Pesquisar este portal

25 junho, 2023

Taurus fornece 1.569 pistolas TS9 para a GCM da cidade de São Paulo


*LRCA Defense Consulting - 25/06/2023

Em janeiro deste ano, a Prefeitura de São Paulo realizou a aquisição de 40 fuzis Taurus T4 5.56mm e 97 carabinas Taurus 9mm, no valor total de R$ 1.447.449,40. Os dois lotes de armas foram totalmente entregues em fevereiro último.

Posteriormente, a Taurus Armas S.A. venceu uma grande licitação para o fornecimento de 1.569 pistolas TS9 9mm, que deverão ser entregues em breve, para dotar os integrantes da Guarda Civil Metropolitana dessa capital.

A Guarda Civil Metropolitana da cidade de São Paulo atua sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Segurança Urbana é a maior GCM armada do Brasil, totalizando 6.200 agentes (A da cidade do Rio de Janeiro é a maior, mas ainda não é armada). Suas ações estão inseridas dentro de seis programas prioritários: Proteção Escolar, Proteção ao Patrimônio Público, Proteção aos Agentes Públicos, Proteção às Pessoas em Situação de Risco, Controle do Espaço Público e Fiscalização do Comércio Ambulante, e Proteção Ambiental.

Guarda Civil Metropolitana da cidade de São Paulo

Pistola TS9 e Fuzil T4
A pistola TS9 é reconhecida internacionalmente como uma arma que possui inovação, confiabilidade, segurança, robustez e precisão. Fabricada sob rígido protocolo militar, seu projeto exclusivo foi desenvolvido atendendo aos mais rigorosos padrões internacionais de qualidade e segurança.

O fuzil T4, assim como os demais produtos da linha TSeries desenvolvidos nos últimos anos, embute inovação, alta qualidade, flexibilidade para o uso de acessórios e facilidade de manejo, além de ser também fabricado sob rigoroso protocolo militar, o que torna a arma muito mais robusta, resistente e confiável.

Além de serem duas armas escolhidas por muitas instituições nacionais, estaduais e municipais da área de Segurança para dotar seus efetivos, o fuzil T4 e a pistola TS9 são também exportados para organizações policiais e militares de diversos países, sendo adquiridos após participarem de renhidas licitações internacionais onde competiram com armas produzidas pelos grandes fabricantes mundiais, sobrepujando-as.

Taurus aperfeiçoa armeiros da Polícia Penal do Tocantins - abril de 2022

Logística de pré e pós-venda: o grande diferencial da Taurus e da CBC
A opção da Prefeitura da cidade de São Paulo, mesmo que no bojo de uma licitação, é totalmente acertada, haja vista que, além do alto padrão de qualidade que caracteriza o moderno armamento da Taurus e da CBC, a opção por armas dessas empresas embute uma completa logística de pós-venda, pois não seria cautelar adquirir um produto se a empresa vendedora não puder, com oportunidade, oferecer suporte, manutenção e assistência técnica na própria região onde as armas estarão em serviço.

Diferentemente do que acontece com empresas que apenas exportam para o Brasil ou somente têm escritório no País, a Taurus e a CBC investem pesadamente na qualificação dos armeiros das entidades de segurança pública e privada, bem como no treinamento técnico de sua equipe de representantes, que está capilarizada por todo o país, o que lhes permite resolver rápida e oportunamente os eventuais problemas que surjam.

Com o Programa Instrutores de Armamento e Tiro, por exemplo, a logística de pré e pós-venda das duas empresas é reforçada periodicamente com mais instrutores altamente especializados, que têm como compromisso a disseminação de conhecimentos técnicos sobre os produtos das duas marcas e a realização de treinamentos, eventos e demonstrações, entre outras atividades. Atuando como Embaixadores Taurus & CBC, os instrutores poderão também melhor orientar os consumidores brasileiros nas eventuais decisões de aquisição de uma ou mais armas.

Além disso, o grupo Taurus & CBC oferece ao consumidor uma ampla e ágil rede de distribuidores, pontos de venda e assistência técnica treinada em todo o território nacional, além de uma equipe de instrutores credenciados e peças de reposição rapidamente acessíveis.

24 junho, 2023

Empresas brasileiras investem no desenvolvimento e aplicação comercial de nanossatélites



*Revista Pesquisa FAPESP, por Rodrigo de Oliveira Andrade - 24/06/2023

O lançamento em abril de um satélite de 12 quilos (kg), pouco maior do que uma caixa de sapatos, representou um marco para a indústria espacial brasileira. Concebido pela Visiona Tecnologia Espacial, joint venture da Embraer Defesa e Segurança e da Telebras, o VCUB1 é o primeiro nanossatélite de alto desempenho projetado e desenvolvido no país. Também é uma iniciativa pioneira de aplicação comercial – até então, projetos nacionais desse tipo eram de uso científico ou educacional (ver Pesquisa FAPESP nº 219). A expectativa da empresa é validar o software embarcado e usar as informações coletadas para complementar e aperfeiçoar serviços de sensoriamento remoto e telecomunicações que ela oferece a seus clientes, hoje baseados em satélites de terceiros.

O dispositivo custou mais de R$ 30 milhões, dos quais R$ 2,9 milhões foram investidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação (Embrapii). Conta com uma câmera reflexiva de observação – a primeira do tipo desenvolvida no Brasil – com um sistema óptico formado por três espelhos, capaz de coletar imagens da superfície terrestre com resolução espacial de 3,5 metros. Ou seja, se fosse instalada em Campinas, seria capaz de fotografar um caminhão nas ruas do Rio de Janeiro. O equipamento foi desenvolvido pela Opto Space & Defense e Equatorial Sistemas, com apoio da FAPESP e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O nanossatélite deverá cruzar o território brasileiro várias vezes por dia, coletando imagens e dados de uso meteorológico e de apoio a atividades do setor agrícola, como o monitoramento de lavouras em locais afastados e a identificação de áreas de baixa produtividade. Eventualmente, poderá auxiliar na prevenção de desastres naturais, atividades de monitoramento ambiental ou atender a outros usos, ligados à área de segurança e cidades inteligentes. O principal objetivo da Visiona, no entanto, é validar a tecnologia para lançar satélites maiores e mais complexos. “Para isso, precisávamos de uma arquitetura que fosse escalável e um software embarcado confiável”, diz João Paulo Campos, presidente da empresa.

