo Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché.

As fases de capacitação em terra e a bordo foram realizadas por instrutores da Défense Conseil International, que é uma empresa parceira do Ministério da Defesa francês, responsável pela transferência internacional do seu know-how militar para as Forças Armadas dos países amigos. “Nos qualificamos nos diversos sistemas do submarino e realizamos exercícios, com propósito de tornar a tripulação autônoma na condução segura do meio. No mar, foram feitos treinamentos voltados para a condução do ‘Riachuelo’ e controle de avarias, de modo que todos tivessem a capacidade de exercer suas funções com segurança e destreza”, reforça o Comandante do S40.


“Lançado ao mar pela primeira vez em dezembro de 2018 e tendo executado sua imersão estática em novembro de 2019, o Submarino ‘Riachuelo’ foi submetido, desde então, a um extenso programa de testes de aceitação no mar, na superfície e em imersão, para que hoje pudesse ganhar sua alma - uma tripulação experiente, aprestada e motivada que também se preparou diligentemente para recebê-lo e para garantir o cumprimento de sua missão”, destacou o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire.

Após a Mostra de Armamento, o Submarino “Riachuelo” será submetido à Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento, que lhe garantirá a capacidade plena de emprego. Em seguida, cumprirá Avaliação Operacional, processo importante para o estabelecimento de parâmetros de operação, que servirão de base para todas as unidades da classe, previstas no escopo do PROSUB.

A população poderá ver o novo meio naval durante a Parada Naval e Aeronaval, que ocorrerá na orla do Rio de Janeiro (RJ), no dia 7 de setembro. Durante o evento, três aeronaves e 20 navios da MB e de outros países convidados para as comemorações do Bicentenário da Independência percorrerão a orla, a partir das 9h30, com início na praia do Recreio e término no Forte de Copacabana.

Características básicas do “Riachuelo”
O Submarino “Riachuelo” possui um comprimento total de 70,62 metros, diâmetro de casco de 6,2 metros, deslocamento na superfície de 1.740 toneladas e deslocamento em imersão de 1.900 toneladas. Seu sistema de combate é dotado de seis tubos lançadores de armas, com capacidade para lançamento de torpedos eletroacústicos pesados, mísseis táticos do tipo submarino-superfície e minas de fundo.

O “Riachuelo” será o sétimo navio da Marinha a receber este nome, em homenagem à Batalha Naval do Riachuelo, ocorrida em 11 de junho de 1865, durante a Guerra da Tríplice Aliança. Além do Submarino “Riachuelo”, a MB possui os Submarinos “Tupi”, “Tamoio”, “Timbira” e “Tapajó”, da Classe “Tupi”, e o Submarino “Tikuna”, da Classe de mesmo nome.




Motores WEG proporcionam confiabilidade na operação da planta de mineração da CODELCO, no Chile


*LRCA Defense Consulting - 01/09/2022

Para atender as necessidades do segmento de mineração, conhecido por seu ambiente severo, o qual requer equipamentos com capacidade de resistir as condições extremas de operação, a WEG fornece soluções que permitem a planta uma instalação flexível, segura e confiável, com estabilidade operacional e os mais altos níveis de produção.

Com uma estratégia de negócio consolidada como importante player no segmento, a WEG segue reforçando sua expertise nos diversos países em que atende, como é o caso do Chile, que figura entre os maiores produtores de minério do mundo, onde a companhia também se destaca ao estabelecer parcerias duradoras com grandes empresas de mineração.

Desta vez, a WEG foi selecionada para fornecer os motores de indução trifásicos da linha Master, no intuito de manter a confiabilidade na operação de transporte de minério de cobre da CODELCO, estatal chilena de mineração de cobre que já conta com outros motores WEG da mesma linha instalados. O escopo compreende quatro motores de 630 kW, 6.600 V que representam ao cliente uma operação mais eficiente e a redução do tempo de parada de manutenção da planta.

Os motores da linha Master se destacam pela flexibilidade do seu projeto elétrico e mecânico. São motores versáteis que permitem diferentes configurações, podendo ser aplicados em ambientes severos, que demandam alta resistência e durabilidade, adequando-se às diversas aplicações. Oferecem facilidade para implementar modificações em seus projetos, a fim de torná-los intercambiáveis com motores existentes, reduzindo os custos operacionais decorrentes de paradas para troca de motores.

Ao proporcionar confiabilidade aos seus clientes, a WEG também fortalece sua posição como importante fabricante de equipamentos complexos de alta potência para aplicações pesadas.

Índia que firmar uma parceria com a Argentina na área de Defesa. Caças Tejas estão no pacote


*LRCA Defense Consulting - 01/09/2022

Há poucos dias, esta editoria divulgou o interesse da Argentina nos caças leves indianos LCA Tejas, fato que foi reconhecido oficialmente pela Índia.

Agora, após a Índia ter oferecido uma avaliação técnica completa dessa aeronave de combate à Força Aérea Argentina, uma delegação da indiana Hindustan Aeronautics (HAL), chegou a este país e, juntamente com o Embaixador junto à Argentina, Dinesh Bhatia, reuniu-se com o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Julio Guardia, com o Brigadeiro Xavier Julian Isaac, Chefe de Gabinete da Força Aérea, e com o General Guillermo Pereda, Chefe do Estado-Maior do Exército, para mostrar as capacidades de defesa "Made in India" e explorar possibilidades de cooperação e intercâmbio visando uma futura parceria de defesa entre os dois países.




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