O equipamento possui um sistema de gerenciamento de dados de bordo, responsável pelo controle de outros subsistemas e da interface com o solo. Tem também um sistema de comunicação e controle de atitude e órbita, que permite apontar com maior precisão a câmera para o local onde se deseja coletar imagens ou direcionar seus painéis solares para o Sol, de modo a ampliar a geração da energia que o alimenta. “Essa é uma tecnologia estratégica, que ainda não era dominada pelo Brasil”, destaca Campos. “O VCUB1, nesse sentido, coloca o país em um grupo de nações que dominam todo o processo de desenvolvimento de satélites”, completa.

Para Fábio de Oliveira Fialho, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), o nanossatélite da Visiona rompe uma barreira tecnológica importante. “O VCUB1 permitirá à empresa explorar, em diferentes camadas, dados de alta qualidade, agregando mais valor aos serviços que oferece a seus clientes.”

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) participou do esforço conjunto de desenvolvimento, ajudando a definir as cores que o satélite iria enxergar – foi escolhida a banda red edge, mais apropriada para o monitoramento de lavouras. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apoiou a concepção do projeto com sua expertise em engenharia de sistemas, montagem, integração e testes do satélite. Já o Instituto Senai de Inovação em Sistemas Embarcados (ISI-SE), em Florianópolis, foi responsável pela construção e pelos testes da estação de terra e dos softwares que fazem a integração do computador de bordo com os componentes embarcados, com financiamento da Embrapii.

O ISI-SE também está envolvido em outro programa, o Constelação Catarina, criado em maio de 2021 pela Agência Espacial Brasileira (AEB). A iniciativa pretende colocar em órbita 13 nanossatélites nos próximos anos. Dois deles estão em desenvolvimento. Um no ISI-SE, o outro, na Universidade Federal de Santa Catarina. “A ideia é que eles formem uma rede e trabalhem de forma orquestrada na coleta de informações agrícolas e meteorológicas”, explica Augusto De Conto, gerente responsável pelo projeto. “Se tudo der certo, nosso nanossatélite será lançado em 2024”, diz.

Os nanossatélites e microssatélites movimentaram US$ 2,8 bilhões em 2022, e é esperado que esse mercado alcance US$ 6,7 bilhões até 2027, segundo análise da consultoria norte-americana Markets and Markets. Dados do relatório SpaceWorks estimam que entre 2 mil e 2,8 mil desses equipamentos serão lançados no espaço nos próximos cinco anos para diversas aplicações. O modelo avança em razão dos custos de construção desses artefatos. Diferentemente de um satélite convencional de grande porte, que pode custar entre US$ 150 milhões e US$ 400 milhões, os nanossatélites são relativamente baratos. Mas têm menor tempo de vida útil, de três a cinco anos.

A expansão desse mercado coincide com uma mudança na indústria aeroespacial. Com a consolidação de tecnologias e diminuição dos riscos associados ao seu desenvolvimento, o segmento passou a atrair mais atenção do capital privado. A face mais reluzente desse interesse foi a criação de empresas como a Blue Origin, do multibilionário Jeff Bezos, dono da Amazon, a SpaceX, de Elon Musk, e a Virgin Galactic, de Richard Branson, dedicadas à construção de foguetes lançadores e ao transporte de astronautas e turistas ao espaço (ver Pesquisa FAPESP nº 278). O VCUB1 foi lançado em abril pelo foguete Falcon 9, da SpaceX, junto com outros satélites de diferentes tamanhos.

O Brasil não é um expoente da exploração espacial comercial, mas tem potencial para crescer. O nanossatélite da Visiona é apenas uma entre várias iniciativas em curso no país. Outra é o nanossatélite da SciCrop, startup de geoprocessamento de dados de satélite com sede em São Paulo, com lançamento previsto para o segundo semestre. “Nosso objetivo é coletar as melhores imagens possíveis do Centro-Oeste brasileiro”, afirma José Damico, CEO da empresa. O dispositivo deverá percorrer essa região a cada dois dias, registrando imagens que permitam uma visão detalhada da produtividade de cada talhão de soja plantado, possibilitando separar as diferentes áreas produtivas das fazendas. “Essas informações nos ajudam a mensurar o quanto está sendo produzido e se o plantio foi feito na época adequada, por exemplo”, diz. Os dados poderão ser usados por instituições financeiras na análise de risco de concessão de crédito a produtores rurais, especialmente aqueles que produzem menos de 2 mil hectares e não têm uma demonstração contábil ou balanço patrimonial para apresentar no momento do pedido.

O nanossatélite da SciCrop utiliza uma estrutura desenvolvida pela Alba Orbital, com sede em Glasgow, na Escócia. “A construção de um nanossatélite envolve várias etapas, como o desenvolvimento de sua estrutura e validação de seus equipamentos embarcados. No nosso caso, partimos de uma estrutura já pronta, que será adaptada para o uso que queremos”, ele explica.

Outra empresa brasileira a investir nesse mercado é a SCCON Geospatial, que oferece a seus clientes serviços em tecnologia geoespacial e mapeamento via satélite. Seu negócio baseia-se em imagens feitas por uma constelação de 200 nanossatélites da empresa norte-americana Planet. “Temos contratos com instituições brasileiras públicas e privadas de diferentes segmentos, que usam nossas soluções para monitoramento de plantações, barragens, linhas de transmissão de energia”, diz Vinicius Rissoli, diretor de operações da companhia.

Em 2018, a SCCON fez um acordo com a Polícia Federal (PF) para monitorar o desmatamento na região amazônica. A parceria cresceu e deu origem ao Programa Brasil Mais, plataforma criada em 2020 na qual é possível acessar imagens em alta resolução de todo o país captadas pelos nanossatélites da Planet. “As imagens são atualizadas todos os dias, permitindo ações mais rápidas de combate ao desmatamento, mineração ilegal, ocupações irregulares”, comenta Rissoli. A PF não é o único usuário das imagens. “Nosso acordo permite que qualquer instituição pública possa aderir ao programa e acessá-las para outros fins gratuitamente.” Atualmente, 300 instituições se cadastraram na plataforma para usar os dados.

Apesar do interesse crescente do capital de risco pelos nanossatélites, investimentos públicos ainda são fundamentais para essas iniciativas, dados os riscos associados a elas. A Finep tem aplicado recursos públicos não reembolsáveis – ou seja, que não precisam ser devolvidos – em projetos de pesquisa e desenvolvimento de empresas inovadoras do setor, como a Opto, que ajudou a projetar a câmera do VCUB1. “Queremos investir na criação de arranjos industriais mais amplos, baseados em projetos integrados, nos quais uma empresa-âncora trabalha com empresas parceiras, universidades e institutos de pesquisa, com foco em subsistemas e componentes isolados”, destaca Elias Ramos de Souza, diretor de Inovação da Finep.

Em maio, a agência anunciou um aporte de R$ 220 milhões para um projeto liderado pela Visiona de um satélite maior e mais complexo do que o VCUB1. O empreendimento terá a colaboração das empresas Fibraforte, Opto, Equatorial, Orbital e Kryptus. “Elas receberão aproximadamente metade do valor total do projeto nos próximos três anos para desenvolver subsistemas e componentes do satélite, que pesará pouco mais de 100 kg e terá uma câmera capaz de coletar imagens da superfície terrestre com resolução espacial de 75 centímetros”, diz William Rospendowski, superintendente de inovação da Finep.

No ano passado, a instituição de fomento lançou um edital no valor de R$ 190 milhões, na modalidade de subvenção econômica, a fim de apoiar a construção de veículos lançadores de pequeno porte para transporte de nano e microssatélites. A expectativa é de que sejam desenvolvidos pelo menos dois protótipos com capacidade de colocar em órbita cargas de no mínimo 5 kg, com operações de lançamento realizadas a partir do território nacional. Hoje, apenas 13 países no mundo dominam essa tecnologia. “A estratégia daria ao Brasil maior autonomia de acesso ao espaço”, comenta Campos, da Visiona. “Além de ajudar a diminuir a dependência tecnológica externa, essas iniciativas tendem a ter impactos positivos na cadeia produtiva nacional”, completa De Conto, do ISI-SE.

Taurus USA, Rossi e Heritage: Dia da Independência dos EUA tem produtos patrióticos especiais


*The Shooting Wire - 23/06/2023

Enquanto o país se prepara para comemorar o Dia da Independência, Taurus USA, Rossi e Heritage Manufacturing anunciam uma linha de produtos especiais com temas projetados para honrar o espírito de liberdade e a herança americana. Essas armas de fogo de edição limitada exemplificam o artesanato, a qualidade e o orgulho pelos quais essas marcas são conhecidas ao longo de sua história.

A Taurus USA, fabricante líder de armas de fogo inovadoras, apresenta as várias pistolas com designs de bandeira americana cerakoted, bem como uma oferta exclusiva para as pistolas G3c e GX4. Esta série exclusiva apresenta suas populares pistolas e rifles adornados com gravações personalizadas e acabamentos patrióticos. Da icônica pistola semiautomática Taurus G3c à versátil TX22, cada arma de fogo nesta linha é uma prova dos valores americanos e da Segunda Emenda.

A Rossi, conhecida por sua confiabilidade e armas de fogo, apresenta as edições Rossi 4th of July. Esses rifles de edição especial exibem belas coronhas acabadas à mão com motivos patrióticos, como a bandeira americana. Os rifles de ação de alavanca Rossi 4th of July Edition combinam design clássico com um toque de patriotismo, tornando-os um item obrigatório para colecionadores e entusiastas.


A Heritage, conhecida por seus intemporais revólveres de ação única, apresenta a edição Heritage Rough Rider 1776. Apresentando um distintivo estoque de 1776 gravado, esta carabina captura a essência da liberdade americana. A Heritage Rancher Carbine está disponível em 22 Long Rifle e 22 Magnum, permitindo que os atiradores encontrem sua combinação perfeita. A Heritage também está lançando vários outros produtos patrióticos para o Dia da Independência.

Esses produtos exclusivos estarão disponíveis por tempo limitado até 4 de julho. Os clientes são incentivados a entrar em contato com seus revendedores locais ou visitar os sites das respectivas marcas para obter mais informações sobre disponibilidade e preços.

23 junho, 2023

WEG amplia plataforma de controladores PLC500 e lança modelos com foco em Motion Control e Edge Computing


*LRCA Defense Consulting - 23/06/2023

A indústria atravessa um importante e revolucionário momento, o da Indústria 4.0. Impulsionada pela integração das tecnologias digitais e de hardware, que necessitam de operações mais inteligentes, conectadas, flexíveis e preditivas, permitindo diminuir custos operacionais e se manterem mais competitivas. De encontro com essa realidade global a WEG amplia a família de controladores lógicos programáveis PLC500, com lançamento de duas novas versões, PLC500MC (Motion Controller) e PLC500ED (Edge Device).

Para o segmento de Motion Control, onde são amplamente utilizados os servoacionamentos (servomotores e servoconversores), a WEG lança o controlador PLC500MC, dedicado ao controle avançado de complexos sistemas para movimentação de eixos interpolados, movimentos tangenciais, tracionamentos por correia, cames, robôs, sistemas CNC, entre outros.

Esse controlador possui um poderoso sistema de processamento e é capaz de operar até 32 eixos, reais e virtuais, simples ou interpolados. Ainda, possui um conversor de código G, o que acelera a etapa de programação dos movimentos para execução de formas geométricas simples ou complexas especialmente utilizadas em sistemas CNC, um editor de came para sincronização de movimentos integrados, IoT embarcado e biblioteca de ferramentas da plataforma de programação CODESYS.

Já o modelo PLC500ED (Edge Device), possui a tecnologia de processamento em borda, isso significa que além das operações de média a alta complexidade inerentes da programação do controlador, ele ainda possui a capacidade de interagir de forma ativa e racional com plataformas em nuvem. Desta forma é possível melhorar o tempo de resposta (latência) permitindo o processamento praticamente em tempo real, viabilizando e melhorando o desempenho de diversas aplicações.

Com esta tecnologia as tarefas locais são executadas de forma ágil, sem necessidade de decisões sempre baseadas em nuvem, diminuindo assim a demanda sobre as infraestruturas de data centers e aumentado a velocidade de resposta. Em resumo, os dados são processados, analisados e armazenados próximos de onde eles são gerados para permitir as análises e respostas mais rápidas.

O controlador PLC500ED conta ainda com a biblioteca WEGnology® na plataforma CODESYS®, facilitando a integração e desenvolvimento de diversas aplicações na plataforma WEGnology ou WEG Smart Machine.

Mac Jee intensifica trocas estratégicas com o Grupo MBDA

A cooperação estratégica agora revelada abre um novo  e promissor horizonte que poderá unir a expertise da Mac Jee em munições aéreas e a liderança mundial do Grupo MBDA em mísseis e sistemas de mísseis.


*LRCA Defense Consulting - 23/06/2023

A Mac Jee informou hoje que o 54ª Paris Air Show testemunhou a intensificação das trocas estratégicas com o Grupo MBDA, que é líder mundial indiscutível em mísseis de longo alcance e armas inteligentes.

Isso ocorreu após reuniões no Brasil e uma visita às linhas de produção da Mac Jee em Paraibuna, sobre cooperação industrial em questões estratégicas nos mercados brasileiro e mundial.

Grupo MBDA e a indústria brasileira de defesa
Em maio de 2022, quando a XMobots firmou um MoU com a MBDA para que esta forneça o Enforcer - primeiro míssil a ser integrado a um drone brasileiro (Nauru 1000C), Patrick de La Revelière, vice-presidente da MBDA para a América Latina, disse: “Estamos muito satisfeitos em estabelecer formalmente nosso novo relacionamento com a XMobots. Este MoU demonstra mais uma vez nosso compromisso com parcerias de longo prazo com a indústria brasileira. Por meio da cooperação industrial, a MBDA continuará fortalecendo nossos laços com organizações brasileiras para criar tecnologias de primeira classe para as Forças Armadas Brasileiras, após projetos anteriores de transferência de tecnologia bem-sucedidos no Brasil. Estamos ansiosos para trabalhar com a XMobots, aprofundando assim nosso relacionamento estratégico para o futuro.”

O MBDA é o único grupo de defesa europeu capaz de projetar e produzir mísseis e sistemas de mísseis que correspondem a toda a gama de necessidades operacionais atuais e futuras das três Forças Armadas (terrestre, naval e aérea), sendo de propriedade conjunta da Airbus (37,5%), BAE Systems (37,5%) e Leonardo (25%). Atualmente, fornece às Forças Armadas Brasileiras mísseis de defesa aérea de curto alcance Mistral, todas as três versões do míssil antinavio Exocet e os sistemas de defesa aérea Sea Ceptor, entre outros, no programa de fragatas classe Tamandaré.

Caça Gripen equipado míssil Meteor, do Grupo MBDA

A MBDA também oferece mísseis de classe mundial, como Meteor, Brimstone e ASRAAM, entre outros, para aeronaves de combate.  O Meteor, por exemplo, é um míssil de médio alcance fornecido pelo MBDA e tem a propulsão ramjet como um de seus diferenciais. O míssil consegue manter uma alta velocidade durante sua trajetória, ao contrário de rivais como o americano AMRAAM, que utiliza um foguete convencional. Com 3,7 metros de comprimento e 190 kg, o Meteor tem um alcance máximo de 200 km ou 60 km na chamada “No-Escape Zone”.

A cooperação estratégica agora revelada abre um novo  e promissor horizonte que poderá unir a expertise da Mac Jee em munições aéreas e a liderança mundial do Grupo MBDA em mísseis e sistemas de mísseis.

Embraer e Rex Group assinam extensão de acordo para o Programa Pool


*LRCA Defense Consulting - 23/06/2023

A Embraer assinou uma extensão de contrato do Programa Pool com a National Jet Express (NJE), empresa do Rex Group, para dar suporte à frota de seis aeronaves E-190 da companhia aérea. A NJE tem recebido o suporte da Embraer para uma ampla gama de reparação de componentes desde 2014. Atualmente, o Programa Pool da Embraer apoia mais de 60 companhias aéreas no mundo.

“Estamos muito satisfeitos em estender nossa parceria com a National Jet Express e com o Rex Group. Essa extensão de contrato mostra que nós oferecemos um serviço de excelência para nossos clientes e que há muitas vantagens para as companhias aéreas atendidas pelo Programa Pool”, diz Johann Bordais, Presidente e CEO da Embraer Serviços e Suporte.

“O apoio que temos recebido nos últimos nove anos é fundamental para as nossas operações. O time da Embraer em Singapura é um parceiro que trabalha orientado pelas necessidades dos seus clientes”, afirma Lim Kim Hai, Presidente Executivo do Rex Group.

O Programa Pool da Embraer foi criado para permitir que as companhias aéreas minimizem seu investimento inicial em estoques e recursos reparáveis de alto valor, enquanto aproveitam a expertise técnica da Embraer juntamente com sua ampla rede de prestadores de serviços de reparos de componentes. Os resultados são uma significativa economia nos custos de reparos e manutenção de estoques, a redução do espaço necessário para armazenamento e a eliminação virtual da necessidade dos recursos necessários para o gerenciamento de reparos e, ao mesmo tempo, garantia de níveis de desempenho.

Sobre o Rex Group

Rex é o maior grupo aéreo independente de voos regionais e domésticos da Austrália, operando uma frota de 61 Saab 340 e 7 Boeing 737-800NG, para 58 destinos em todos os estados da Austrália. Além da companhia aérea Rex, o Rex Group compreende integralmente as subsidiárias Pel-Air Aviation (transporte de carga, aeromédico e frete aéreo), a Australian Airline Pilot Academy, com campi em Wagga Wagga e Ballarat, e a empresa de manutenção de hélices Australian Aerospace Propeller Maintenance. Rex tem ainda 50% das ações da National Air Express (NJE), uma operadora Fly-in-Fly-Out (FIFO), frete aéreo e transporte de carga.

22 junho, 2023

Prefeitura de Ponta Grossa adquire mais 100 pistolas Taurus para a Guarda Municipal


*Boca no Trombone - 22/06/2023

A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PR) realizou a aquisição de 100 pistolas para o uso da Guarda Municipal.

O contrato firmado com a empresa Taurus Armas S.A, no valor de R$ 649.476, prevê a entrega das pistolas semiautomáticas de calibre .9mm com diversos recursos de segurança e características técnicas específicas.

O contrato, que tem prazo de 12 meses, foi realizado por inexigibilidade de licitação, conforme a inexigibilidade nº 053/2023. A aquisição das pistolas tem objetivo de fortalecer o equipamento da Guarda Municipal de Ponta Grossa, oferecendo melhores condições de trabalho e segurança para os agentes responsáveis pela proteção e ordem no município.

Em nota ao portal Boca no Trombone, a prefeitura de Ponta Grossa esclareceu o motivo da aquisição das pistolas.

“A aquisição das pistolas tem como objetivo reforçar e aprimorar a atuação da Guarda Civil Municipal em Ponta Grossa. Quanto à escolha do modelo específico, ela acontece em razão da durabilidade do equipamento, o que contribui para a economicidade do Município a longo prazo sem abrir mão da qualidade, segurança e eficiência do armamento utilizado. A contratação da empresa acontece conforme o disposto na legislação e se deu mediante inexigibilidade.”

Sobre o efetivo da Guarda Municipal, a prefeitura afirmou que por questões de segurança, a SMCSP não repassa informações sobre quantidade de efetivo.

Segundo consta no site oficial da Secretaria Municipal de Cidadania e Segurança Pública de Ponta Grossa, desde que foi criada em 2003, a estimativa é de que a cidade conta com cerca de 260 agentes, que exercem funções administrativas, de segurança patrimonial, monitoramento e de manutenção da segurança e combate ao crime no município.

Embraer não conversa com a Ucrânia sobre o A-29, mas espera avanços na Europa com o C-390


*Breaking Defense - 22/06/2023

Mesmo enquanto busca comercializar seu A-29 Super Tucano para nações em toda a Europa, a gigante brasileira de defesa Embraer não tem discussões em andamento com a Ucrânia sobre a venda do avião de ataque leve para Kiev, de acordo com o CEO do braço de defesa da Embraer.

“Eles estavam muito interessados ​​em nosso avião no passado, mas para ser honesto com você, não estamos mais em contato com eles”, disse Bosco da Costa Junior ao Breaking Defense durante o Paris Air Show. “Não tenho nenhum tipo de conversa aberta com eles.”

A Ucrânia tem procurado em todos os lugares por alguém para fornecer-lhes poder aéreo e, pelo menos no papel, o A-29, um avião a hélice que pode realizar missões ISR e de ataque, pode ser adequado. (Funcionários dos EUA e da Ucrânia criticaram a postura do governo brasileiro em relação à Ucrânia depois que seu líder, Luiz Inácio Lula da Silva, disse em abril que o Ocidente estava “encorajando” a guerra ao fornecer armas a Kiev.)

Certamente, no entanto, da Costa disse que a região europeia é onde a Embraer espera ver crescimento.

“Temos estudado muito esse mercado. Discutimos essa configuração da OTAN em linha aberta com nossa força de trabalho de engenharia, nosso cara de inteligência de mercado e ouvimos os clientes. E é por isso que lançamos” o A-29N, que é comercializado especificamente para membros da aliança.

Otimismo com o C-390 Millennium
Em outras partes da Europa, da Costa disse estar otimista com as chances do avião de transporte C-390 Millennium. Portugal, Hungria e Holanda se comprometeram a comprar o Millennium, enquanto a Embraer e a gigante sueca Saab têm um acordo para ajudar a comercializar o avião para os países europeus.

“Estamos vendo um momento muito bom para este avião aqui na Europa. Acreditamos que este avião pode agregar valor e trazer capacidades adicionais para as forças aéreas, especialmente de custos de ciclo de vida e taxas operacionais, como disponibilidade e capacidade de despacho”, disse ele. “Acho que é por isso que o avião está chamando a atenção aqui na Europa, mas não só na Europa, temos conversas muito sérias na Ásia, Oriente Médio, América do Sul também.”

O executivo da Embraer identificou a Polônia como um futuro cliente “potencial”, embora não seja um cliente que esteja buscando ativamente, e expressou confiança de que a República Tcheca decidirá adquirir o C-390.

A empresa brasileira fez parceria com a L3Harris para comercializar o Millennium como o KC-390 nos EUA, como um “tanque tático” com a esperança de chegar à Força Aérea dos EUA. Da Costa disse que a L3 recebeu e respondeu a uma RFI do governo dos EUA em março e que as empresas “esperam novas fases no final deste ano”.

Ele se recusou a entrar em detalhes sobre o que essas “novas fases” podem significar, mas enfatizou que eles querem disponibilizar o avião para a Força Aérea dos EUA “experimentar” enquanto o serviço busca mais informações sobre a oferta.

O executivo também observou que, embora a empresa atualmente entregue de três a quatro C-390 por ano, eles têm capacidade de produção para poder aumentar para 18 por ano rapidamente.


Fundos de investimento dos EUA já detém mais de 4% da Taurus


*LRCA Defense Consulting - 21/06/2023

Embora a multinacional brasileira Taurus Armas S.A. possua uma fábrica nos Estados Unidos desde o início da década de 1980, ainda não está listada em uma das suas bolsas de valores. Mesmo assim, a marca tem grande penetração e conceito nesse país, que se caracteriza por ser o maior mercado mundial para armas leves.

A Taurus é líder na venda revólveres, é a marca de armas leves mais importada pelos americanos e é a quarta marca mais vendida no país. Além disso, nos últimos cinco anos, após o turnaround capitaneado pela atual administração, seus produtos têm se destacado devido à qualidade, à tecnologia e à inovação que embutem, o que os fez merecedores de diversos prêmios, entre os mais cobiçados pelas empresas fabricantes de armas leves dos EUA.

Com esse portfólio, a empresa já registra 24 investidores e acionistas institucionais que apresentaram os formulários 13D/G ou 13F, respectivamente, junto à Comissão de Valores Mobiliários (SEC) dos Estados Unidos. Segundo dados da casa de análises internacional Simply Wall Street, os fundos de investimento norte-americanos já detém 5.285.203 ações ou 4,17% do capital da Taurus.

As participações mais significativas são:
- The Vanguard Group, Inc.: com 2.745.700 ações ou 2.17%;
- BlackRock, Inc.: com 1.244.138 ações ou 0.98%;
- Dimensional Fund Advisors LP: com 778.475 ou 0.61%;
- Outros: 516.890 ações, ou 0.40%.

Dois fundos do The Vanguard Group aumentaram posição no último trimestre:
- Vanguard Emerging Markets Stock Index Fund Investor Shares possui 972 mil ações representando 0,77% do capital da empresa. Em seu registro anterior, a empresa informou possuir 877 mil ações, representando um aumento de 9,78%.
- Vanguard Total International Stock Index Fund Investor Shares detém 960 mil ações que representam 0,76% do capital da empresa. Em seu registro anterior, a empresa informou possuir 871 mil ações, representando um aumento de 9,27%.

Os fundos da BlackRock, Inc. possuem um total de 1.244.138 ações ou 0,98%, o que representa um acréscimo de 63.32% em relação ao trimestre anterior. 

Os fundos da Dimensional Fund Advisors LP possuem 778.475 ações ou 0,61%, representando um acréscimo de 2.89% em relação ao trimestre anterior.

Grandes investidores em empresas de armamento leve nos EUA
Chama a atenção o crescente número de fundos de investimento americanos que hoje têm posição acionária na empresa. Destes, merecem destaque o Vanguard, o BlackRock e o Dimensional, três potências mundiais no setor e grandes investidores em empresas de armamento leve dos Estados Unidos.

O Vanguard também detém uma posição de 16,87% na Ruger (maior investidor) e de 7,43% na Smith & Wesson (2º maior investidor), enquanto o BlackRock tem 11,31% na Ruger (2º maior investidor) e 8,55% na Smith &Wesson (maior investidor). O Dimensional detém uma participação de 5,43% na Smith & Wesson, sendo o 3º maior investidor.

Lembrando que, conforme o portal TradeMap, o maior investidor individual brasileiro na Taurus Armas é Luiz Barsi Filho, com 5,54% do capital da empresa, e que os 58 fundos brasileiros que nela investem possuem um total de 7,31% desse capital.

Taurus fará recompra de ações e distribuirá novos dividendos


*LRCA Defense Consulting - 22/06/2023

Em Fato Relevante divulgado hoje, a Taurus Armas S.A. informou aos seus acionistas e ao mercado em geral que, após autorização do seu Conselho de Administração em reunião realizada em 21 de junho de 2023, aprovou um programa de recompra de ações de sua emissão.

O Programa de Recompra aprovado visa à aquisição de ações de emissão da empresa para:

  • (a) permanência em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações, visando uma administração eficiente da estrutura de capital e uma maximização da geração de valor para o acionista; e

  • (b) manutenção em tesouraria visando fazer frente às obrigações da companhia decorrentes do Plano de Outorga de Ações (Stock Grant) aprovado pela Assembleia Geral Ordinária realizada em 28 de abril de 2023, destinado a administradores, diretores ou outros ocupantes de cargos estratégicos da companhia ou de suas controladas atuais ou que vierem a ser empossados em umas das referidas funções.

Quantidade de ações a serem adquiridas
Poderão ser adquiridas, no âmbito do Programa de Recompra, até 300.000 ações ordinárias, equivalentes a 3,8% das ações ordinárias em circulação, e 3.033.333 ações preferenciais, equivalentes a 4,4% das ações preferenciais em circulação, nesta data.

Prazo para aquisição
Até 18 meses, a contar da aprovação do Programa de Recompra pelo Conselho de Administração, ou seja, entre 21 de junho de 2023 e 20 de dezembro de 2024, cabendo à Diretoria definir as datas em que a recompra será efetivamente executada.

Dividendos
Por meio de Aviso aos Acionistas, também desta data, a empresa comunicou  que, em reunião do seu conselho de administração realizada no dia 21, foi aprovado o pagamento de dividendos intermediários a todos os seus acionistas como adiantamento do dividendo obrigatório relativo ao exercício social a se encerrar em 31 de dezembro de 2023.

O pagamento destes dividendos intermediários está baseado na reserva de lucros reconhecida nas demonstrações financeiras do exercício de 2022 e consequente criação de reserva estatutária aprovada pelos acionistas na Assembleia Geral Extraordinária de 28 de abril de 2023, o que permitirá ao conselho de administração discutir eventual nova remuneração aos acionistas, desde que respeitadas a disponibilidade de caixa e os requisitos previstos na legislação.

Os valores serão pagos conforme descrito abaixo e serão calculados com base na posição dos acionistas em 21 de agosto de 2023.

Os pagamentos serão feitos pela instituição depositária das ações, Itaú Corretora de Valores S.A., mediante crédito automático para aqueles acionistas que tenham seu cadastro atualizado com o número da sua inscrição no CPF/CNPJ e a respectiva conta bancária. Os acionistas cujo cadastro não contenha CPF/CNPJ ou indicação de Banco/Agência e Conta Corrente, terão os seus direitos creditados logo após a devida regularização do seu cadastro. Tais informações devem ser fornecidas por meio do Investfone – Central de atendimento aos acionistas.

Embraer mantém impulso no mercado de reposição


*Aviation Week, por Alex Derber - 21/06/2023

A Embraer está aproveitando o impulso para suas atividades de pós-venda com uma série de novos negócios no Paris Air Show.

Nos resultados mais recentes do fabricante brasileiro, para o primeiro trimestre de 2023, serviços e suporte foram o maior gerador de receita por alguma margem, registrando um aumento de 20% ano a ano, para US$ 326 milhões. A receita da aviação comercial, em contraste, foi de US$ 199 milhões.

O crescimento adicional será apoiado pelo novo programa de conversão de cargueiros da Embraer para os jatos regionais E190 e E195.

Hoje (21 de junho), a empresa assinou uma carta de acordo para a Lanzhou Aviation se tornar o cliente de lançamento chinês dos cargueiros, com a Lanzhou concordando com um acordo provisório para 20 E190Fs e E195Fs.

“A oportunidade na China teve uma influência significativa durante o processo de tomada de decisão do lançamento do nosso programa P2F. É um mercado com demanda crescente por aeronaves de carga para acomodar o grande crescimento do comércio eletrônico e a consequente evolução do setor de logística”, disse Arjan Meijer, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial.

Atualmente, existem 85 E-Jets voando na China com Tianjin Airlines, Hebei Airlines, Beibu Gulf Airlines e Colorful Guizhou Airlines. A Embraer também estabeleceu um abrangente serviço pós-venda e sistema de suporte na China, incluindo centros de manutenção autorizados, depósitos de peças de reposição e uma rede completa de treinamento de pilotos.

A Embraer também está aprimorando sua oferta de suporte digital, lançando a próxima geração de seu sistema AHEAD (Aircraft Health Analysis and Diagnosis) para manutenção preditiva.

A nova versão implementa 12 novas tendências de confiabilidade de sistemas de aeronaves para detecção precoce de degradação no E2; recursos preditivos alimentados com aprendizado de máquina; e aprimoramento de solução de problemas para Flight Controls No Dispatch.

Um usuário AHEAD é Star Air. A companhia aérea indiana também se inscreveu recentemente no programa de pool da Embraer para seus E175s, complementando um acordo de suporte semelhante para seus ERJ145s.
 

21 junho, 2023

Exército e Embraer unem forças na defesa aérea da Amazônia


*LRCA Defense Consulting - 21/06/2023

O Comando Militar da Amazônia apoiou o desdobramento logístico do Radar M200 (Vigilante) na cidade de Parintins (AM) em coordenação com a Prefeitura Municipal de Parintins e a Administração do Aeroporto Júlio Belém em Parintins.

O radar encontra-se na fase de homologação operacional e o seu deslocamento aéreo empregando a aeronave KC-390 (Millenium) da Força Aérea Brasileira (FAB) atende ao requisito operacional de desdobramento por modal aéreo.

O projeto do radar M200Vig é uma parceria entre o Exército Brasileiro e a empresa Embraer Defesa e Segurança.

A principal missão do novo radar Saber M200 Vigilante é a detecção e identificação de alvos, fornecendo dados para o sistema de artilharia antiaérea. O equipamento, que será utilizado pelos grupos de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro, detecta aeronaves ao seu redor em um raio máximo de 200 km (150 km para aeronaves de combate), utilizando tecnologia de varredura eletrônica ativa.

O radar garante uma cobertura de 360° por meio de quatro conjuntos de antenas fixas, cada conjunto cobrindo um setor de 100°, com algum recobrimento entre eles.

O sistema possui ainda um radar secundário, que executa atividades de controle de tráfego aéreo, possibilitando a identificação das aeronaves detectadas, classificando-as como amigas ou inimigas.

No vídeo de lançamento abaixo, saiba mais sobre o radar Saber M200 Vigilante produzido pela Embraer:

*Com informações do Exército Brasileiro.

Taurus vence mais uma ação judicial e, novamente, se restabelece a verdade sobre a qualidade dos seus produtos


*LRCA Defense Consulting - 21/06/2023

Mais uma ação judicial que alegava supostos defeitos em pistola de fabricação da Taurus foi julgada totalmente improcedente.

O juízo da Comarca de Campo Grande (MS) levou em consideração o laudo pericial que comprovou que a arma não possuía qualquer defeito que comprometesse sua eficiência ou seus mecanismos segurança.

Na sentença, o juiz de primeiro grau concluiu que a responsabilidade pelo fato ocorrido foi exclusiva do usuário, que não observou os mecanismos de segurança da arma e acomodou a arma em lugar inadequado.

A decisão foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul que negou provimento ao recurso da outra parte, de forma unânime. No acordão, o Tribunal reconheceu que, em todos os testes realizados, o produto não apresentou defeitos de fabricação. A decisão é definitiva.

Novamente se restabelece a verdade sobre a qualidade dos produtos Taurus.

WEG fornece 14 motores síncronos para importante mineradora do Chile, na região do Atacama


*LRCA Defense Consulting - 21/06/2023

O projeto dará continuidade operacional à vida útil da planta de mineração pelos próximos 40 anos ou mais, por meio da exploração a céu aberto dos recursos remanescentes do depósito principal no subsolo.

O escopo de fornecimento consiste na substituição de 14 motores síncronos utilizados nos moinhos da planta concentradora, sendo cinco motores de 800 HP, carcaça 1120 com 14 toneladas e 9 motores de 1250 HP, carcaça 1400, com 21 toneladas.

Devido às restrições de espaço, a empresa optou pelos motores síncronos da WEG para atender não só ao complexo projeto elétrico, mas principalmente para atender a demanda de intercambialidade mantendo as mesmas dimensões dos motores antigos de forma a adaptar-se ao local sem grandes modificações na estrutura da planta, além de agregar melhorias importantes para a manutenção e proteção do local.

A WEG é referência na fabricação e fornecimento de motores síncronos para acionamento de moinhos. Ao escolher os produtos da empresa, o cliente tem a garantia de uma reposição eficiente e confiável, demonstrando flexibilidade para atender às necessidades específicas de cada projeto.

 

Embraer e GKN Aerospace irão colaborar em potencial demonstrador a hidrogênio


*LRCA Defense Consulting - 21/06/2023

A Embraer e a GKN Aerospace, empresas líderes do setor aeroespacial, anunciaram hoje um acordo de colaboração em programas de desenvolvimento tecnológico na área de hidrogênio. A parceria busca acelerar a implementação de tecnologias de hidrogênio na aviação, reduzindo assim as emissões para um futuro mais sustentável. A colaboração também explorará uma potencial plataforma de demonstração da tecnologia em voo.

O acordo faz parte do compromisso da Embraer com os esforços globais para colaborar com as metas da indústria de transporte aéreo de atingir zero emissões até 2050. Juntas, as duas empresas vão utilizar seus conhecimentos e recursos para apoiar ativamente o desenvolvimento da inovadora tecnologia de célula combustível a hidrogênio, bem como otimizar a integração de sistemas em plataforma aeronáutica. A GKN Aerospace colabora com avançados estudos sobre hidrogênio na Holanda, Suécia e Reino Unido.

“O imperativo da sustentabilidade impulsiona os programas de pesquisa e desenvolvimento da Embraer e o potencial desenvolvimento de um demonstrador de tecnologia a hidrogênio representa um marco importante em nossa rota tecnológica rumo ao futuro da aviação sustentável. É uma satisfação ter a GKN Aerospace como parceira nesta jornada”, disse Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente de Engenharia e Desenvolvimento Tecnológico da Embraer.

“Colaboração é fundamental para explorar soluções inovadoras e acelerar tecnologias disruptivas. É por isso que estamos entusiasmados em trabalhar em conjunto com a GKN Aerospace, que compartilha da nossa mesma visão, para viabilizar a aplicação de tecnologias disruptivas em busca de um futuro mais sustentável”, disse Daniel Moczydlower, Diretor Global de Ecossistemas de Inovação da Embraer.

John Pritchard, Presidente da unidade Civil Airframe da GKN Aerospace disse: “Estamos orgulhosos em realizar parceria com a Embraer e explorar os próximos passos na adoção de tecnologias de hidrogênio na aviação. Ao unir forças e aproveitar o poder destas tecnologias, não estamos apenas reduzindo as emissões de carbono, mas também criando uma nova era de viagens aéreas mais sustentáveis. Esta parceria exemplifica nosso compromisso em impulsionar a inovação e abrir caminho para um futuro mais verde para o setor aeroespacial”.

Russ Dunn, CTO da GKN Aerospace acrescentou: “A aviação movida a hidrogênio representa uma solução tangível e atraente para termos voos com zero emissões. O avanço de uma nova tecnologia exige uma colaboração inédita dentro da indústria, a exemplo desta parceria com a Embraer, bem como a combinação de experiência em ecossistemas aeroespaciais em nossos países e apoio entre governos”.

O principal programa de exploração de hidrogênio da GKN Aerospace, o H2Gear, está focado no desenvolvimento de um sistema de propulsão de hidrogênio líquido altamente eficiente projetado especificamente para aeronaves de menor porte. Com potencial de escalabilidade para aeronaves maiores, esse sistema converte hidrogênio líquido em eletricidade em um sistema de célula combustível de última geração. Ao utilizar eficientemente essa eletrificação, a aeronave opera com zero emissão de carbono, revolucionando a indústria da aviação e inaugurando uma nova fase de um transporte aéreo mais sustentável.

Sobre a GKN Aerospace

A GKN Aerospace é a principal fornecedora aeroespacial multitecnologia do mundo, com a missão de ser o parceiro mais confiável e sustentável no setor. Como uma empresa global que atende aos principais fabricantes de aeronaves do mundo, a GKN Aerospace projeta, fabrica e fornece uma ampla gama de sistemas, componentes e tecnologias aeroespaciais avançadas - para uso em aeronaves civis e de defesa, que vão desde helicópteros, jatos executivos, aviões comerciais e mobilidade aérea até os caças mais avançados.

Em consonância com sua missão, a GKN Aerospace está empenhada em atingir emissões líquidas zero até 2050. Compostos leves, manufatura aditiva, sistemas de interconexão de fiação elétrica e sistemas inovadores de motores ajudam a reduzir as emissões e o peso das aeronaves atuais, enquanto colabora com parceiros globais para acelerar o desenvolvimento de tecnologias de aeronaves de zero emissão, incluindo propulsão movida a hidrogênio e voo totalmente elétrico. A GKN Aerospace é líder de mercado em aeroestruturas e sistemas de motores, com 15 mil funcionários em 38 plantas fabris em 12 países.
 

Postagem em destaque